EM QUEM ACREDITAR?

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Nossa Política está como o chão nordestino: SECA!

A boataria corre solta pelo mundo cibernético brasileiro. Generais falaram ou não, com Toffoli quando o Ministro Marco Aurélio de Mello soltou aquela bomba que pôs todos os bons brasileiros em alerta? A primeira notícia dizia que sim. Um general teria telefonado para o Presidente do Supremo em nome de um punhado de outros e literalmente teria encostado o Ministro na parede num explícito “ou dá, ou desce”. Agora aparece um desmentido do Exército negando o ocorrido. Se não foi verdade, então a alternativa espantosa é que o “vermelho”(?) Dias Toffoli enxergou o povo brasileiro e o defendeu de um desastre monumental devido a uma canetada maldosa, traidora e criminosa. Aliás, a respeito disto, já escrevi aqui minha revolta contra Marco Aurélio, embora reconheça que seu treinamento é para prender-se ao estrito e estreito conteúdo da Lei e, não, da Justiça.

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Eles ainda não morreram. E não saíram de cena. Agirão por detrás dos panos e por debaixo das mesas. Então, não devemos descuidar-nos de suas peçonhas.

A Mentira é arma de dois gumes. As forças Armadas também se servem dela como instrumento de desorientação de alvos aos quais pretende atingir. Veja-se a História da Humanidade e se comprovará facilmente o que digo. Neste momento perturbado porque passamos nós enquanto Nação, o maior de todos os pecados do homem está no auge de seu poder sobre todos nós. Mentem os vermelhos. Mentem os marrons. Mentem os Verde-Amarelos. Mentimos todos, temos de admitir. Em casa, no trabalho, em qualquer lugar onde o “sapato aperte nossos calos”, pois no fundo somos todos COVARDES. Em quem acreditar?

Leio hoje, 24/12/2018, agora, 1 hora e 46 minutos da madrugada, no R7, que a Ministra da Agricultura, um membro da elite do agronegócio e afins, deseja retirar a fiscalização diária sobre os frigoríficos brasileiros. Numa declaração oniróide (para quem já não mais sabe Português, oniróide quer dizer “que tem forma de sonho”) a Ministra “escolhida” por Bolsonaro defende a mirabolante tese, segundo o R7, de que  “Simplificação não é precarização. Com responsabilidade e seriedade, vamos dar agilidade e reduzir custos. Com o autocontrole, a responsabilidade é do produtor, seja sobre os equipamentos, seu pessoal ou sobre a qualidade do que tem de sair dali. Ele deve cumprir a regra, o que ele terá de fazer é seguir um protocolo detalhado. (…) “A fiscalização do Ministério será uma auditoria feita de tempos em tempos. Se achar que não está bom, vai lá toda semana.” Vamos pensar? Cometer todo tipo de enganação ou todo tipo de tentativa de ganhar muito oferecendo o máximo de produto sem qualidade (e até perigosos, quando se trata de alimentação) é a marca registrada de todo empresário brasileiro, seja ou não do Agronegócio. “Nossos” produtores desta área devem estar dando pulos de alegria. Reduzir Custos é a fórmula de ouro para qualquer produtor brasileiro. Não uma redução honesta, bem feita e adequada a um Mercado Sadio, nada disto. No nosso país, onde o Governo pesa feito um elefante sobre os ombros de qualquer um que ouse ser empreendedor em qualquer área de trabalho, reduzir custos leva a dois caminhos irremediavelmente:

  1. A opressão sobre o trabalhador, obrigando-o a trabalho escravo;
  2. Ao cometimento ativo da Corrupção;
  3. À prática da Mentira Institucionalizada: dizemos que fazemos, mas só dizemos.


Segundo o R7 a Ministra teria dito que “o modelo atual limita a autonomia dos frigoríficos. Hoje, segundo ela, a produção não pode ser ampliada para o fim de semana porque os fiscais do ministério não trabalham sábado e domingo e não podem receber hora extra. “Com essa medida, não tem problema nenhum, pode trabalhar sábado domingo, à noite, três ou quatro turnos”, disse. “Isso é o que esse governo novo quer implantar, onde puder. “Cada um tem de tomar conta do seu pedaço, com responsabilidade.”

