“MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO”

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O meu também não, Yehoshua. De tanto ver triunfar as nulidades em todas as áreas do viver e do se comportar dos brasileiros eu sinto vergonha de ter nascido neste país. E cheguei à conclusão que o país onde nasci morreu faz é tempo e eu não me dei conta. Por isto estou ainda aqui, perdido, à procura do que não mais há entre esta gente rasteira: vergonha na cara, patriotismo, hombridade, honra, dignidade, respeito aos valores do País, família, coragem, Verdade, Honestidade e todos os bons atributos que dignificam a pessoa e o país onde ela nasce. Não há mais nada disto entre este povo que verdadeiramente deixou de ser brasileiro há mais de um século. De quem é a culpa? Dos Partidos Políticos? Não, pois eles são criações dessa raça degenerada. Dos Políticos? Não, pois eles são a continuação degenerada do que foi apodrecendo aos poucos ao correr dos séculos desde 1.500. A culpa é de cada uma pessoa que atualmente se diz brasileira. Ela e mais duzentos milhões de seus iguais moldaram a porcaria que, hoje, é motivo de zombaria e asco por gente que nem merece o nome de gente, como os muçulmanos radicais. A culpa é da mentira de todos os séculos, a tal DEMOCRACIA que, criada pelos velhos gregos, foi “ensovacada” pelos norte-americanos e reformada para ser a praga que eles espalham pelo mundo e onde, em sua prática, só eles ganham e o resto perde.

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EU RENEGO A DEMOCRACIA REPUBLICANA OU A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA. SÃO SISTEMAS FALIDOS, APODRECIDOS POR CORRUPTOS…

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Abaixo a Democracia Americana no Brasil. Abaixo o Comunismo Tupiniquim criminoso e aleijado. Acima um Partido Político que defenda o dístico: O BRASIL PARA OS BRASILEIROS.

E esta podridão acontece no mundo todo. Onde se diz que há Democracia o que se encontra é libertinagem em lugar de liberdade; é concorrência desleal em lugar do respeito ao direito do próximo; é a escravidão de muitos a poucos espertalhões e quadrilheiros; é o endeusamento de desvios morais e comportamentais em nome de uma Liberdade que, na verdade, é um estado de desordem que os assim chamados “políticos” manipulam muito bem, com vistas a lucros pessoais fabulosos. A Democracia é uma deslavada MENTIRA em todos os séculos por onde transitou. Sempre descamba para a baderna, a corrupção e o crime da escravatura de um povo a um punhado de gananciosos apegados arraigadamente ao sistema oligárquico, o único que vingou onde quer que se tenha introduzido a tal Democracia. Principalmente se esta vem trajando roupa listrada de vermelho e azul com estrelinhas brancas. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXXX: YEHOSHUA APROFUNDA O ENSINAMENTO SECRETO DE SEUS APÓSTOLOS.

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A VERADEIRA FACE DE JESUS...

Homem ou Deus? Ou será que Ele foi Deus em um Homem?

Fazia uma semana que Yehoshua estava em Caná, vilazinha agitada devido à proximidade com a muito bem estruturada cidade comercial de Cafarnaum, desde quando se irritara com a multidão desejosa de ajuda para lucros materiais. Seus apóstolos estavam em sua companhia, mas os discípulos tinham sido dispensados pelo Mestre. Os ensinamentos que desejava ministrar era restrito àqueles que escolhera para difundir pelo mundo daqueles tempos a sua palavra. Hospedava-se na casa de um amigo de seu pai, Yoseph, e ali, ao abrigo da multidão e longe de sua família, ele ensinava aos seus apóstolos a doutrina que desejava que estes apregoassem aos mais longínquos recantos da Terra. E lhes dizia que seu tempo entre os homens estava findando, por isto precisava muito que eles aprendessem o máximo de seus ensinamentos a fim de que eles não fossem deturpados pelos que os seguissem. A fundamentação de sua doutrina estava na sentença de Hilel, rabi chamado de O Babilônico, que havia dito: “Não faças ao teu próximo o que não desejas que se faça a ti”. A fim de não fazer cair sobre os ombros de seu hospedeiro toda a despesa com a alimentação de si mesmo e a de seus apóstolos, ele os enviava, pela manhã, para a vila a fim de pedir ajuda em seu nome. Sempre voltavam com dinheiro e mantimentos. Estes, eram entregues ao amigo que o recebera em casa, e o dinheiro era passado a ish Qeryoth, para que dele dispusesse em atendimento às necessidades do grupo de escolhidos, bem como às famílias daqueles que eram menos aquinhoados pela sorte. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXXIX: A IRA DO REI DOS REIS

