TARÔ – AS CARTAS FALAM

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TARÔ - ARCANO 9 - O EREMITA

No Tarôt do Egito que eu possuo, eis o símbolo do Arcano 9.

Um acontecimento insólito com três indivíduos muito amigos levou um deles ao jogo de Tarô. O que narro é real, embora, por ética, não deva citar os nomes das pessoas envolvidas no drama. O acontecido é antigo, coisa de três anos ou mais um pouco. Mas a perda de sono e a lembrança daquele jogo me levaram a relatá-lo aqui, dia 31 de dezembro, final de ano, final de histórias.

Duas daquelas personagens têm os mesmos nomes, pelo que optei por designá-las por  T(1)  –  T(2) . Relato o caso apenas para que pessoas leigas possam vislumbrar o quanto o Tarô não é brincadeira. Os nomes dos que se viram envolvidos no acontecimento doloroso não serão mencionados porque os três envolvidos ainda vivem. Apenas três letras, então, os designarão: P- T(1)  –  T(2).

T(1) buscou ajuda no Tarô porque brigou seriamente com P, após um longo tempo sem que os dois se encontrassem. De gênio forte, T(1) se julgava traído pela interferência de seu amigo de modo que, para ele, tinha sido amargosa.  E de modo algum aceitava as explicações de P. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXXI: RUTH E ISH QERYOTH.

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JUDAS ISCARIOTES 1

Ele era um sicário. Conhecia o que era lutar de modo violento. Por isto, seu olhar era direto e penetrante e, também, destemido.

O pequeno grupo caminhava sem pressa. Ish Qeryoth tinha cuidados para com Míriam de Magdala, esposa de seu Senhor. Ela não dava mostras do cansaço, mas ele percebia que a mulher se ressentia ainda da pressa a que fôra obrigada por seu esposo. Todos iam calados, cada qual pensando no que tinham acabado de ouvir. Yehoshua sempre os colocava a pensar arduamente em novas revelações que lhes custava muito compreender. Aquela história de cada um deles ser trino parecia lógico, mas quando se parava para pensar com cuidado no assunto, ele se complicava e se distanciava da compreensão que tinham do mundo e das pessoas. Após meia-hora de caminhada Ish Qeryoth encontrou um lugar ensombrado para que descansassem. Era ao pé de uma grande lapa, cuja sombra se estendia por metros, até o outro lado da senda por onde andavam. O discípulo rebelde deixou o grupo assentado e se retirou, embrenhando-se por entre a mata de arbustos e espinheiros. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXX: YEHOSHUA A CAMINHO DE CAFARNAUM

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OS SINEDRITAS

Os rabis estavam desnorteados e com medo do resultado das pregações de Yehoshua.

Yehoshua afastou-se com sua família e seguiu com seus apóstolos e discípulos em direção a Tiberíades. Desciam para lá por sendas de pastores, quase desconhecidas da grande massa. Ruth, a irmã do Mestre, reclamou de seu modo de andar e ele arrefeceu as passadas, mas não muito. Mas após um tempo, foi a vez de Míriam, a esposa, também reclamar da rapidez com que seu marido obrigava o grupo a andar. Então, Yehoshua enveredou por entre a mata rala, andando devagar, mas por onde ninguém ainda havia passado. Tinha a intenção clara de evitar encontros com outras pessoas. Ia calado e sua face não denotava qualquer emoção ou qualquer preocupação. Parecia alheio ao seu redor. Os apóstolos e os discípulos, ao contrário, demonstravam grande agitação, mas nenhum se atrevia a falar.

A vilazinha estava em polvorosa. O que Yehoshua aprontara lá na sinagoga era o tema de acaloradas discussões, uns admiradores do Rei dos Reis; outros, opositores dele. Mas o certo é que sua ação e seu questionamento claro sobre como a Lei era interpretada pelo Templo em Jerusalém e pelos rabis nele sagrados era causa de querelas e discussões acaloradas. Os rabis que estiveram pregando na sinagoga se reuniam com Abel. Entre eles, também, havia grande querela. Quase todos eram contra Yehoshua e defendiam sua prisão imediata pelos soldados do Templo, mas Abel se opunha. Em dado momento, chamou todos à janela da casa onde se hospedava e que se situava numa elevação do terreno, dando para que se visse a praça a pouca distância dali e estendendo o braço, falou. Mais

FINALMENTE CHEGAMOS AO FINAL DE 2018. UM ANO HORRÍVEL EM TODOS OS SENTIDOS.

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DILMA SATÂNICA

“Tá começando a entender, né Mané? Nós somos uma classe unida, ao contrário de vocês que são um povinho de merda, desunido pra cara…!”