Até onde sei, as Leis Trabalhistas se tornaram muito favoráveis à exploração escrava da mão-de-obra no nosso país, depois da tal Reforma Trabalhista do traidor Temer secundado pelo seu assecla mais ativo, Rodrigo Maia. O empregado (público ou não) não tem mais qualquer garantia. Se não corresponder ao nível de produção com o máximo de sacrifício e o mínimo de retribuição, pontapé no traseiro e outro em seu lugar – no caso de empregado no Mercado; se não atender às trampolinagens dos Políticos ou de seus Partidos, aos quais deve seu contrato de trabalho pelas Leis Trabalhistas para preencher vaga no serviço público inadequadamente, também leva um baita pontapé no traseiro. É simples assim. Ao que parece Tereza Cristina endossa plenamente esta filosofia retrógrada no que diz respeito ao trabalho no campo. Fala como se delirasse e realmente acreditasse na honestidade dos agros exploradores. Eles são humanos e, pior, são brasileiros. Estão viciados na MENTIRA, na GANÂNCIA e na CORRUPÇÃO. Como esperar que sejam honestos de algum modo?

Não é de espantar que a Ministra endosse a filosofia retrógrada à qual os políticos recorrem quando querem esconder uma manobra sem-vergonha e traiçoeira, visto que nosso país tem andado de marcha-a-ré desde que os Fernandos (Collor e Henrique) subiram ao Poder pela primeira vez. A partir de suas quedas os enrustidos (e ansiosos por Poder também) trataram de mandar para a frente a tal reforma trabalhista. E deu no que deu.

Bolsonaro, de certo modo, avaliza as idéias desta senhora. Isto, no meu míope entendimento, é bater palmas para o Neoliberalismo livre, leve e solto em nossa terra, baseando-se numa honestidade de propósito que não temos, vamos confessar. Nem F.H.C. ousou tanto, embora se tenha esforçado ao máximo para fingir que sim. Por este caminho um dia dá-se um fim ao INSS e os idosos do Brasil vão levar a breca, pois a filosofia norte-americana, de aposentadoria através de bancos, aqui não vai dar certo com toda a certeza. Bancos brasileiros só querem encher a burra dos investidores e estes são, na maioria esmagadora, do Primeiro Mundo. E os que vivem no Primeiro Mundo estão fazendo e andando para as agruras dos que vivem no Terceiro Mundo. E nosso País nunca saiu deste atoleiro.

Posso estar sendo pessimista porque estou estafado. O calor aqui no Centro-Oeste está sufocante. E nesta Capital, então, ele começou fazendo a farra. Não é à-toa que não consigo dormir e estou aqui, agora já 2 h e 11 minutos da madrugada, a bisbilhotar no Papai Google as fofocas verdadeiras e falsas, em vez de estar descansando como seria o natural para quem já beira os oitenta. Mas não é somente o cansaço e a falta de sono que me levam ao pessimismo com relação aos destinos futuros de meu país, de minha gente. Embora tenha votado em Jair Bolsonaro, isto não fez de mim um “bolsonarista” de carteirinha. O capitão tem de provar que veio em defesa do povo que o elegeu e, não, em defesa dos sonhos das elites gananciosas nacionais e internacionais. Ter-se cercado de generais não me convence de nada, visto que na classe militar também há corruptos de carteirinha. Não que eu esteja acusando alguém, dentre os escolhidos, de ser isto. Apenas relato um fato concreto, que os bons militares não podem negar nem o negam.

Nós temos dois inimigos de peso: um, o Legislativo Corrupto e Vingativo, comandado pelo “Gordinho Raivoso”; o outro, o STF onde militam dois ou três vermelhos descarados, bem como despudorados defensores dos Comandos Criminosos e Assassinos que arrebentam nossa liberdade e nos fazem prisioneiros em nossas próprias casas, enquanto as nossas cidades se tornam suas, absolutamente suas. Ambos estes inimigos já deram o tom em que pretendem tocar a música pela qual toda a Nação Brasileira vai dançar, gostando ou não. Jair Bolsonaro terá estofo e apoio político para enfrentar tais gigantes da traição ao Brasil? Eis a questão.