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Sua autoridade assustava e sua ira podia abalar até o tempo.

Yehoshua passou por Nazaré sem se deter e continuou em direção a Caná. Seus discípulos o seguiam, ainda sob o choque do susto que tinham acabado de sofrer com a chegada de Abel e os legionários. Atrás deles vinha um grupo de setenta e dois seguidores, aos quais Yehoshua chamava de discípulos e atrás dos discípulos uma centena de miseráveis e curiosos, todos esperando algo milagroso do Senhor. Yehoshua ia irritado com a turba que o seguia. Percebia claramente a intenção deles de se aproveitarem de uma parada para o cercarem a fim de obter algum milagre que fosse além do físico. Por exemplo: o mercador de porcos vinha com a idéia fixa de obter do Mestre que um anjo do Senhor o ajudasse a aumentar seus lucros, salvando os porcos da morte que reduzia drasticamente a vara de animais de sua posse. Uma mulher que criava galinhas e patos tinha desejo semelhante. Um árabe queria que o Mestre fizesse sua tenda mais atrativa para as mulheres e lhe aumentasse a clientela para que ele pudesse pagar pela compra de novas esposas. E assim muitos outros. Da saúde física, já passavam para os lucros materiais. A presença daquela gente irritava sobremodo a Yehoshua e ele se continha para não explodir e dar mau exemplo aos seus apóstolos e discípulos.

JUDAS ISCARIOTES 1

Ele seguia o Cristo (Profeta) sempre confuso e maravilhado. Compreendia-o bem mais que os demais apóstolos e tinha por estes grande desprezo, o que desagradava a Yehoshua.

Atento ao seu Senhor, Yehudhah caminhava ao lado de Yehoshua quase lhe adivinhando os pensamentos. Intimamente sorria de seu Mestre. O que ele queria? Que os judeus se contentassem com milagres físicos somente? Eram um povo ganancioso e mentiroso e ele aprendera a enxergar isto na companhia do próprio Mestre. Antes, tinha a seu povo como o escolhido por Deus. Mas na medida em que ouvia as falas de Yehoshua e passava pelas estranhas experiências que ele fazia a todos os seus apóstolos experimentarem, aprendia que realmente estavam ao lado de alguém que não era deste mundo. Não sabia dizer de que mundo Yehoshua era, visto que Míriam, sua mãe, dizia naturalmente que ele fôra concebido sem a concorrência de um homem para isto e que antes de seu nascimento coisas estranhas tinham acontecido. Se assim fôra, por que ele havia crescido sem ser notado? Ah, sim. Ele havia ido para terras distantes e de lá só regressara com trinta anos de idade. Será que fôra nas tais terras da Índia que ele adquirira aqueles poderes? Tinha percebido claramente que os hebreus bem mereciam o castigo da submissão aos arrogantes romanos, pois em nada diferiam destes nos quesitos arrogância, violência, traição, mentira e ganância. Mas também tinha percebido que árabes, sírios, nabateus, egípcios, todos os povos, todas as gentes, eram absolutamente iguais aos hebreus. Nisto, seu Senhor estava certíssimo: todos eram iguais perante o Pai Celestial. Iguais em ganância, em mentira, em egoísmo, em traições as mais abjetas. Iguais, enfim, no que não prestava aos olhos do Pai Celestial a que Yehoshua tanto se referia.

— Não gostas do que eles pretendem te pedir, não é?

