Protegido: A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CLII) – YEHOSHUA CURA ENDEMONIADOS E EXPLICA O QUE É A FÉ E A MENTIRA.

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DAVID SAMUEL ALCOLUMBRE TOBELEM

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Atual Presidente do Senado Federal – ano de 2019.

QUEM É ESSE POLÍTICO?     

TRE-AP – David Samuel Alcolumbre Tobelem é alvo de investigação referente a abuso de poder econômico, político e de autoridade, bem como de captação ilícita de sufrágio. O esquema envolvia a celebração de convênios milionários entre o Estado do Amapá e a Prefeitura de Macapá, para a realização de obras de asfalto, usadas para propaganda durante a campanha de candidatos, além do uso de veículos de comunicação custeados com recursos públicos. Também é suspeito de constrangimento de servidores comissionados da Prefeitura para apoiarem e votarem nele, sob pena de serem demitidos.

Ao mesmo constrangimento teria submetido o militares de Operações Especiais da PM/AP, assim como o Corpo de Bombeiros Militar. Estes, ou faziam o que ele queria ou eram ameaçados de serem transferidos para outra unidade ou sofreriam outras represálias.

Em decisão liminar, a Justiça determinou a retirada das menções aos acusados dos sítios oficiais do Governo do Estado do Amapá e da Prefeitura de Macapá (informação colhida no Atlas Político (http://atlaspolitico.com.br/perfil/davialcolumbre255).

O novo presidente foi ungido em uma conturbada eleição em quatro atos. O primeiro foi na sexta, quando a sessão, presidida por Alcolumbre, aprovou instaurar voto aberto provocando um impasse que obrigaria o adiamento da eleição. O segundo foi o judicial, quando o presidente do STF, Antônio Dias Toffoli, decidiu, já às 3h45 deste sábado, que o voto aberto estava proibido para a escolha do comando do Senado e que a sessão deveria ser presidida por José Maranhão (MDB-PB), um renanzista. O terceiro foi o da organização de uma tropa de choque contra Renan, com três dos nove pleiteantes à presidência (Simone Tebet, Álvaro Dias e Major Olímpio) renunciando a suas candidaturas em favor de Alcolumbre. E o quarto, a fraude eleitoral ocorrida na primeira votação em cédula de papel – na hora em que se abriu a urna havia 82 cédulas, mas há 81 senadores. Ocorreu, então, uma segunda votação. Foi nessa que Renan decidiu renunciar e facilitou o caminho para o representante do DEM

(https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/02/politica/1549142314_306665.html)

“A mágoa de Renan deixa no ar a pergunta sobre que tipo de resistência ele estará disposto a impor ao Governo Bolsonaro após ser obrigado a capitular. Mas esse não é o único problema de Alcolumbre. Apesar de ser o candidato do chefe da Casa Civil, o senador pelo Amapá não era o favorito do braço militar da gestão Bolsonaro, nem de parte dos técnicos do Governo. O motivo é que ele responde a dois processos no STF por caixa dois e falsificação de documentos na eleição de 2014, quando se elegeu senador” (idem, idem).

Muito bem. Parece que trocamos uma B… por outra B… e que ambas as B… estavam disputando mais oito anos de impunidade. Ambas têm contas a ajustar com a Justiça e certamente deviam temer uma cadeia, coisa de que Colarinho Branco não gosta nem de pensar. Mesmo tendo santarrões como Gilmar Mendes, Lewandowski e outros que trabalham arduamente para colocá-los fora do alcance da Polícia Federal, a exposição ao mundo de seus comportamentos podres é um constrangimento respeitável. Todos temem isto. Renanzão levou a pior e, agora, o cão policial rosna nos seus calcanhares e ele terá de rebolar para tentar se manter o máximo possível longe das presas do danado. Alcolumbre se deu bem e terá sossego por oito anos garantido sentado na cadeira de Presidente do Senado. Não que isto seja pacífico, mas que vale a pena a aporrinhação considerando a opção, lá isto é verdade.