Não será nada fácil para o Capitão enfrentar o tsunami que os “vingativos derrotados” lhe armaram logo no começo de seu governo. Ele terá de ser absolutamente cauteloso, ardiloso e, até mesmo, subterfúgico em algumas de suas manobras a fim de colocar os pingos nos ii. Não nos esqueçamos de que Bolsonaro tem uma grande parcela representativa na NOSSA CASA LEGISLATIVA. Mas há a considerar dois adversários de peso. 1º) Estará sozinho, pois a quase totalidade dos brasileiros que lhe deram apoio e o aplaudiram, agora vão buscar o refestelo de um lar e esperar que o Capitão, sozinho, vença a guerra que é de todos nós. Estão satisfeitos por terem “cumprido com sua vingança raivosa: deram uma surra nos ladrões de colarinho branco”. Engano terrível. Ninguém vence uma luta só porque jogou seu adversário na lona uma vez. Ele se levanta e vem com muito mais gana e mais cautela à batalha de novo; 2º) há uma grande parcela de deputados “vermelhos” pululando na NOSSA casa legislativa. A maioria com o rabo preso na lava-a-jato e o restante saltando miudinho para tentar livrar o seu. Deste modo, a resistência e as manobras sujas para atrapalhar as boas medidas que Bolsonaro deseje implantar serão intensas e perigosas. Ou ele “tratora”, ou… sei não… Estes adversários contam com o apoio disfarçado dos revoltados, como é o caso do Gordinho Raivoso, ainda Presidente do NOSSO Legislativo. Ele deverá perder a Cadeira Quente da Casa, mas nem por isto deixará de ser uma víbora em plena ação entre os seus pares. E uma víbora solta dentro de nossa casa é de tirar o sono…

Mas agora não há como retroagir. Bolsonaro terá de arregaçar as mangas e mergulhar no poço de m… gostando ou não. E vai arrastar consigo um general de maus bofes, graças a Deus. Se o Capitão der mostras de que não vai conseguir vencer a Hidra, então, que o General de maus bofes o faça.

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Nós estamos como esse homem aí: navegando na imundície política.

Para o nosso bem.

Para o bem de nossa prole.

Para o bem do futuro de nosso País.

AMÉM.

PAPAI NOEL NEBULOSO GRAÇAS AOS OLIGARCAS INCONFORMADOS CONOSCO.

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Que esta corja nunca mais tenha voz nem Poder em nossos destinos. Que morram sem deixar qualquer mínima saudade em nossos corações. Finalmente, que o Diabo os tenha para sempre.

Nunca, antes, foi tão longo o mês de dezembro. Parece que seus dias se encompridam e o mês se arrasta como cobra com a barriga cheia. Parece que Dezembro de 2018 está oferecendo aos oligarcas frustrados com o resultado das urnas tempo para que façam todas as armadilhas possíveis contra o Presidente escolhido pelo povo.


Fico pensando que eles, como seres humanos da mais baixa condição Moral e Ética, como Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, contando com aliados de peso jurídico, como Levandowsky e Gilmar Mendes, entre outros, têm todo o direito de tentar prejudicar aquele que jamais teria qualquer oportunidade no jogo sujo político da corrupção. Eu me refiro ao Presidente escolhido pelo povo brasileiro: Jair Bolsonaro.

Jogaram quantas pedras podiam em seu caminho. Até flexibilizar a Lei de Responsabilidade Fiscal eles fizeram. Os Prefeitos estão prontos para “lavar a égua”, como se dizia lá pras bandas do Piauí da década de 50-60. Não sei se ainda é usada esta expressão por lá, visto que deixei Teresina em 1957 e nunca mais pus os pés nas terras piauienses.

