A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO- (CXXXIV): PÔNCIO PILATOS COMEÇA A SE PREOCUPAR COM O PREGADOR DE NAZARÉ.

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Yehoshua

Yehoshua sabia o que acontecia no palácio de Pôncio Pilatos. Sabia do perigo que aos poucos se formava sobre  sua pessoa. Mas prosseguia com seu plano.

Era noite e Pôncio Pilatos não conseguia conciliar o sono. Havia duas preocupações em sua mente. Primeira, um lictor, como Sulpício, estar fortemente impressionado com um pregador hebreu. Certamente isto era para incomodar. Um lictor não poderia deixar transparecer tanta admiração por alguém da escória humana, como eram todos os hebreus. Um lictor era o anunciador do Magistrado ao povo. Ia à frente segurando um feixe de varas que informavam a quem as olhasse a importância do homem da Lei. Quanto mais varas segurasse o lictor, mais importante e mais Poder Legal o Magistrado teria. Um lictor era, pois, alguém importante e necessário nas funções dele, o Prefeito daquele lugarzinho miserável. Devia ser espião, claro, mas jamais um admirador do inimigo e, certamente, hebreus eram inimigos do Império. E se o tal pregador era hebreu a conclusão lógica era que ele também se transformava numa ameaça provável, No entanto, seu lictor não conseguira fugir à magia do tal pregador milagroso. Talvez devesse ir conhecer pessoalmente o sujeito… Mais

FALA-SE MUITO NO PIB. MAS QUEM É O RESPONSÁVEL POR ELE ESTAR EM QUEDA?

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Atenção, cambada! A ordem internacional é liberar total! A gente pode meter a mão no melado à vontade. O Collor está aí pra provar o que digo. Pra cima do Erário Público, moçada!!!

Graças à Imprensa todos os brasileiros de Q.I. mediano sabe o que seja o tal PIB. Não é palavrão. Não é apelido. É o suor nosso de cada dia, derramado sob as mais duras condições físicas ou psicológicas. Físicas, quando se trata do operariado em geral, seja da indústria, seja do campo. Psicológicas, quando se trata do executivo, desde o que é apenas auxiliar de escritório até o Diretor ou Presidente de grandes empresas. Todos suamos. Todos damos os preciosos segundos de nossas vidas em prol da construção de um País digno para todos nós. Ainda que estejamos aqui apenas de passagem; ainda que nossa vida seja curta demais, se comparada com a existência de nosso sistema solar, ainda assim todos batalhamos duro para que quando chegarmos à velhice estejamos de algum modo protegidos. E neste quesito nosso país tinha,  eu disse TINHA, o melhor sistema de ajuda ao idoso. O nosso Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS. Não há, em todo o mundo, nada que ao menos a ele se assemelhe. Nos outros países fica por conta do cidadão aprender desde cedo a lidar com o dinheiro e a se prevenir para a velhice. Coisa de Educação, o que não temos tido desde que os milicos debandaram de nosso Poder. Se o americano ou o europeu não se prevenirem… Vão amargar dissabores e dores até seu fim, pois o Estado não tem como prioridade ajudar sua população idosa. Tanto assim é que foi lá pr’aquelas bandas que inventaram a desgraça conhecida como neoliberalismo, que, traduzido ao rés do chão é o famoso (entre nós), liberou geral.  Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO: (CXXXIII): VOLTANDO A YEHOSHUA…

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Yehudhah passava por duras provas, mas seu espírito despertava para a Vida.

Deixemos Yehudhah ish Qerioth às voltas com seu dilema e o Senador pisando em ovos para evitar conflito com o Procurador da Palestina, Pôncio Pilatos, e vamos retornar ao homem de nosso interesse. Os onze estavam à sua volta e aguardavam que ele dissesse alguma coisa, mas o Mestre parecia não os notar. Olhava algures, além da mata rala que se descortinava de onde estavam, um terreno em aclive suave. Juntavam-se debaixo de um grande salgueiro de frondosa copa com aproximadamente vinte e cinco metros de altura. Era a terceira hora do dia (9 horas em nosso horário) e todos sabiam que o Mestre aguardava o surgimento do povo que se acostumara a vir ouvi-lo pregar sobre um Deus de bondade fascinante. Até à sua pregação, os hebreus apenas conheciam um Deus irado, sempre disposto a castigar severamente quem ousasse sequer pensar em desobedecer às Leis do Templo. Agora, com uma autoridade impressionante e inquestionável, secundada por milagres inexplicáveis, o jovem mancebo de olhar de mel e sorriso cativante falava de outro Deus, muito superior a Yaveh e muito mais simpático, porque mais caridoso e mais bondoso. E este seu Deus misterioso era muito melhor de ser aceito que aquele que exigia ininterruptamente o derramamento de sangue no Templo de Jerusalém. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO: (CXXXII): HISTÓRIA QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA

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Ele fracassou porque era dominado pelo seu Elemental Físico.

O dia estava claro e quente e a agitação na mansão de Publio Lentulus Cornelius ia no auge. Preparava-se a partida e muita coisa necessária à família estava sendo arrumada de conformidade com os costumes da época. A esposa de Publio, Lívia, conversava com sua amiga e confidente, a esposa do Senador Flamínio Severus, amigo de Públio, que também era Senador em Roma. Colpúrnia avisava a sua amiga sobre quem era o tio de Publio, que a jovem esposa desconhecia.