Eu já disse que esfriei com nosso Presidente. Sei que ele está no estaleiro por conta da punhalada que levou, mas seu braço direito está com a corda toda e não gosto nem um tiquinho assim de sua Reforma da Previdência. Não vi na tal proposta nada que mexesse com os “poderosos” polititicas e os padrinhos destes, os Togados e seus inferiores. Parece que eles continuarão no Olimpo em que se encastelam depois de abocanhar, por favores políticos ou por enganação da população crédula do Brasil, um lugar ao sol. Esta proposta está longe de realmente visar a correção das enormes distorções que há no modo como nossos mandatários lidam com NOSSO DINHEIRO PÚBLICO. É público, mas isto não significa que os mandatários que elegemos tenham o direito de nadarem de braçada dentro dele. Patinhas, só em revista em quadrinho.

Acho que os movimentos VEM PRA RUA e outros semelhantes deviam pressionar para que não somente nós, os verdadeiros trabalhadores brasileiros, levássemos ferro quente nas ilhargas, mas também e com mais razão os nossos mandatários e seus protetores Togados e afins.

Outra coisa que desaprovo veementemente é o Lorenzoni abraçar com alegria o monstro de mil cabeças chamado CONGLOMERADO BANCÁRIO. Ele colocou para os novos candidatos à aposentadoria a obrigação de fazerem seu pé de meia não no INSS e com a participação do patrão, como era, mas sim através de depósito bancário a perder de vista feito pelo desgraçado que ganha um salário mínimo ou um pouquinho mais. Esta fortuna depositada nos bancos não trará retorno em lucro para o infeliz que faz a poupança por quarenta anos ou mais. É dinheiro totalmente inútil para o poupador e só lhe valerá quando estiver com setenta anos, já vendo o buraco da cova sorrindo para ele. Durante este tempo, a soma fabulosa de tais poupanças vão render rios Amazonas de lucros fabulosos aos bancos, sem que estas organizações paguem nada de imposto por isto. É o tal Neoliberalismo tão amado e defendido por banqueiros e por quem está seguro no nosso podre Serviço Público.

Não, a turma de Bolsonaro não veio para nos redimir e, sim, para nos afundar de vez. É nisto que estou acreditando neste momento. Pode ser que, se Bolsonaro não tiver mais condições de voltar ao Poder, o General Mourão reveja este planejamento malicioso dos adoradores do neoliberalismo. E eu, intimamente, já torço por esta opção. Afinal, todo o que de bom os trabalhadores brasileiros ganharam em sua defesa foi levada a efeito pela turma de militares do período injustamente de anos de chumbo pelos que se dizem comunistas e pelos que abraçaram apaixonadamente o neoliberalismo desde mesmo aqueles idos.

Enquanto a propalada Reforma da Previdência não obedecer ao artigo pétreo da Constituição que afirma que “Todos somos iguais perante a Lei”, eu não a apóio de modo algum o modelo Lorenzoni. É o modelo ideal dos Bancos e quando os bancos riem, o povo chora.

Vejam só este exemplo: antigamente, quando um idoso morria e devia alguma coisa a um banco, sua dívida era extinta. Isto punha os banqueiros desesperados e a OAB também. E eles vinham lutando para esticar seus lucros além da sepultura. Pois bem, já neste novo governo foi aprovada a Lei que manda que do patrimônio deixado pelo falecido o total da dívida seja abatida. Se o morto não tiver patrimônio, como é o caso da maioria dos dependurados no INSS, a dívida não será quitada com o dinheiro dos filhos e afins. Mas se os bancos perdem, os advogados ganham, pois só com eles é possível fazer a partilha da porcaria que o desgraçado falecido tenha deixado de pé para seus descendentes. E com a nova Lei, o inventário é obrigatório, nem que se trate de uma simples casa onde o morto vivia quando era vivo. Assim, os vivos e pobres ou “remediados” sempre saem perdendo. Isto é justo? Com a palavra você que está lendo este protesto.

Positivamente eu não sou mais tão “bolsonarista” quanto fui por um curto período de tempo.

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