Marco Aurélio de Mello deu um golpe baixo contra o Brasil e concedeu um habeas corpus a corrupto comunista (PC do B) alegando estar cumprindo com a Letra da Lei Constitucional e do Código Penal Brasileiro. Sua decisão colocaria em liberdade mais de duzentos criminosos de todas as classes sociais e, o que é pior, libertaria o Jararaca de Asas, o que é o desejo de todo comunista de m… brasileiro, e tornaria a nos colocar, a todo o País, em estado de calamidade pública e política, pois esse réptil com forma humana só ficará quieto quando estiver debaixo de sete palmas de terra.

O último dos bons imperadores romanos tinha o nome de Marco Aurélio. Sábio, suas memórias são lidas até hoje pelo mundo todo onde haja pessoas que ainda pensem com a Mente Limpa e o Coração Puro. Mas não acredito que o Marco Aurélio brasileiro que ocupa uma das cadeiras mais emblemáticas para a Liberdade e o Progresso de nossa Pátria, venha a merecer nem mesmo a mais mínima comparação com o grande Imperador e Líder romano.

O Marco Aurélio brasileiro não se dá o direito de pensar livremente. Talvez por medíocre, prende-se avidamente à seca letra da Lei, esquecendo-se de que toda palavra contém interpretações que são antagônicas entre si. Os Artigos da Constituição Brasileira de 1988 não fogem a esta regra. Há sempre como reinterpretar o que ali consta de modo a agradar interesses que não condizem com a Segurança e o Estado de Patriotismo brasileiros. Não sou causídico. Não me formei em Direto (graças a Deus). Logo, minha visão sobre o que vejo acontecer em função de decisões jurídicas que, para mim, são absurdas, me autorizam a, como leigo, mas brasileiro acima de tudo, repudiar certas decisões que vão totalmente contra o país que me viu nascer. Por exemplo: no inciso XXXVI, da alínea b), do capítulo I – Dos Direitos e Deveres Individuais Coletivos, Título II – Dos Direitos e Garantias Fundamentais, é digo que: XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”.

Bom, a meu ver leigo, nós, brasileiros, temos o Direito Adquirido e confirmado na cláusula pétrea da Constituição de 1988, constante no TÍTULO I, Dos Princípios Fundamentais: Art. 1º, Incisos: I – a soberania; II – a cidadania; III – a dignidade da pessoa humana;

Artigo 3º Constituem Objetivos Fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária; II – garantir o desenvolvimento nacional; III – erradicar a pobreza e a marginalização, e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Então, segundo entendo, todos temos individualmente os direitos acima, garantidos em nossa Carta Magna e em Artigos Pétreos, logo, que não podem ser alterados nem tergiversados. E como um País é o somatório de seus indivíduos que falam a mesma língua, comungam dos mesmos costumes sadios (e digo sadios em todos os sentidos: Físico, Social, Moral, Ético, Familiar e Religioso) e possuem as mesmas tradições familiares e sociais, então o que é dito na Constituição é válido para todo o nosso Brasil como uma Comunidade Humana Especial (com língua própria, tradições próprias, religião própria, costumes comuns e específicos etc…), ou seja: como País.

A meu ver, quando um Ministro do Supremo concede um habeas corpus que sabidamente vai fazer retroagir os avanços que o País conseguiu nos Terrenos Político, Moral, Ético, Educacional e de Segurança, tudo à custa de uma mobilização da maioria esmagadora da Nação contra o Crime Organizado no seio da Política Nacional Brasileira e contra o Crime Organizado Vulgar, mas não menos assassino, age com total irresponsabilidade para com a Nação cuja Justiça devia defender absolutamente.

Quando o Art. 3º da Constituição, acima transcrito, diz que os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil são construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e promover o bem de todos, atinge em cheio o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. E se isto que tenho como verdade o é de fato, um Ministro do STF não pode decidir prendendo-se à “letra morta da Lei”, pois acima desta está o Brasil vivo, ativo, enquanto um povo que batalha arduamente para ser considerado digno de respeito por outras nações e, principalmente, por seus MANDATÁRIOS. Um povo que merece que suas instituições realmente sejam seus baluartes contra a invasão de ideologias políticas e comerciais que visem tão-só a derrocada de nossa Pátria em benefício de interesses que não são dignos de nosso respeito, mas sim de nosso repúdio como Nação.