— O pretor Sálvio Lentulus, — dizia Colpúrnia — , foi destituído, há muitos anos, do cargo de Governador de Província devido a um número de intrigas graves em que se viu metido. Hoje ele exerce atribuições sem grande importância no Palácio do atual Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Sálvio Lentulus não é bem um homem que se compare a teu marido, em virtudes boas e confiáveis. Tu eras muito jovem quando ocorreram acontecimentos muito graves e até perigosos em nosso ambiente político e social, com referência aos parentes de teu esposo, com os quais agora vais conviver. A esposa de Sálvio, Fúlvia Prócula, que ainda deve ser uma mulher jovem, bonita e bem tratada, é irmã de Cláudia Prócula, esposa de Pôncio Pilatos, o Procurador a quem teu marido foi recomendado pelo Senado. Até onde sei, Pôncio Pilatos é rude, político traiçoeiro e ex-militar sanguinário. Um militar acostumado às agruras e à brutalidade dos campos de batalha. A rudeza daqueles tempos o acompanha até hoje e creio que o acompanhará até o final de seus dias. Não te deixes ser muito notada por ele… Tem fama de conquistador barato, típico dos chefes guerreiros, tu me entendes? Mais

PAÍS DE ESMOLERES E MENDIGOS? BRASIL.

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Mendigo. O Brasil está regurgitando gente nestas condições e os Polititicas querem mais é que a "classe" aumente.

Mendigo. O Brasil está regurgitando gente nestas condições e os Polititicas querem mais é que a “classe” aumente.

Diz o dicionário que esmoler é a pessoa que dá esmola e mendigo é a pessoa que pede esmola. Quem dá esmola é porque tem sobrando. Ao menos é assim que se pensa na atualidade, embora seja esmola, por exemplo, a ajuda que se dá e não envolve dinheiro ao vivo e a cores. Ir a hospitais de crianças com câncer para lhes alegrar o dia contando histórias etc… ou ir a um abrigo de idosos para conversar com eles e lhes minorar a solidão. Isto também é esmola. Mas não falo deste tipo de esmola em que a pessoa doa de si mesma, de seu esforço pessoal, de sua dedicação exclusiva ao próximo. Falo da esmola mais reles, aquela que se reduz a dar migalhas de dinheiro (centavos), que é o que a maioria faz.

No Brasil são esmoleres os políticos, seus familiares e seus apaniguados protegidos pelo Partido a que pertencem. Por que? Porque são ricos à custa do Erário Público. Simples assim. Mais

SURUBA GERAL, DEFENDE UM “EXCELÊNCIA” NA CASA DO POVO.

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Apavorado, o homem desta foto, um "Excelência" eleito pelo povo desmiolado e enganado, destemperou-se diante da ameaça concreta de ir ver o sol nascer quadrado junto com Eduzinho, o Peste.

Apavorado, o homem desta foto, um “Excelência” eleito pelo povo desmiolado e enganado, destemperou-se diante da ameaça concreta de ir ver o sol nascer quadrado junto com Eduzinho, o Praga de Mãe.

Segundo o dicionário, suruba é o ato coital desbragado, praticado por mais de três pessoas sobre um leito. Também tem o significado derivado de “bagunça”, “desorganização”. Mas ainda quando empregada com um dos seus segundos significados, o termo é vulgar, chulo demais para alguém que o povo brasileiro elegeu para o representar em SEU PODER.  O líder do governo no Congresso, Senador Romero Jucá (PMDB-RR), perdeu a compostura por desespero e medo ao ver que suas “surubas” com o dinheiro público está surgindo das sombras dos conchavos e que seu Partido Político não é nem um milímetro melhor que o falido e maldito PT. Posudo, irado, destemperado, disse em plena sessão: “Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada”. “Chulemente” falando, o “distinto” quis dizer mesmo é que se vai haver “foda”, que seja “foda” para todo mundo, não somente para ele. O homem se derramou no parlatório, causando mal-estar em seus pares, mesmo entre os que, como ele, um dia deverão tirar umas férias na colônia penal onde amarga um período o mais malvado de todos: Eduzinho, o Praga de Mãe (esta, quando lançada, pega feito sarampo). Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO: (CXXXI): O MILAGRE DE YEHOSHUA AUSENTE

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Judas matou um amigo de infância e, tomado pelo remorso, apela a Yehoshua para que o ressuscite.

Judas matou um amigo de infância e, tomado pelo remorso, apela a Yehoshua para que o ressuscite.

Qerioth sacudiu a cabeça para espantar os eflúvios do álcool que lhe nublavam a visão. Sentia-se febril e tonto. Ainda não percebera que tinha acabado de matar um homem. Então, sua visão se clareou um pouco e, passando a mão sobre os olhos e a testa para afastar o suor abundante de que estava tomado, curvou-se para olhar o que o tinha atacado. Custou a perceber que tinha abatido um homem. Com esforço virou sua vítima de frente e aproximou a face o mais que pôde para reconhecer quem era ele. Não conseguiu. Uma barba espessa escondia as feições de sua vítima. A escuridão era muito intensa, o que dificultava mais ainda o que desejava. Então, com esforço hercúleo conseguiu colocar o morto nos ombros e esgueirando-se pelas vielas mais escuras logo chegou ao pequeno bosque que ladeava o Templo. Era um local abandonado à noite, por onde só perambulavam assassinos, assaltantes e estupradores da pior espécie. O terreno era baixo e circundava a muralha oeste do Templo. Uma ravina que os soldados de Herodes e os romanos sempre procuravam evitar e por onde as pessoas de bom-senso evitavam passar mesmo durante o dia, a não ser que estivessem em grande grupo. Mais