AFINAL, QUEM É DEUS? (III)

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Este é nosso lar. Um lar do qual não estamos cuidando bem. Irresponsavelmente só damos valor ao que não tem valor.

No Facebook alguns me chamaram de louco ou fantasioso. Nem uma coisa nem outra. Apenas não me prendo aos líderes de religiões exotéricas, isto é, religiões que dão muito valor ao exterior, aos rituais, às aparências e que através destas, tentam mostar um Deus à semelhança do homem, Sua ínfima criação Cósmica. Mas na verdade é o contrário. Nós é que somos criados à Sua Semelhança. Não na forma física, e é aqui que os líderes de religiões exotéricas se atolam. Nós somos à Sua semelhança porque em nós, naquilo que os exotéricos desconhecem, mas os esotéricos conhecem bem, Ele habita dentro do Ovo Áurico de cada um de nós, numa parte extremamente sutil e na parte superior deste Ovo, num casulo conhecido pelos esotéricos como Corpo Egóico, ou Corpo que tem a forma do Ego (Eu).

O Ovo Áurico é constituído de todas as Matérias que O Inominado colocou em nosso Universo, isto é: matéria etérica (uma matéria sensitiva e que empresta aos corpos densos sua capacidade sensorial); matéria astral (ou matéria emocional porque empresta ao corpo denso sua capacidade de se emocionar); matéria mental (que empresta ao cérebro físico denso sua capacidade de pensar, raciocinar, induzir, deduzir, concluir e criar imaginativamente ou fantasiosamente); matéria intuicional (ou matéria intermediária entre o Espírito e a Alma (Identidade Individual) do ser humano encarnado e que a este empresta a capacidade de intuir e, com ela, descobrir os segredos que o Incriado escondeu em Sua Criação, quer no Espaço, quer no planeta em que vivemos; matéria espiritual (aquela onde têm existência seres superiores aos terrestres (querubins, anjos, arcanjos etc…); e matéria divina (aquela onde os seres mais próximos do Incriado têm existência e que a Igreja Católica chama de Tronos). É lógico que sei que estou deixando totalmente tontos os que nunca tiveram coragem de ousar ir além do que contém o “livrinho preto” dos cristãos. Paciência. Os que “têm olhos de ver e ouvidos de ouvir” poderão encontrar aqui um dedo apontando o Caminho para a Verdade e a Vida. Os que não têm isto… Paciência. A Geena os espera…

Nos dois posts anteriores chamei a atenção para um fenômeno muito intrigante: a existência de Universos Paralelos, dos quais a Ciência pragmática humana já não mais duvida. Nos Universos mais próximos de nós supõe a Ciência Pragmática Humana que há sistemas estelares que são cópias absolutamente iguais aos que estamos habituados a ver no nosso céu. E também há terras totalmente idênticas a esta em que vivemos. Logicamente, com seres viventes também totalmente iguais aos que estamos habituados a ver em nosso planeta. Há, inclusive, a cópia exata de cada um de nós. Agora pensem comigo:

Um Universo é suposto uma dimensão infinita. Ninguém pode sequer imaginar o fim de um Universo. E quando considerado objetivamente o que se intui é que NADA PODE EXISTIR FORA DO UNIVERSO. Tudo o que existe nele, nele está contido. Então, nem eu nem você nem ninguém consegue imaginar qualquer coisa que tenha existência além dos limites do Universo, sendo que tais limites não nos é facultado imaginar objetivamente. É por esta razão que os DRUIDAS afirmavam e seus seguidores ainda afirmam que DEUS É O UNIVERSO. E como o Universo é o ESPAÇO “INFINITO”, então DEUS É O ESPAÇO. Bom, se você parar para pensar, os Druidas foram os que mais perto chegaram da idéia de Deus. O Espaço está em tudo e não é contido por nada. O Espaço está na mais mínima particula subatômica tanto quanto está na imensidão que abarca tudo o que a mente humana possa imaginar. Sem o Espaço nenhum corpo físico denso e, por extensão, nenhuma forma de Vida poderia ter existência. Talvez por isto é que os Papas do Cristianismo afirmam que DEUS É ONIPRESENTE, ONISCIENTE E ONIPOTENTE. Ele está presente em tudo; Ele sabe tudo; Ele tem todo o Poder. E só há uma entidade que preenche todos estes requisitos: O Espaço. Quem discordar que querele com os Druidas. Eu, de minha parte, aceitei muito bem esta idéia deles.