O Marco Aurélio brasileiro não atentou para isto. Ao contrário, buscou por todas as formas justificar sua decisão totalmente contrária aos artigos constitucionais acima citados (ao menos no meu entender), sem levar em conta que, para nós, brasileiros, o Brasil está acima de tudo. Acima do Crime Organizado; acima do Crime de Colarinho Branco; acima de Ideologias Políticas de terceira categoria que atacam as raízes de nossa Identidade Patriótica, como a adotada pelo PT e seus partidos sequazes.

Se a Letra Morta da Lei manda soltar bandos de criminosos que vão, com toda a certeza, causar desestruturação Social e Político-Econômica em nosso país, então a decisão de um Magistrado da Mais Alta Corte do Brasil TEM DE SER CONTRÁRIA À LETRA MORTA DA LEI. Para isto é que devem existir os Juízes e os Magistrados. Eles não podem ser reduzidos à condição de robôs que não podem emitir juízos senão dentro do restrito campo da letra morta da lei. Juízes de instâncias inferiores tanto quanto Magistrados da Suprema Corte devem ACIMA DE TUDO zelar pelo Brasil. Por seus valores éticos e morais. Por seus costumes e suas tradições. E por sua segurança nacional interna e externa. Assim, se a Lei manda que se aja de modo absolutamente prejudicial à Nação como um Todo, o Juiz ou o Magistrado do STF tem o dever Patriótico, Ético, Moral e Justo de decidir em contrário a ela. Tal ou tais Leis, uma vez posto a claro suas fraquezas, têm de ser revistas e melhoradas. Elas não devem se constituir em grilhão que aprisiona não somente as mãos e os pés dos Magistrados em quaisquer instâncias, mas também seus Intelectos arduamente formados ao longo de experiências incontáveis na estrada percorrida na profissão que escolheram.

Quando eu estudava Psicologia ouvia meus mestres dizerem que o Psicólogo, no exercício da Clínica Psicológica, devia ser o mais frio e o mais distante de seu cliente. Era-lhe proibido chorar com a dor do cliente; era-lhe proibido opinar sobre a narrativa do cliente. Era-lhe proibido manter relação de amizade com seus clientes. Alguns, de visão e prática totalmente dentro da velha Psicanálise, afirmavam que se o Psicólogo recebesse seu cliente com uma roupa de determinada cor, se aceitasse ser seu analista deveria sempre trajar roupas de mesma cor. Eu discordava frontalmente de todos eles. Era a Lei. Era a Regra de Ouro naqueles idos (1960-1990). Quando abri minha clínica transformei meus clientes em cobaias. Não adotava nenhum dos dogmas com que tentaram me moldar meus professores como profissional. Chorei com vidas doloridas, sofridas, amargas; me revoltei e fiquei raivoso juntamente com meu cliente que tinha sido enganado, traído, quer por parentes, quer por parceiros de vida (marido ou mulher. Eu não tratava de homossexuais por convicções pessoais. Jamais vi a prática homossexual como “opção sexual”, mas sim como um desvio de conduta ou resultado do fracasso no sistema hormonal do feto aos noventa dias de gestação, quando os hormônios masculino ou feminino são definidos. E é assim que entendo a homossexualidade, mesmo que isto arrepie os pelos dos corpos dos aficcionados das tais “opções sexuais”). Me zanguei e dei broncas de pai em clientes preguiçosos e lerdos em cumprir com o que lhes era aconselhado praticar em busca de sua cura. Eu gostava mais da visão e da prática de Skinner do que dos outros teóricos da Psicologia. E não despreza conhecimentos adquiridos no meu viver e que eram maravilhosos quando usados como técnicas de psicoterapia. Meu maior feito foi salvar uma jovem mulher que chegou ao meu consultório em prantos porque já havia percorrido quase todos os consultórios de Psicólogos de todas as “linhas” da psicoterapia, sem resultado. Ela me dizia que se sentia partida ao meio. Da cintura para cima era perfeitamente sensível e excitável. Da cintura para baixo era fria e insensível como um pedaço de gelo. Ela foi o maior desafio para mim e o seria para qualquer outro profissional que, como eu, não seguisse à risca o “politicamente correto” na clínica psicológica. Não fracassei com nenhum de meus clientes porque não priorizava a letra morta da Lei, mas sim a vida de meu cliente.

