A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXVIII: YEHOSHUA ENSINA AOS SEUS APÓSTOLOS

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Era assim, sentado no chão, que o Rei dos Reis gostava de ensinar a seus apóstolos.

O Mestre estava reunido com seus discípulos e lhes ensinava sobre os significados ocultos dos Livros do Pentateuco. Era manhã cedo e eles estavam próximo a Nazaré. A mata era luxuriante e a temperatura amena. No chão, diante deles, farta refeição preparada pela família do Mestre. Sentados, comiam e dialogavam livremente com o Rei dos Reis. Yehoshua falava e todos o ouviam.

— Senhor — disse Cefas —, está no Livro I de Reis que David se irou contra Nabal porque este não quis lhe entregar os suprimentos que lhe pedia, em troca da acolhida que dera aos servos daquele homem durante o tempo em que estiveram no deserto. Zangado com Nabal, David aprontou seu exército para varrer da terra o homem usurário. Mas a esposa de Nabal, Abigail, muito bela e gentil, sabendo do que tinha acontecido e que Davi já se lançara a caminho de sua casa e para arrasá-la, preparou duzentos pães e dois odres de vinho. Ajuntou mais cinco carneiros cozidos e cinco alqueires de farinha e cem penduras de uvas passas e mais duzentas pastas de figos secos. Então, tendo preparado todos estes mantimentos foi ao encontro de David e lhe entregou tudo, suplicando ao guerreiro irado que lhe perdoasse ao marido. Tens conhecimento desta passagem, não?

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXVIII: A GRAVIDEZ DE MÍRIAM DE MAGDALA

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Hoje, vários pesquisadores contestam a versão de que Jesus não se casou. Aqui ele é representado em companhia de Míriam de Magdala, sua legítima esposa.

Míriam de Magdala colocou a cabeça no ombro de seu esposo. Estava suada e ainda tinha engulhos.

— Meu amor —, balbuciou ela — o que há comigo? Por que este mal-estar horrível? Eu detesto vomitar…

Yehoshua sorriu e apertou sua esposa ao peito musculoso.

— Estás provando que realmente és humana. Estás grávida. É só isto.

Míriam de Magdala afastou a cabeça do tronco de seu esposo e o fitou com aqueles olhos azuis cativantes.

— O quê? Eu… Eu estou grávida? Eu vou ser mamãe? Mais

VOCÊ SABE COMO SURGIU O ATUAL INSS?

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EU

Aprenda, para poder se defender.

Posso dizer, sem medo de errar, que a esta pergunta 90% dos brasileiros responderão NÃO, EU NÃO SEI. E entre estes 90% estão inseridos 100% dos jovens brasileiros com idade até 40 anos, atualmente. Esta absoluta indiferença por medidas governamentais que afetam profunda e diretamente a vida de todos nós é a nossa desgraça. Talvez porque sejamos riquíssimos em águas, terras, flora, fauna e mares e disponhamos de uma incomensurável riqueza no que diz respeito a belezas naturais e a alimentação, nós nos tenhamos tornado preguiçosos quanto a prestar atenção ao que um punhado de pessoas escolhidas para Governar o NOSSO PAÍS fazem quando encastelados nos suntuosos e caríssimos prédios da Administração Pública, desde a Municipal até a Federal.

É responsabilidade nossa, e somente nossa, como cidadãos de um país das maravilhas, o que nos sucede atualmente nos Governos. Desde o Municipal até o Federal. Os políticos não são corruptos sozinhos. TODOS NÓS SOMOS CORRUPTOS e isto não há como negar, esperneie quem espernear. Haja vista o que acontece no ENEN e nos concursos públicos, noticiado insistentemente pela Imprensa Nacional.

Dito isto, vamos ao que interessa a todos nós, principalmente aos jovens de nossa atualidade, cuja Educação Escolar deixou de existir desde quando o PT desgraçadamente assumiu o destino do Brasil e meteu os pés pelas mãos descontroladamente.