A pergunta de Yehudah pegou Yehoshua de surpresa e ele olhou para seu apóstolo com o cenho franzido.

— Digo, da ralé que te segue desejando o que tu certamente não lhe darás.

— Sim, não gosto deles — Confirmou o Mestre contendo a irritação.

— Então…

— Então? Então o quê?

— Já leste meu pensamento. Eu sei disto.

— Não, não li. Eu ouço o que tu pensas tão claramente quanto quando tu falas. E ouço, também, os pensamentos de todos eles e isto, sim, me perturba. Não gostaria de os ouvir. São mesquinhos, egoístas e tolos.

— Tu disseste: “Pedi, e se vos dará. Porque todo o que pede, recebe”. Abel, o rabi, tem explorado isto contra ti. Segundo ele, já que tu és o filho de Deus, então, que faça cumprir o que prometeu. E tu prometeste dar, quando te fosse pedido. A ti ou ao… Nosso Pai Celestial. Aquelas víboras lá atrás entenderam isto ao pé da letra e o infeliz do rabi Abel escancarou mais ainda a porta da incompreensão para eles. Acham, em suas mentes tacanhas, que podem pedir o que quiserem ao Pai Celestial e a Ti, Seu filho, e receberão o que desejarem. Através de tua boca, acreditam eles, saiu um compromisso de Jeovah para com a súcia. É por isto que te seguem como moscas varejeiras seguem o gado. 

Os outros discípulos se acercaram mais para ouvir o que conversavam Yehudah e Yehoshua. Este, nada disse. Continuou sua marcha em passo forçado para tomar distância das incômodas varejeiras humanas.

— Senhor — disse Cefas — O que pretendeis fazer com eles? Não nos vão deixar em paz…

— Nada, Cefas. Eles já fizeram por si o que não deviam ter feito.

Quando a contrariedade o irritava sua aura chegava além do limite alcançado pelas nuvens. Por isto, as ondas emocionais que dele emanavam podiam abalar a Natureza Natural.

E Yehoshua parou. Estavam num descampado, onde poucas touceiras de arbustos cresciam. Ele permaneceu esperando que a turba se chegasse. E ela chegou e o rodeou, ávida por milagres e desejosos de lhe pedir bens materiais e riquezas mundanas. Lucros nos negócios; mulheres belas em suas alcovas; prosperidade nos empreendimentos, a morte para seus desafetos, a desgraça para os romanos odiados e muito mais. Yehoshua permaneceu de pé, silencioso e olhando para a multidão. E cada um sentiu como se aqueles olhos lhe penetrassem fundo na própria Alma. E muitos se sentiram incomodados e já arrependidos de terem ido até ali. A bulha cessou totalmente e se podia ouvir o zumbir dos insetos, tal era o silêncio expectante. Então, o Rei dos Reis falou.

— Eu vos disse: Não queirais entesourar para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam.” No entanto, vós tendes ouvido os maus conselheiros que vos impressionam porque vestem roupas luxuosas e vociferam ferozes ameaçando-vos com o fogo da geena eterna. Nada podem fazer além de crocitar como corvos e rosnar como lobos velhos e desdentados que realmente são. Dizem-se pastores de almas e, no entanto, são menos que os vermes que se movem sob a terra aos olhos de nosso Pai. Qual deles vos curou os males do corpo e vos limpou as consciências pesadas? Eu vos respondo: nenhum! São covardes e se escondem atrás de vossos desesperos e vossos ódios contra vossos irmãos. Só em uma cousa sois iguais vós e eles: na ganância do que não vale nada.

—Desejais milagres que vos curem de vossos males físicos, mas quando estais curados ides praticar os mesmos vícios que vos premiaram com os males que vos trouxeram até mim; desejais favores de nosso Pai Celeste, mas a Ele não dedicais nem um momento de vossos dias; desejais conforto para vossos leitos e vossos lares sem oferecer ao Pai nada de bom em merecimento de Seus favores; desejais concubinas para vossas tendas e vossos prazeres animais, como se elas não tivessem sentimento nem fossem humanas; desejais progresso para vossos negócios sangrentos, pois que negociais com a Vida de vossos irmãos a que chamais animais e que, no entanto, não podeis fazer nascer senão o Pai que é o Senhor da Vida. Mas o que há de errado em todos esses desejos vossos? Dizei-mo, que eu espero.