No meu modo de ver a vida e o mundo, um Magistrado é, de certo modo, um Psicólogo Clínico que tem como paciente o País. Então, se ele se prende a regras inúteis e à letra morta da Lei, fracassará com seu paciente e, por extensão, com toda a nossa população. Posso até estar errado, mas é assim que entendo o Brasil, seu Vade Mecum legal, sua Constituição e o desespero de seu povo injustiçado, traído, sabotado e, pior que tudo, assassinado cruelmente por políticos criminosos e por membros de facções do assim chamado Crime Organizado Internacional.

Eu espero que o Presidente do Povo Brasileiro tome realmente as rédeas de nosso país nas mãos. Não se curve aos oligarcas e aos estúpidos defensores do Comunismo ou do Socialismo que são ideologias impróprias para nosso povo.

Não se curve a um Legislativo Corrupto, viciado em benesses que não deviam ter-se dado, e apegados a um Poder que Constitucionalmente NÃO LHES PERTENCE.

Que, em sendo necessário para nos defender, aja ao arrepio da Lei e feche o Congresso corrupto, prenda sem tergiversações legais políticos como Rodrigo Maia e os coloque no devido lugar.

 Submeta à aprovação do POVO uma nova Constituição onde metade da atual seja o suficiente para servir de Norte de orientação para o Supremo e, neste Poder, coloque freios também, pois os senhores Ministros devem entender que não estão acima do Brasil nem fora de suas fronteiras. Assim, devem em primeiro lugar priorizar a Segurança, a Saúde Política e Social da Nação e a defesa dos direitos dos bons cidadãos, não a de ricaços que podem pagar advogados corruptos que têm olhos apenas para os dinheiros que seus clientes roubaram de nosso Erário.

Nosso Papai Noel, este final de ano de 2018, está horrível. Mas se nosso Presidente agir com mão firme e determinação, atropelando o “politicamente correto” com vistas a colocar nosso país novamente nos eixos do bem-estar Social e Legal, então, com toda a certeza, nos próximos quatro anos os Natais serão ricos e o Papai Noel não virá cheio de presentes maus, mas sim com o saco cheio de alegrias para nosso povo.

AMÉM.

MINISTROS DO SUPREMO PODEM TOMAR DECISÕES QUE SÃO TRAIÇÃO CLARA AO PAÍS?

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Ministro Marco Aurélio conseguiu a fórmula que poderá fazer que o S.T.F. cumpra com o desejo do Lula.
Eis que ele se revela vermelhão. Sua benesse foi com toda a certeza voltada para soltar a jararaca de asas sobre nós. Vamos deixar isto barato?

Fiquei de queixo caído. Marco Aurélio de Mello, contra quem sempre alimentei antipatia devido seu modo debochado de se pronunciar, decide a favor de criminosos altamente perigosos ao nosso País. Numa justificativa injustificável diante da situação perigosa em que estamos, quando ainda lutamos desesperadamente para colocar uma ordem mínima em nossa Pátria, eis que ele manda soltar todos os condenados em segunda instância.Não há a mínima justificativa para que um ministro de nossa Suprema Corte se apegue à Letra da Lei e decida cegamente contra o PAÍS! Com o advento do Lulapetismo, quando desmiolados elegeram um débil mental cachaceiro, de modo irresponsável, quer por ignorância, quer por incompetência, para ocupar nossa Cadeira Presidencial  destinada àquele nas mãos de quem nós depositamos os destinos de nossa Nação, o nosso Brasil mergulhou num abismo do qual estamos todos buscando  sair de modo desesperado. 