Não que os anos anteriores tenham sido bons, mas este ficou marcado pelo descaramento, sem-vergonhismo, caradurismo e falta total de ética dos políticos que lamentavelmente foram eleitos através de engôdos, enganos e achincalhamento da Moral e da Ética sem qualquer pudor, sem qualquer mínimo sentimento de Patriotismo pelos políticos e por seus afilhados. Para coroar a total falta de respeito pelos eleitores, Michel Temer ousou assinar a “Lei Áurea dos Quadrilheiros Políticos Brasileiros” e, embora a Presidenta do S.T.F. tenha feito uma pantomima de censura, está bem claro que os que foram presos serão soltos e sairão das cadeias sorrindo satisfeitos, certos de que, se políticos, voltarão a ser eleitos, gostem os eleitores ou não. Se empresários, estarão certos de que rapidamente o esquema de fraudes e assalto aos cofres públicos serão remontados, agora mais aprimorado e blindado contra qualquer tipo de polícia.

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXIX: YEHOSHUA VOLTA A PROVOCAR NA SINAGOGA

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Ele seguia o Cristo sempre curioso com o modo como ele se comportava.

Sábado. Cafarnaum estava fervilhando de gente. O comércio espalhava-se por todo lado e a sinagoga, naquele dia, tinha quatro itinerantes ansiosos para pregar. Sabiam estar no território do rebelde de Nazaré, o agitador que desmerecia o trabalho de todos eles, inclusive dos dirigentes do Templo em Jerusalém. Desafiá-lo e desmascará-lo publicamente era o desejo de todos eles. Entre estes, encontramos novamente o rabi Abel. Ele não desistia de levar avante a proeza que a cada dia parecia mais difícil. Via a popularidade de Yehoshua se alastrar entre o povo e, até mesmo, entre os legionários romanos, muitos deles curados, segundo contavam, pelo homem de Nazaré. Estudara com afinco os seus livros, muito mais do que vinha fazendo sua vida inteira e se julgava pronto para desbancar o milagreiro revoltoso.

Enquanto Abel se preparava para o que ele considerava o embate de sua vida, no palácio cedido por Pôncio Pilatus o casal Publio Lentulus e e sua esposa Lívia estavam no peristilo da mansão e em suas confortáveis cadeiras conversavam. Lívia dizia ao esposo que ainda tinha em sua recordação, bem vívidas, as palavras do Líctor de Pôncio Pilatus, Sulpício. Lívia dizia que ainda tinha em sua mente a figura do homem enlevado, quando relatava o milagre que o galileu fizera no filhinho doente. E a jovem patrícia repetiu de cor o que tinha ouvido: “Não sei se conheceis Copônio, velho centurião destacado na cidade a que me referi, mas cumpre-me cientificar-vos do fato por mim observado. Depois que a voz do profeta de Nazaré silenciou, o meu amigo lhe apresentou o filhinho moribundo, implorando quase aos prantos caridade para a criança que agonizava. Vi, então, o milagreiro de Nazaré, chamado Yehoshua, elevar os olhos radiosos para o céu, como se solicitando a bênção dos nossos deuses e, depois, as mãos envolverem a cabeça da criança. E mesmo que possa correr o perigo de me achardes tresloucado, vi que o filho de Copônio parecia haver experimentado um fluxo de vida nova, levantando-se de súbito, chorando e buscando o carinho paterno, após descansar no profeta os olhinhos enternecidos”… Mais

MANIFESTO DO PARTIDO BRASIL DA ORDEM E DO PROGRESSO.

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"Ama com Fé e Orgulho a Terra em que nasceste; criança, não verás nenhum país como este..."

“Ama com Fé e Orgulho a Terra em que nasceste; criança, não verás nenhum país como este…”

https://youtu.be/eO3oAmj3yBo

Ouça com atenção e leia com mais atenção ainda.

MANIFESTO DE CRIAÇÃO DO PARTIDO BRASIL DA ORDEM E DO PROGRESSO

GOIÂNIA – GO

Nosso Lema: Ordem e Progresso.

Nossa Diretriz Fundamental: “Todos são iguais perante a Lei, inclusive os Políticos”.

Nossa Luta: Pela Justiça; Pela Verdade; Pela Honestidade e pela Liberdade com limites democráticos, sociais, familiares e, acima de tudo, nas manifestações individuais ou coletivas, e CONTRA A IMPUNIDADE.

 Nossa Base de Luta: Um Brasil livre de corrupção, de corruptores e sem criminalidade de qualquer espécie.

MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO

cela-de-cadeia-brasileira

Resultado macabro da desídia dos Poderes Públicos para com nossa gente.