A Bíblia judaico-cristã começa dizendo, em Gênesis: “No princípio era a Escuridão. E o Espírito repousava sobre as águas”. Nas Bíblias reescritas por inúmeros ignorantes desta verdade ou este trecho foi retirado, ou, pior, está escrito de modo totalmente errado. E o Gênesis continua assim: “E Deus disse: Fiat Lux! E a Luz se fez”. Vamos voltar ao meu primeiro post. Nele eu chamei a atenção do leitor para o fato de o Espaço ser negro. Eu escrevi: Quando o primeiro homem foi ao espaço exclamou extasiado: ‘A Terra é azul!’ Hoje, fotos de ‘nosso lar espacial’ no-lo mostram como uma bola belíssima, toda azul manchada de branco, flutuando num espantoso vazio negro, absolutamente negro. Guademos esta informação fotográfica: O espaço sideral é escuro, totalmente negro. Os objetos dentro dele têm sua própria luz, mas o Espaço mesmo é negro.

Por que eu pedi que o leitor guardasse esta informação científica? Por que ela nos dá a cor do Verdadeiro Deus: Ele é negro; Ele é preto. O Espaço é Negro, é Preto e o Espaço é o Verdadeiro Deus. Por isto o Gênesis hebraico começa dizendo que “No Princípio era a Escuridão…” Pronto, eu acabei de atiçar o fogo do racismo em alguns de meus leitores. Como posso ousar afirma que DEUS É NEGRO? Mas esperem: Não fui eu quem disse isto pela primeira vez. Os hebreus já tinham esta idéia registrada há mais de cinco mil anos em seus livros sagrados. E o Catolicismo e seu Cristianismo total aceitou isto quando adotou a Bíblia, uma cópia incompleta dos Livros Sagrados dos Hebreus. As Bíblias escritas até os idos de 1940/1950 tinham o Gênesis começando EXATAMENTE COMO EU REGISTRO AQUI. E sei disto porque estudei em colégio de Padre, na década de 1950, e a Bíblia daquele tempo era obrigatória em colégio religioso. E fui seminarista, o que quer dizer que tive de quase decorar o livrinho negro dos cristãos. E o Gênesis continuava assim: “E o Espírito repousava sobre as águas. Então Deus disse: Fiat Lux! E a Luz se fez”.

Em 1972, a Editora Livros do Brasil S/A editou uma nova Bíblia (em quatro volumes que eu tenho em minha biblioteca) onde o início do Gênesis já se encontra “castrado” em sua forma. Nela se lê, no Capítulo 1 – Criação do Universo: “No princípio criou Deus o céu e a terra”. A parte totalmente esotérica foi eliciada pelo Papa. Por que? Por que a autoridade papal vem, juntamente com os dissidentes do catolicismo, retirando da Bíblia dita Sagrada tudo o que é Esotérico? Na Bíblia que eu era obrigado a ler no colégio de padres, em 1950, em latim havia o estudo da Árvore Sephirotal. Nela se abordava os significados de cada Sephirat e dava a interpretação que se acreditava ser a verdadeira ao conjunto das sephirot. Estudava-se, também os Sete Corpos do Homem assim como seus Sete Chakras Sagrados. Estudava-se o significado profundo da Menorá, o candelabro de sete braços do judaísmo. Hoje, todo aquele Saber profundo foi elidido das Bíblias cristãs e, por extensão, das ditas Protestantes ou Evangélicas. Esta castração da Verdade deu aso a que nascesse essa coisa aleijada chamada de Evangelismo ou, como eu o chamei de gozação: Evanvirose Dizimófilus Gulosus.

Os que me chamaram de louco ou fantasioso, agora vão achar que estou merecendo uma camisa de força. Não importa. Disse o Rei dos Reis: “Deixai que os mortos enterrem seus mortos”. Também disse: “Deixai que os cegos guiem os cegos”. Faço destas Suas sentenças, minha defesa. Escrevo para os que têm sede de saber. Para os que desejam saber o que há por detrás da peregrinação dos hebreus pelas areias do Sin e da Pedra de Horeb.

Bom, paro por aqui, hoje. Pode ser que frustre os que querem Conhecer, mas paciência. Acima há muita informação em que se pensar e meditar…

NAMASTÊ!

AFINAL, QUEM É DEUS? (II)

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Bom, eis-me aqui de volta. Quem me acompanhou?

Não sei se você, leitor, já se fez esta pergunta. Sei que os agnósticos não se incomodam com o que julgam uma grande tolice. Mas não é mesmo. Tolice é não se preocupar com essa Entidade Misteriosa, Desconhecida, Onipresente, Onisciente e Onipotente. Os que se dizem agnóstico não atentaram para um fato espantoso e que passo a citar. Olhem para as fotos abaixo:

Esta foi a morada que esse ser misterioso e desconhecido nos deu para vivermos nossa epopéia durante o tempo em que quisermos vivê-la. E pelo andar da carruagem, este tempo está-se esgotando por nossa própria responsabilidade.

Quando o primeiro homem foi ao espaço exclamou extasiado: “A Terra é azul!” Hoje, fotos de “nosso lar espacial” no-lo mostram como uma bola belíssima, toda azul manchada de branco, flutuando num espantoso vazio negro, absolutamente negro. Guademos esta informação fotográfica: O espaço sideral é escuro, totalmente negro. Os objetos dentro dele têm sua própria luz, mas o Espaço mesmo é negro.