A anarquia tomou conta de todas as instâncias políticas brasileiras. A  ladroagem descarada, insultuosa, criminosa e assassina grassou por todos os nossos municípios. Do mais remoto e perdido no extremo Norte do Brasil até o maior de todos eles, nenhum político da velha cepa  escapou à doença da traição descarada, criminosa e aviltante que o PT,  o DEM,  O PSDB, o MDB, o PP, o PTB, o PDT, o PR, o PPS, o PSTU, o PV, o PTB, o PSOL, o PRTB, o PROS, o PC do B, o PCB e tantos e tantos outros antros de criminosos  dignos  de terem  suas  cidadanias cassadas e todos expulsos do Brasil, fizeram cair sobre nós  como uma doença maldita. A Lava-a-Jato vem lutando denodadamente contra esse ataque virulento dos traidores de nossa Pátria. O Supremo devia ser o nosso baluarte contra essa raça de víboras, para usar a frase dita por Yehoshua (Jesus) quando irado contra os que tentavam apanhá-lo em falta para o crucificar. 

Em revolta total, nosso povo foi às ruas gritar contra o status quo que os maus políticos e seus partidos nos tinham imposto. Não funcionou. Então, decidimos não aceitar mais o Sistema e decidimos abalá-lo nas suas bases mesmas: no pleito eleitoral. Não votamos em nenhum dos que os Partidos Políticos Criminosos nos apresentavam como dignos e bons salvadores de nossa Dignidade Patriótica. Fomos buscar um de nós no qual depositamos nossa confiança e nossa esperança e à revelia da Rede Globo e dos Artistas (também ladrões), nós o elegemos. Irritados com nossa rebeldia os velhos oligarcas trataram de, ao apagar das luzes, votar medidas que sabidamente deverão engessar os esforços de nosso Presidente do Povo na busca pela salvação da Dignidade e do Patriotismo Brasileiros. E para coroar este esforço antipatriótico e traidor, eis que Marco Aurélio de Mello tenta jogar a pá de cal em nossas esperanças de nos livrarmos do Jararaca de asas e manda soltar todos os presos condenados em segunda instância. NÓS VAMOS SUPORTAR ISTO? EU ACHO QUE NÃO!

Vamos voltar às ruas!

Vamos levar faixas e mais faixas com o FORA FULANO! E desta vez o Fulano deve ser o Supremo. TODOS ELES, SEM EXCEÇÃO. Nosso Presidente deve, tão logo coloque sua faixa presidencial, ler para toda a Nação Brasileira, em seu discurso de posse, seu primeiro Decreto-Lei Regulamentar:

“O Presidente da República, democraticamente eleito diretamente pelo povo brasileiro, no pleno exercício de seu mandato e objetivando defender o Brasil para os Brasileiros, DECRETA:

Artigo 1º) Ficam revogadas todas as decisões tomadas pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que privilegiem criminosos políticos em quaisquer níveis, desde o de Presidente da República até o de vereador;

Artigo 2º) Ficam IMPEDIDOS de exercer as funções de Ministros da Suprema Corte os senhores:

a) Ricardo Lewandowski;

b) Gilmar Mendes;

c) Rosa Weber;

d) Dias Toffoli;

e) Marco Aurélio de Mello.

Artigo 3º) Todos estes Ministros, por suspeitos na prática da Justiça em defesa do Brasil, serão substituídos por outros cinco escolhidos entre os membros da AJUF e da OAB, e cujos curricula serão investigados pela Polícia Federal a fim de que se constate que realmente são pessoas que colocam o Brasil acima de tudo, inclusive de brechas da Constituição que permitem que legisladores comprometidos com a Ideologia do Crime Internacional Comunista ou Socialista adentrem nossas Instituições e nos lancem de volta ao perigo mortal da dominação de algum tirano apoiado por potências estrangeiras comunistas/socialistas;

Artigo 4º) Os acima citados ministros suspensos de suas atividades serão julgados por uma corte de juízes militares composta de sete membros e em caso de condenação por Crime de Lesa-Pátria, terão suas cidadanias cassadas e serão expulsos do Brasil definitivamente, sendo seus bens incorporados ao patrimônio público.