O povo brasileiro continua frustrado e abandonado pelos Poderes Constituídos. Desde mesmo o pós-militarismo de 1964 que nada mudou no Sistema Político de nosso país. A distância entre povo eleitor, Políticos eleitos e seus respectivos Partidos é tão grande que o Gran Canyon dos EUA se torna ínfimo perante ela. A autodenominada “Classe Política” se isolou, se encastelou no Poder e passou a acreditar que o Brasil é dela e somente dela. Que pode fazer o que quiser impunemente e sem consideração qualquer pela Nação Brasileira. Por sua vez, pressionados pelos Partidos Políticos através dos quais se elegeram, os Políticos cometem os mais baixos e vis crimes de lesa-pátria, e quando pegados em flagrante esperneiam e apelam para os mais criminosos e execrandos jogos políticos para se safar da Lei, vergonhosamente, no momento atual, contando com o apoio insultuoso de Membros do Supremo Tribunal Federal. A Lei, por sua vez, está caduca em todos os sentidos. Não temos mais Lei que seja respeitada em nosso País. Tudo é flexibilizado de conformidade com as necessidades execrandas dos Partidos e de seus Eleitos. Agora mesmo vemos o Presidente Tampão Michel Temer, do PSDB, pegado em gritante flagra de crime de lesa-pátria, usando dos mais imorais e vis meios para se safar da Justiça. Compra deputados com distribuição de verbas para Emendas Parlamentares que eles podem gastar como quiserem sem ter a obrigação de prestar contas sobre a utilidade pública de tais gastos. Além disto, entrega Ministérios e Cargos Públicos a Partidos Políticos na cara dos brasileiros que, impotentes, assistem apáticos a mais este crime inominável daqueles criminosos que constituem a imoral CLASSE POLÍTICA, coisa que só existe no nosso país. É a prática desavergonhada do criminoso e execrando TOMA-LÁ-DÁ-CÁ. E na calada da noite um assecla seu é flagrado correndo com uma mala de dinheiro, R$ 500.000,00, a primeira parcela de uma aposentadoria criminosa e vergonhosa, senão insultuosa, para o quadrilheiro-mor desta atualidade, o Presidente da República.

As verbas recebidas pela venda das consciências dos políticos corruptos significa que aquelas verbas, retiradas de nosso Erário Público à vontade pelo Presidente, foram repartidas entre os Partidos Políticos e os seus representantes no Legislativo e gastos em eventos midiáticos ou trabalhos específicos com fins eleitoreiros, como promover “rallys” de motos, por exemplo. O Município pode estar necessitando de rede de esgotos, ou de conserto de escolas, ou de ruas pavimentadas, ou de postos de saúde, mas o dinheiro da emenda parlamentar é gasto pelo Partido Político e seu representante no Poder com eventos puramente midiáticos e, não, de utilidade pública como devia. E em imoral escárnio ao eleitor, qualquer benfeitoria levada a efeito por um governante, principalmente se se trata de Prefeito, como a retirada de entulhos ou a coleta de lixo público ou a limpeza de um logradouro público, o Partido Político e o Político mesmo envolvido no trabalho colocam faixas onde é dita que “O POVO AGRADECE AO PREFEITO FULANO DE TAL OU AO VEREADOR SICRANO A BENFEITORIA X”, como se executar o trabalho para o qual foram eles eleitos fosse um favor aos eleitores. Uma inversão de valor totalmente absurda e insultuosa.

LULA DESCABELADO

“É mentira! É mentira! É mentira! Vou gritar até cair: é mentira! Sou a alma mais honesta deste país!” Caradurismo maior que este não há.

Nós tivemos no Nosso Poder Central, eleito para nos representar e administrar nosso Tesouro Público, o ex-Presidente Luís Inácio “Lula” da Silva, do Partido dos Trabalhadores, PT. Mas ele meteu os pés pelas mãos e montou um sistema de assalto a tudo o que implicasse fonte de dinheiro público e o fez em tão grande escala que simplesmente afundou o Brasil. Como se não bastasse, Lula desperdiçou bilhões de nosso dinheiro em benfeitorias em países estrangeiros, obras levadas a efeito por empresas corruptoras, como a Odebrecht e outras, de cujos contratos tanto o PT quanto o próprio Lula auferiram enormes propinas que os tornaram imensamente ricos. Este dinheiro jamais retornará ao nosso Erário, ao nosso Tesouro. Está perdido para sempre. Embora se dissesse ser um Governo do Povo e para o Povo, o que Lula fez foi lançar brasileiros contra brasileiros, usando a deletéria filosofia comunista arcaica do “nós contra eles”. Deste mal vamos demorar muito a nos livrarmos.