Basta uma rápida consulta ao “papai Google” que já se pode descortinar o início do que viria a ser o atual I.N.S.S. – Instituto Nacional de Seguridade Social. Lá está registrado que:

“A previdência social no Brasil deu seus primeiros passos com a Lei Elói Chaves, de 1923, que criou as Caixas de Aposentadorias e pensões (CAPs), que eram geralmente organizadas por empresas e empregados. As CAPs operavam em regime de capitalização, porém eram estruturalmente frágeis por possuírem um número pequeno de contribuintes e seguirem hipóteses demográficas de parâmetros duvidosos; outro fator de fragilidade era o elevado número de fraudes na concessão de benefícios.

Em 1930, o presidente do Brasil Getúlio Vargas suspendeu as aposentadorias das CAPs durante seis meses e promoveu uma reestruturação que acabou por substitui-las por Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs), que eram autarquias de nível nacional centralizadas no governo federal. Dessa forma, a filiação passava a se dar por categorias profissionais, diferente do modelo das CAPs, que se organizavam por empresas.”

“Ao longo dos anos que se seguiram à ação de Getúlio Vargas surgiriam os seguintes institutos:

  • 1933 – IAPM – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos; (Decreto n° 22.872, de 29 de junho de 1933);
  • 1934 – IAPC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (Decreto n° 24.272, de 21 de maio de 1934);
  • 1934 – IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (Decreto nº 24.615, de 9 de julho de 1934);
  • 1936 – IAPI – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (Lei n° 367, de 31 de dezembro de 1936) ;
  • 1938 – IPASE – Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do Estado (Decreto-Lei n° 288, de 23 de fevereiro de 1938);
  • 1938 – IAPETC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (Decreto-Lei n° 651, de 26 de agosto de 1938);
  • 1939 – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Operários Estivadores (Decreto-Lei n° 1.355, de 19 de junho de 1939);
  • 1945 – ISS – O Decreto n° 7.526, de 7 de maio de 1945, dispôs sobre a criação do Instituto de Serviços Sociais do Brasil.
  • 1945 – IAPETEC – O Decreto-Lei n° 7.720, de 9 de julho de 1945, incorporou ao Instituto dos Empregados em Transportes e Cargas o da Estiva e passou a se chamar Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Estivadores e Transportes de Cargas.
  • 1953 – CAPFESP – Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (Decreto nº 34.586, de 12 de novembro de 1953);
  • 1960 – IAPFESP – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (Lei nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, art. 176 – extinta a CAPFESP).

Ora, tamanha profusão de Institutos de Aposentadorias e Pensões, considerando que somos, desgraçadamente, geneticamente inclinados para o crime acima de todos os sensos morais de um povo, de uma Nação, não poderia desembocar senão num oceano de corrupção. E foi o que aconteceu. Os aposentados eram sistematicamente lesados e passados para trás.

E aí vieram os Militares, em 1964, com o que os comunistinhas de nada e a Imprensa Safada denominaram de Anos de Chumbo. Eles, Os militares, decidiram que era tempo de colocar ordem no galinheiro e espantar as galinhas de bicos largos e papos gulosos. Para isto, criaram uma Comissão que devia estudar e unificar todos os IAPA’s numa só organização. E foi assim que Eloah Bosny, em 1966, pariu o I.N.P.S. – Instituto Nacional de Previdência Social.

Pronto. Agora, você que ousou me ler, forçado que está sob a pressão dos atuais políticos, os quais jogam sobre nossos ombros seus desmandos e desfeitos a fim de que não os consertemos, mas paguemos os roubos trilionários que fizeram em nosso Erário Público, agora, repito, você já sabe um resumo da História do Instituto ao qual, querendo ou não, no futuro você estará dele totalmente dependente. Principalmente se você é assalariado. Mas sua cultura deve aprofundar-se um pouco mais, pois do conhecimento do que aqui eu resumo vai depender sua reação ao que os políticos de hoje estão fazendo com o seu futuro.

Em 1974 foi fundada a Dataprev. Em 1977 foram fundados os hoje extintos Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SIMPAS), Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) e o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS). Em 1990, o INPS se fundiu ao IAPAS para formar o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O INAMPS, que funcionava junto ao INPS, foi extinto e seu serviço passou a ser coberto pelo SUS.