Brasília, 1º de Janeiro de 2019

JAIR BOLSONARO

Presidente do Brasil”.

Meu voto, enquanto cidadão brasileiro em gozo pleno de seus direitos de cidadão deste país, é a favor de que o Presidente escolhido por nós aja com firmeza e, quando necessário, coloque ele mesmo O BRASIL ACIMA DE TUDO.

Qual é seu voto?

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXLIX) – PUBLIO LENTULUS SE ENTREVISTA COM ANÁS

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Yehoshua bar Yoseph
De repente o filho do construtor se tornou uma grande dor de cabeça para os rabis e para Pôncio Pilatos.

Pôncio Pilatos possuía grande afinidade com e influência sobre os Prefeitos Pretorianos Lucius Elius Sejano e Quinto Névio Cordo Sutório Macro, nos quais Tibério confiava plenamente. O Præfectus prætorio era comandante da Guarda Pessoal do Imperador, além de acumular outras inúmeras funções de muita importância dentro do Império. No tempo de Tibério eles eram duplos, para que se tivesse maior segurança. Ao longo da História, eles passaram a ser uma espécie de Vice-Imperador, tão grande poder haviam adquirido. Pilatos começou a planejar agir através  Lucius Elius Sejano (o preferido do Imperador)a fim de influenciar Tibério contra o detestado pregador judeu. Mas precisava amadurecer sua idéia. Não podia arriscar-se a agir intempestivamente, pois tinha conhecimento de que Yehoshua conquistara muitos admiradores entre generais romanos e até mesmo junto a um Senador que o incomodava porque era um entrave à consumação de seus desejos relativos à esposa desta autoridade romana. A beleza suave de Lívia, esposa de Publio Lentulus, não saia da mente pervertida de Pôncio Pilatos, mas ele contava com um poderoso entrave às suas intenções lúbricas: o Senador Publio Lentulus e esposo de Lívia. Tinha, então,que encontrar um modo de afastar este homem sem, contudo, deixar que levasse sua bela esposa para longe de Jerusalém.

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QUESTIONAMENTO DO POVO ELEITOR ÀS CASAS LEGISLATIVAS MUNICIPAIS E AOS ÓRGÃOS JURÍDICOS COMPETENTES

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Não sou advogado, por isto mesmo não uso o jargão pesado dos que são formados nesta Ciência.

O que os senhores legisladores eleitos por nós, povo, entende por Democracia? Será que sabem o que é a Democracia Direta e o que é a Democracia Indireta? Qual destas duas vertentes é a melhor para o povo eleitor e qual é a melhor para a Oligarquia Política Brasileira? Bom, vamos tergiversar um pouco sobre este assunto.Comecemos pela nossa Constituição.

Diz ela:   

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de Direito e tem como Princípios Fundamentais:

I – a soberania;

II – a cidadania;

III – a dignidade da pessoa humana; 

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – o pluralismo político.

 Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente,nos termos desta Constituição. 

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXLVIII) – O MEDO DE TIBÉRIO, O IMPERADOR DE ROMA AO TEMPO DE YHEHOSHUA.

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Enquanto os dramas se desenrolavam nos palácios dos poderosos, Yehoshua viajava a pé da Judéia para a Galiléia, onde era seu território de pregação a gentios e hebreus.Caminhava com sua rapidez habitual, mas seguia por dentro de matas, sopés de montanhas e desertos, de modo a evitar encontrar qualquer tipo de vigilância romana em seu caminho.

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VINGANÇA COVARDE CONTRA NÓS.

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A toque de caixa os que vão morrer não saudaram seus empregadores com a dignidade dos antigos gladiadores. Ao contrário, perpetraram contra a população uma vingança sórdida e vil. Às pressas, aprovaram uma coisa absurda: a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles sabem que vão embora e terão de suar novamente a camisa para retornar à teta que estão sendo obrigado a largar.

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