Pesado silêncio se fez. Bem mais pesado do que o silêncio de antes, pois Yehoshua, ao falar, mostrara que podia ver no íntimo de todos eles, principalmente dos estrangeiros, atraídos para ele em busca de vantagens materiais. Não que entre o povo hebreu não houvesse quem também pensasse mais nos bens materiais e na concupiscência do que na contrição e na abstenção de desejos mundanos e vis. Ninguém falou e muitos se lamentavam por estarem em um descampado de onde não podiam se escafeder sem serem percebidos.

— Não vejo um grão de fé em nenhum dos corações que me rodeiam. Não vejo senão desejos egoístas e animais. Não vejo a doação de um mínimo de tempo numa oração que vos eleve até nosso Pai Celestial. No entanto, quereis os tesouros dos céus. Por acaso pensais que Aquele a quem chamais Jeovah é vosso criado? Que Ele está aí para vos servir em vossos desejos vis e imundos? VÍBORAS! INDIGNOS DE MEU PAI! O que fazeis andando atrás de mim como cães famintos, ainda que de barriga cheia? Desejais a lepra? Eu vos posso dá-la. Desejais a loucura? Também vos posso presentear com ela, pois eu vos disse: Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e se vos abrirá” Mas deixei para vós compreender que antes de pedir é necessário ofertar; que é preciso e indispensável fazer por onde merecer que meu Pai vos deixe encontrar o que buscardes; deixei por vossa conta entender que só podeis bater se fizerdes por merecer que vos atendam. Eu vos disse: “A Casa de Meu Pai tem muitas moradas”. Mas vós nada entendestes do que eu quis que compreendêsseis. Se há muitas moradas, é preciso saber em qual porta bater, pois se se bate na porta errada muita dor e arrependimento poderá sobrevir ao descuidado e incauto.

Aprendei a pensar por vossa Mente que ela é vossa e é soberana. Não vos deixeis guiar por tolos e cegos, pois quem segue ao cego com ele cai no precipício. Entenda quem tem mente de pensar e compreender. Agora, IDE-VOS! AFASTAI-VOS DE MIM, POIS SOIS INDIGNOS ATÉ DO RASTRO QUE MINHAS SANDÁLIAS DEIXAM NA ESTRADA QUE PERCORRO!

Um tremendo trovão ribombou no céu e seu som reboou pela terra e se distanciou do grupo como se corresse mundo entre os homens. Gritos de susto e medo se ouviu e a turba debandou.

Apóstolos e discípulos olhavam atônitos para o céu límpido, onde nem um único fiapo de nuvem passava tangido pelo vento. Yehoshua encetou novamente a caminhada rumo a Caná, onde pretendia descansar na casa de um amigo de seu pai, Yoseph. Durante toda a viagem a pé não trocou uma única palavra com os que o seguiam, todos temerosos de sua ira, pois todos estavam certos de que fôra ela que tinha feito ribombar o trovão num dia limpo e sem vento de tempestade.

E estavam certos.

Não demorou nem um mês para que, em Tiberíades e Cesaréia, cidades de grande comércio e por onde passavam todas as caravanas vindo dos mais distantes rincões da Terra, às margens do Mar da Galiléia, os comerciantes gregos andassem dizendo que o mago de Jerusalém era filho de Zeus; os romanos afirmavam que ele era filho de Júpiter e  os nórdicos diziam que ele era Thor…

Abel tomou conhecimento, no dia seguinte, do estranho fenômeno que ocorrera quando Yehoshua se enfurecera contra os pecadores que o seguiam. Sua mente maligna logo tratou de pensar como tirar vantagem daquilo em proveito de seu projeto de dominação do povo hebreu…