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Ela terminou de afundar o Brasil e vive nababescamente às custas de nosso suor. Como isto é possível?

E continuando a ação predatória dos eleitos pelo PT, tivemos a ex-Presidenta Dilma Rousseff que foi cassada, mas antes, terminou o desmantelo de nossa Política Pública. No entanto, nada melhorou com a saída destes dois políticos traidores do Brasil. Michel Temer, que substituiu em mandato tampão à Presidenta Dilma, está agindo pior, muito pior, contra o povo brasileiro. Suas Reformas são imorais, acintosas às liberdades dos cidadãos produtivos e um retrocesso de séculos nos direitos humanos e na defesa do Brasil. Satisfazem às Oligarquias Empresariais e Industriais, mas esmagam o empregado com mão de ferro. E tudo para repor o dinheiro que a “classe política” e seus partidos roubaram sem freios de nosso Tesouro. Nunca, antes, se viu, nem no Brasil nem no Mundo, a exacerbação do fisiologismo e da venda de Leis e Emendas Parlamentares quanto se viu acontecer e continua acontecendo nos governos petistas e neste, tampão, psdebista. Nosso País está sem rumo, sem governo, sem líderes realmente reconhecidos por nós. Temos, em NOSSO PODER, uma chusma de ladrões de colarinho branco que nos ridicularizam com pantomimas imorais cujo único objetivo é criar um cenário falso de Democracia, entidade que todos invocam enquanto cometem os mais abjetos crimes contra o Brasil. Alguns políticos têm realmente a vontade de servir ao país, mas o Sistema do Crime de Colarinho Branco é tão forte e tão tenaz que eles se sentem aprisionados em suas malhas e nada podem fazer. É o que acontece com Sérgio Zveiter, político do PSDB que sofreu os mais violentos ataques pelos que foram comprados por Temer só porque fez um relatório dentro da Lei e da Justiça em apoio à denúncia feita pelo Ministério Público do crime escancarado cometido por um assecla de Temer e filmado pela Polícia Federal, como já comentado acima, correndo com uma mala de dinheiro, a primeira parcela de R$ 500.000,00 semanais de uma sequência que se prolongaria por 30 anos, a serem pagas pelos mega-corruptores Joesley Batista e seu irmão, donos da JBS frigoríficos. E este é só um dos mega-escândalos protagonizados por políticos eleitos e seus Partidos.

Dificilmente uma face expressa tanta arrogância quanto a deste político brasileiro...

O Rei do caradurismo e do crime organizado de colarinho branco. Até quando?

Por tudo o que acima se relatoriou, o povo brasileiro está descrente da Política, a Verdadeira. E não é para menos. Nunca tivemos a prática da Verdadeira Política em nosso país e isto tem de acabar. Temos de nos unir contra o Sistema que a Criminosa Oligarquia Política vigente vem mantendo e fortalecendo contra nós, os eleitores. E esta união não pode ser no pensamento infantil de que não se deve votar mais, pois isto só dá reforço aos que já nos dominam.  Anular o voto não dá resultado porque a Lei diz que “o bandido” será eleito até com um único voto válido. Também não é formando grupos de “gritadores inoperantes” nas páginas de relacionamento, como o FACEBOOK, o YOUTUBE e outras; ou em passeatas que ao fim e ao cabo terminam melancolicamente, diferente de como começaram. Nada disto vai alterar um til no sistema que nos avilta, nos escraviza, vende nosso território ao estrangeiro e nos entrega à bandidagem livre em todos os níveis sociais de nosso povo. CHEGA! Nós estamos descrentes dos Partidos Políticos que se criaram após 64. Estamos descrentes e enojados de políticos apequenados perante o Brasil, como é o caso do Deputado Carlos Marun, defensor de criminosos traidores do nosso país; e Paulo Maluf, condenado até na França pelos crimes que cometeu aqui no Brasil, entre centenas de outros, que insultam tudo o que seja ético e patriótico; estamos descrentes de gente antipatriótica que só nos escandalizam e nos roubam sem punição séria. E é porque estamos descrentes do que aí está enraizado no Poder que é NOSSO, que conclamamos a Nação Brasileira a se unir para criar um Partido NOSSO, o Partido dos Brasileiros da Ordem e do Progresso. Este Partido deve ser a arma que vamos utilizar para colocar um fim no Sistema Político Podre que foi idealizado, estruturado e alimentado pelos Partidos Políticos envolvidos nas mais abjetas traições ao nosso País. O único modo efetivo de combater o Mal que nos envenena a Política é criando um mecanismo forte que se contraponha a ele. E na Política, este mecanismo forte deve ser um Partido que possa adentrar com força total o Sistema que aí está. E esta força não virá senão de cada um de nós, de mãos dadas e engajados ativamente no nosso Partido. Façamos do Partido dos Brasileiros da Ordem e do Progresso, o P.B.O.P., a máquina mortífera que, elegendo a maioria esmagadora dos Vereadores, nos Municípios; dos Deputados Estaduais, nos Estados da União; dos Deputados Federais, no Legislativo Nacional; e dos Senadores, na nossa Casa Senatorial, adentrará o centro de nosso Poder Público e esfacelará com o Sistema todo, colocando em seu Lugar o Brasil Livre do Crime Organizado de Colarinho Branco. Para sempre. O nosso país necessita de novos rumos na Política; necessita de uma esperança política que tenha novos planos para a criação de um Brasil pujante, seguro e livre do Crime de Colarinho Branco. Neste momento de nossa vida Política, onde se faz urgente mudanças radicais no Sistema que vige em nossa Política Nacional, por que não criar um novo partido político unido e forte, que pertença unicamente ao povo e a mais ninguém? Ele é a única arma de que dispomos para lutar contra o que aí está e nos esmaga. E é por termos a consciência da agonia em que se encontra o nosso povo que conclamamos os brasileiros à criação do verdadeiro Partido do Povo Brasileiro.