Tudo isso que relatoriei acima aconteceu durante os Anos de Chumbo dos comunistinhas de p. n. Em 1985 o nosso Poder deixava de estar nas mãos dos Militares e retornava para as mãos dos Civis. E deu no que deu…

Eu acredito que você tem o DEVER de conhecer a Lei que criou o Instituto Nacional de Previdência Social – INPS, pois quando a História é abolida do conhecimento do povo de uma Nação, esta Nação perde sua Identidade. O resultado é esse aí que nós vemos diariamente nos noticiários das televisões. Então, eis aqui um “tiquinho” da Lei que criou o INPS:

DECRETO-LEI Nº 72, DE 21 DE NOVEMBRO DE 1966.

  Unifica os Institutos de Aposentadoria e Pensões e cria o Instituto Nacional de Previdência Social.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe é conferida pelo art. 30 do Ato Institucional nº 2, de 27 de outubro de 1965, combinado com o art. 2º do Ato Complementar nº 23, de 20 de outubro de 1966,

DECRETA:

Art. 1º Os atuais Institutos de Aposentadoria e Pensões são unificados sob a denominação de Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).

Art. 2º O INPS constitui órgão de administração indireta da União, tem personalidade jurídica de natureza autárquica e goza, em tôda sua plenitude, inclusive no que se refere a seus bens, serviços e ações, das regalias, privilégios e imunidades da União.

Art. 3º O fôro (= órgão Legal para julgar e dirimir questões relativas ao Instituto) do INPS é o de sua sede ou da capital do Estado em que houver órgão local, para os atos deste emanados. O réu será acionado no fôro de seu domicílio.

Art. 4º O INPS será dirigido por um presidente, nomeado em comissão pelo Presidente do República, por indicação do Ministro do Trabalho e Previdência Social.

Art. 5º Ao presidente do INPS são conferidas atribuições gerais de gestão do Instituto, na forma que o regulamento dispuser.

Eu defendi, e ainda defendo, a tese de que o atual INSS não seja mantido como órgão da Administração Indireta do Governo Federal, mas sim uma Entidade Previdenciária administrada e regida pelo sistema legal privado, mas estreitamente vigiado e fiscalizado pelo Ministério Público Federal e pela C.G.U. – Controladoria Geral da União, no que diga respeito às Auditorias obrigatórias a todas as entidades públicas e privadas; bem como à Ouvidoria totalmente aberta ao acesso do cidadão previdenciário para denúncia e reclamações; à Correição (punição de infrações disciplinares dentro da Administração Privada do INSS) e, através da fiscalização contínua da Polícia Federal sobre os indivíduos eleitos pelos segurados, atuando na prevenção e no combate sem tréguas à corrupção dentro do Instituto. A interferência da CGU ficaria contida dentro do âmbito da Ouvidoria, das Auditorias Anuais e da Fiscalização Policial, para verificar o emprego que a Administração do Instituto de Aposentadoria dos Brasileiros faz da imensa fortuna colocada sob sua guarda e gerenciamento. O Estado não pode deixar totalmente nas mãos de administradores civis o dinheiro do povo, mas também não pode manter controle absoluto sobre ele, visto que se trata de uma POUPANÇA de todos os brasileiros ÚTEIS E ATIVOS NO TRABALHO EMPRESARIAL, que é totalmente desvinculado daquele, público.

Dinheiro é tentação. Muito dinheiro é muita tentação. Assim, a poupança previdenciária dos brasileiros tem de ser fiscalizada pelo Serviço Público Federal, visto que para isto a ele compete todo o Poder Corretivo. Mas a dinheirama do INSS não pode ficar sob a gerência Política exclusivamente, pois a tentação ao roubo é irresistível nos que são designados para lidar com tamanha riqueza.

Eu creio que consegui aclarar para os que me lêem o quanto de responsabilidade temos, todos nós, sobre a poupança que também é de todos nós. Agora, compete aos leitores DIVULGAR este artigo entre seus conhecidos, amigos, parentes e aderentes. Compete a todos debater o assunto, que é de vital importância para o futuro de cada um brasileiro, pois ninguém escapa à velhice e ninguém escapa à Lei de recolhimento mensal da poupança previdenciária.