Justificativa

  • Por que?

Por que criar um novo Partido Político, quando já possuímos trinta e seis registrados e outros trinta e quatro na fila para conseguir registro? Nenhum país no mundo se iguala ao Brasil no que diz respeito ao exagero de Partidos Políticos em atuação e pretendendo registro. Por que há tanta gente cheia de vontade de criar partidos políticos, se todos os que já foram criados e estão aí, na direção de nossas vidas, só fracassam com o País? Pode-se dizer, sem medo de errar, que o Brasil chegou a esta situação aflitiva e calamitosa em que se encontra justamente por causa dos Partidos Políticos. Então, por que criar mais um?

A resposta não é simples. Para compreendê-la é necessário que a pessoa se distancie da balbúrdia em que o Sistema Político vigente no nosso Brasil da atualidade nos lançou desde o dia da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Esta balbúrdia consubstanciou-se na criação, implantação, manutenção e fortalecimento de uma Oligarquia Política nos moldes monárquicos, onde as famílias aristocráticas dominavam o povo iletrado, ignorante social, sem instrução escolar mínima, básica, que o capacitasse ao entendimento dos movimentos políticos que se faziam organizar sem sua participação direta.

 Mesmo desprezando o povo simples, os oligarcas não podiam dispensar sua mão-de-obra, pois sem ela não haveria produção de nada, visto que os oligarcas não trabalhavam senão no que lhes auferisse dinheiro de modo imediato e com bom lucro. Então, ironicamente, os oligarcas dependiam do trabalho do povo simples, humilde e desprezado. Este povo era que sustentava o país, gostassem ou não, os que se julgavam acima de todos e de tudo. As famílias oligarcas eram as donas das terras do Brasil, mas era o povo simples que a cultivava, plantava, colhia, empacotava e fazia todo o trabalho necessário ao comércio do produto. Mas na hora de embolsar os lucros eles não eram chamados para a partilha. Tudo ficava com os oligarcas. Como escravos, sob relho e crueldade; como artesãos simples; como pequenos produtores de manufaturas. O povo não lidava com intrigas e brigas por heranças milionárias nem pelo Poder Econômico-Financeiro. Ele se entregava com denodo e muita canseira ao trabalho realmente produtivo. E este sistema era muito bom para os oligarcas. Em resumo: o povo suava e a oligarquia festejava. Ainda hoje é assim.

A queda de braço entre oligarquia e plebe ignara (trabalhadores) vem de longa data no mundo todo e sua história é complexa e recheada de conflitos sangrentos. Foi no cadinho desta luta que nasceu um ideal político conhecido como Comunismo. E o idealizador fundamental do pensar comunista foi Karl Marx, que elaborou e promulgou o lendário Manifesto Comunista em 1848. O pensamento filosófico-político de Marx sofreu grandes reveses e grandes modificações e terminou por nos invadir na forma do Quasimodo com que nos deparamos em nossa atualidade. Não temos, a rigor, uma filosofia comunista verdadeira, mas temos uma filosofia baderneira sem qualquer objetivo que não a corrupção da Política pelos mais espertos, e concomitante apequenamento da Nação Brasileira. As Oligarquias nunca desapareceram de nossa terra. Ao contrário, elas se refinaram e se tornaram as donas do Poder Político Nacional que, segundo a Constituição de 1988, é do povo e deve ser exercido por representantes eleitos para ele e em seu nome. Mas não é o que acontece e a Mídia está aí, mostrando a cada segundo de nossas vidas que fomos divididos entre Zés Ninguéns e Oligarcas.

  • O COMUNISMO DO PT E A QUEDA DO BRASIL

No Brasil o pensar aleijado da filosofia Política Marxista consubstanciou-se no Partido dos Trabalhadores – PT. Nem é preciso que nós discorramos sobre o resultado de se colocar no Poder que emana do povo pessoas ou sem instrução e cultura, como Lula; ou instruídas e cultas, mas mal-intencionadas e viciadas em práticas enviesadas da Política, como Rodrigo Maia, Michel Temer, Aécio Neves e tantos e tantos outros.

Sem alguém realmente instruído e versado profundamente na Ciência da Politica Verdadeira, mas prenhe de indivíduos tacanhos, cheios do pensar errado sobre o que seja a filosofia de Marx, o PT perdeu uma chance de ouro de nos arrancar das mãos das oligarquias tradicionais. Apegados ainda à luta pelas armas; ao enfrentamento bruto e rude; à solução dos problemas político-sociais na base do manda quem pode e obedece quem tem juízo; à arcaica e dinossáurica filosofia do “nós contra eles”, os políticos petistas assenhorearam-se do Poder que é de todos os brasileiros numa disputa desarrazoada por dominar e mandar guiados pelo pensar estúpido do “nós contra eles” ou “dividir para governar”. Mas tão logo abriram as portas da “Caverna de Ali-babá”, o Olimpo das Oligarquias brasileiras que é o Planalto Central, deslumbraram-se com os rios de ouro na forma de dólares e reais a escorrer sob o comando de corruptores e corruptos. E esquecendo de qualquer mínimo propósito honesto que pudessem ter, os políticos do PT mergulharam fundo na roubalheira e afundaram o Brasil de tal modo que até as oligarquias se assustaram com o estrago que eles fizeram. E hoje, por paradoxal que pareça, são oligarcas velhos corruptos de marca que tentam retirar o país do buraco quase sem fundo em que o PT o atirou.

O Comunismo, o verdadeiro, encruou-se no tempo. Ficou para trás. E países como a China, que o adotaram tiranicamente, tiveram de se adaptar ao modo de vida da maioria dos países do mundo, que adotaram a Democracia como a filosofia política de seus governos. Lá se criou um Quasimodo diferente do que o PT criou no nosso país. Lá não há divisão entre as classes sociais, exceto uma: a classe dos integrantes do Politburo comunista e o resto, o povo trabalhador. Este, não tem direito a pensar e se o fizer e falar o que pensa leva bala e a família ainda tem de pagar por ela. Entre nós, o PT e seus líderes imaginaram impor-nos uma ditadura à moda de Fidel ou Maduro. Não vingou e jamais vingará, pois o Brasil é gigante e é impossível impor a uma gente tão livre um regime de tirania absoluta. Mas Temer nos mostra que é possível escravizar toda a Nação Brasileira à vontade de uns poucos e milionários empresários e industriários.

  • Nossa Situação Política Ultrapassou os Limites do Suportável

O Sistema Oligárquico desenvolvido por nosso Sistema Político, principalmente depois do advento da tomada do Poder pelos Militares em 1964, não impulsionou o Brasil par a frente, como se dizia que faria. Ao contrário, desde que os civis voltaram ao nosso Poder, entregaram-se a trabalhar afanosamente e com tenacidade na construção de um Sistema no qual o modo Oligárquico de vida voltasse com força total a dominar o nosso país. Nisto eles deixaram de ser brasileiros e passaram a uma classe à parte, pois o povo brasileiro não luta por nada que não seja seu pão-nosso-de-cada-dia. Conformado, acomodado e irresponsável, o povo brasileiro abriu todos os caminhos para que os espertos políticos do passado retomassem tudo o que os militares lhes tinham retirado, de volta. E com juros e correção monetária. O resultado está aí e não se pode negar. O primeiro ataque que fizeram, e com êxito, foi contra a Educação Escolar. O segundo, foi contra a Família. O terceiro foi contra a Segurança Pública. O quarto foi contra a Saúde Pública e, finalmente, o quinto foi contra a Infra-estrutura das cidades e das rodovias. Quebraram tudo. Roubaram todas as verbas a estes serviços públicos destinadas. E para consolidar a posse de nosso Poder, criaram o voto através de máquinas eletrônicas, que, como já foi exposto no FACEBOOK, pode facilmente ser manipulada para que os Partidos elejam o “carta-marcada” por eles, em detrimento dos candidatos escolhidos pelo eleitor. Pronto! Nós nos tornamos, por nossa própria desídia, escravos dos políticos oligarcas.

  • A Oligarquia Política, a Corrupção e os Serviços Essenciais.

Nosso País vem em crises administrativas sucessivas desde mesmo quando se pensou livrá-lo do regime imperial. No entanto, ao se tentar adotar um sistema político com base no ideal Republicano da igualdade de todos perante a Lei e com a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à segurança à propriedade, à cidadania, à dignidade da pessoa humana e aos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, como consta na Constituição de 1988, fracassou-se vergonhosamente. Quando se tentou a livre aquisição de bens e o compartilhamento de riqueza segundo os esforços individuais e coletivos, através da concorrência e da competição honestas, o que se fez foi sedimentar um sistema político arcaico, vicioso, fundamentalmente oligárquico que em sua essência não somente conserva como incentiva o viver segundo aquele sistema feudalista e dinossáurico. Pior que isto: um sistema que deu aso ao desenvolvimento, incremento, aprimoramento e inserção no modus vivendi político, de um mal que está-nos levando à bancarrota: a Impunidade. As Oligarquias não querem trabalhar no que devem, isto é: atendendo às cinco necessidades básicas mínimas do país: Educação Escolar; Infra-estrutura; Saúde Pública; Segurança Pública; Transporte Público. Nenhum destes serviços jamais alcançou um patamar mínimo capaz de satisfazer a população brasileira. No entanto, nós fazemos uma economia forçada, à custa de impostos escorchantes, chamada de Erário Público, justamente para que essa riqueza quase incomensurável seja aplicada a todos os municípios brasileiros. Mas isto jamais aconteceu. E se continuarmos sob o tacão dos oligarcas, jamais acontecerá.

Ao contrário do que devia ser feito, no quesito Segurança Pública estamos totalmente abandonados e à mercê de todo e qualquer criminoso que vagueie por nosso território. Eles nos matam sem dó nem piedade, enquanto nossos políticos se engalfinham no esforço imoral de se defenderem da Lei e da Justiça, escudados na infame Imunidade Parlamentar.

Embora a Constituição Brasileira diga que nosso Sistema Democrático fundamenta-se na Independência dos Três Poderes que os constitui, os políticos eleitos são os primeiros a desrespeitar esta norma “pétrea” da Constituição. Tão logo são eleitos largam o mandato que lhes foi outorgado pelos eleitores e vão trabalhar como empregados nas Secretarias Municipais e Estaduais; ou nos Ministérios Federais, de onde podem cometer os maiores crimes contra o país sem serem incomodados. E seus Partidos exigem cargos onde dependurar apadrinhados e eleitores que possuem grande número de “votos de cabresto” a ceder para o Partido, mas quase ou nenhum conhecimento válido para os trabalhos que o local requer. E se o possui, emprega-o vergonhosamente em benefício do Partido Político que o colocou ali, traindo vergonhosamente o país em que nasceu; e neste barco estão milhares de advogados eleitos por partidos políticos corruptos.

Embora alardeiem aos quatro cantos do mundo alguma obra que tenham iniciado e não terminado, como é o costumeiro, os políticos não ligam para o desperdício de nosso dinheiro. Até porque tais obras monumentais, como os Estádios de Futebol para a Copa do Mundo no Brasil, e a Cidade Olímpica, no Rio de Janeiro, serviram ao propósito principal de qualquer político ou partido político: desviar dinheiro público, de nosso Erário, para os bolsos dos eleitos e para seus partidos. Haja vista o que aconteceu com os governos petistas, dos Municípios à Federação, e ainda vem acontecendo, desde sempre, sob a batuta dos Manda-Chuva dos dois maiores partidos brasileiros: PSDB/PMDB. E isto sem citar a catástrofe administrativa que se abateu sobre o Rio de Janeiro, onde Sérgio Cabral criou a mais bem organizada quadrilha política de todos os tempos.

Tudo o que compete ao político, que larga sua função política no Poder Legislativo, para a qual foi eleito, e se atira gulosamente (forçado pelo Partido Político) a tomar conta de um órgão público no Poder Executivo, ele não realiza. Muitos não porque sejam corruptos de nascença, pois ninguém o é; mas sim porque estão prisioneiros do Partido pelo qual se elegeu. Exemplos nós temos de sobra no atual julgamento de Temer. Os Partidos implicados no fisiologismo psdebista impuseram a muitos de seus membros votar a favor do suposto criminoso (visto que a sua culpabilidade não ficou legalmente comprovada, segundo o complexo e difícil rito adotado para prender um colarinho branco), ou seriam punidos com rigor. Nesta condição é muito difícil encontrar algum político que faça a opção pelo Brasil e, não, pelo criminoso. Além das ameaças diretas, muitos políticos foram forçados a abraçar a causa vergonhosa do Presidente Tampão porque este lançou mão da mais criminosa e vergonhosa manobra política de que se tem notícia no mundo: distribuição de verbas para Emendas Parlamentares, um pomo disputadíssimo por Partidos e Políticos corruptos, visto que este dinheiro, que nos pertence, ao povo que somos nós, não tem cobrança direta sobre seu emprego em um dos cinco serviços obrigatórios dos governantes eleitos.

Vergonhosa e insultuosamente, as obras licitadas por milhões de reais são alardeadas com estardalhaço pelos Governantes entronados em nosso Poder. Mas todas, sem exceção, desde após 1964, sempre serviram para movimentar com força os braços da corrupção. Da licitação municipal àquelas Federais, os ralos por onde nosso dinheiro público escorre são inúmeros e quase indestrutíveis. Mas as verbas destinadas à realização de tais obras nunca são suficientes. A obra licitada começa com um valor X, e logo este valor aumenta para X(n), onde n corresponde aos inúmeros aditivos que aumentam quase geometricamente o valor inicialmente contratado. No entanto, por mais dinheiro que à tal obra se aloque, ela nunca é terminada. Com freqüência é simplesmente abandonada e não preciso citar exemplos, pois na internet qualquer brasileiro pode ter uma visão fotográfica e descritiva de um número quase infindável de tais crimes. Educação Pública; Saúde Pública; Segurança Pública; Transporte Público e Infraestrutura estão sempre no centro das promessas dos políticos, quando eles ainda são candidatos. Mas uma vez eleitos, suas promessas se esvaem como espuma ao ar. Por que?

Em primeiro lugar porque o objetivo dos Partidos Políticos não é, essencialmente, o uso das verbas destinadas a tais serviços obrigatórios do Poder Público eleito naquilo para que foram destinadas. Entre o Poder Central, de onde partem as verbas, até o Município ao qual elas se destinam, muitas mãos se estendem para abocanhar um bocado. Assim, quando chegam ao destino estão reduzidas a quase nada. O empreguismo público criminoso é o segundo maior ralo por onde escorre nosso dinheiro. Empregar eleitores “encabrestados” é vital para qualquer Partido que milite no Sistema Podre Político em que vivemos e ao qual estamos submetidos inexoravelmente. E o apadrinhamento criminoso não leva em consideração o conhecimento do seu protegido e sua adequação ao trabalho que deve executar no órgão público. O que interessa é garantir um trabalho com salário o mais inferior possível a uma grande massa de pessoas que, de tanto depender de tal favor criminoso do político e seu partido, termina por se tornar um campo de viciados incorrigíveis. E esta dependência de um emprego público ganhado gratuitamente a troco de votos se torna uma doença social difícil de se erradicar, mormente em Estados com pouco investimento e pouco desenvolvimento industrial e empresarial.

Por tudo o que foi dito acima e que é nada diante do que acontece em nosso país, urge que fundemos um Partido Político desvinculado do Sistema Oligárquico que vige atualmente e ameaça se perpetuar pelo próximo século. Este Partido se sustentará apenas e exclusivamente da colaboração mensal de seus afiliados. Ele não usará do vergonhoso Fundo Partidário para atender a qualquer necessidade sua. Periodicamente promoverá encontros com seus afiliados, nos municípios onde esteja firmado, para que suas executivas municipais informem o que está sendo feito em benefício da comunidade local e de outras em outros Estados da União, prestando contas da verba arrecadada, e solicitando a promoção de eventos que possam trazer mais verba para que o Partido possa realizar atendimentos emergenciais aos seus afiliados. Afora isto, o PBOP estará sempre e ininterruptamente cobrando dos eleitos que expliquem aonde foram parar as verbas destinadas aos municípios e postará nos jornais e revistas locais tudo o que acontecer com elas, inclusive entrando no Poder Judiciário contra os políticos que as malversarem. Tudo isto e muito mais nosso Partido terá a obrigação Estatutária de levar a efeito pelos afiliados. Os candidatos do PBOP não poderão ser lançados sem, antes, fazerem um curso sobre Política e Moral e Ética no Serviço Público, e terão de assinar documento comprometendo-se com o PBOP e, logicamente, com todos os afiliados do Partido, a não se envolver com os bandidos de colarinho branco e jamais lhes dar respaldo nas manobras de lesa-pátria, obrigando-se a denunciá-las mesmo que correndo perigo de vida. Nossos candidatos eleitos brigarão sem tréguas para levar avante os objetivos do Partido, exarado em seu Estatuto, que em breve aqui será disponibilizado para conhecimento dos interessados.    

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