Comece a se espantar. Nosso planeta, nossa “casa” ou nosso “navio espacial” é ridicularmente pequeno diante dos outros planetas no Sistema Solar. Para não ser totalmente humilhada, a Terra só é maior que quatro planetas.

O que a foto acima devia despertar-nos se fôssemos atentos ao mistério do Cósmos? Ela nos informa que somos ínfimos, mesmo dentro do Sistema Solar, onde a Estrela deste Sistema é de quinta grandeza.

Observemos a estrela Mu cephei, acima. Ela sozinha abarca a área correspondente à órbita de Saturno, o que significa que nosso planeta desaparece totalmente diante de seu gigantismo. O que pretendo chamando sua atenção para esta espetacular maravilha? Pretendo que você, leitor, pare e pense um pouco: se a Terra nem aparece diante da gigantesca estrela Mu Cephei, de que tamanho será uma pessoa nesta dimensão? Uma bactéria seria mil vezes maior que uma pessoa. Então, se o Sistema Estelar Solar é ínfimo, tão ínifimo que seria necessário um microscópio gigante para poder detectá-lo, o planeta Terra sozinho é menor que um pixel (um pontinho de luz que pisca no écran da TV). E uma pessoa seria de que tamanho?

Procurei chamar sua atenção para a ínfinitésima dimensão humana diante de uma estrela que é gigantesca, mas nada garante que no Universo não exista outra tão maior que ela a ponto de fazer que se necessite de um microscópio gigantesco, inimaginável, para que se possa enxergá-la. O Universo está aí, sobre nossas cabeças e a olhos vistos a perder de vista. Certamente tem de haver algum ser de inimaginável dimensão e Poder para o criar. Mas a nossa Ciência finitesimal já descobriu que no Espaço há uma infinidade de GALÁXIAS. Isto mesmo, GALÁXIAS! E não somos capazes de determinar quantas. Vejam o quão curiosa é a forma desta galáxia abaixo:

Esta é a Galáxia ANJO. Está a milhões de anos-luz deste micromicroplaneta
em que vivemos.

Cientistas do mundo todo se perguntam, sem conseguir uma resposta satisfatória: “Por que esta Galáxia tem esta forma tão ‘humana'”?

Agora, vamos juntos pensar nos Templos e na quantidade de religiões exotéricas que inventam um Deus ao qual adoram com rituais os mais diversos e variados. O que nos faz acreditar que realmente há um Deus que criou toda esta maravilha e nos colocou dentro dela com uma consciência privilegiada, ao menos no que tange às formas de vida que há sobre este globo a que chamamos Terra? Onde vive este Ser Fantástico? E mais importante: o que nos faz crer que somos os seres privilegiados do misterioso e desconhecido Deus criador de algo tão incomensurável quanto Ele Mesmo o é? Por que, tendo uma infinidade de Sistemas Estelares à Sua disposição onde pode criar quantas formas de humanidade desejar, Deus escolheu a humanidade terrestre para ser a Sua privilegiada?

Veja você: mesmo sendo ínfimo, um centésimo milionésimo de um pixel, nós descobrimos que esta dimensão em que Ele criou esta Maravilha indiscritível não é única. Simultâneamente há uma infinidade de UNIVERSOS PARALELOS. E também se descobriu que pelo menos em um destes Universos todos nós temos uma cópia nossa. Cópia que vive exatamente dentro de um Planeta Terra tal e qual este que habitamos. Mas parece que nossa cópia não é tão igual no que tange ao modo como vivemos. Sou Psicológo e aposentado. Minha cópia, contudo, pode ser engenheiro e estar em total atividade. Ou pode ser um “Pastor” e viver enganando pessoas de sua realidade como fazem muitos dos que se dizem pastores na realidade que conhecemos. Mas a descoberta não para por aí. Já se foi além. Agora se sabe que não há uma única cópia de nosso Sistema Estelar em outro Universo Paralelo. Há uma infinidade de cópias de nosso Sistema e nossas enquanto pessoas em uma infinidade de Universos Paralelos. No entanto, desconfia-se que tais cópais não são absolutamente iguais a nós nem os planetas que são cópias da Terra são exatamente como a nossa Terra. Em alguns Universos, o planeta Terra está anos-luz à frente do nosso no que tange à evolução dos humanos que o habitam, enquanto em outros, tais seres humanos ainda nem chegaram à condição de macacos humanóides… Por que isto? Quem imaginou tamanha maravilha e por qual razão? Será que nossas cópias também têm um céu a que sejam destinadas depois de um Juízo Final, como nós acreditamos (alguns pelo menos) ou um inferno eterno para onde devem ir os maus? Por que isto?

Como a Ciência desta humanidade representa os Universos Paralelos. Não significa que esta seja realmente sua realidade.

A pergunta mais inquietante é: um Universo contém tudo, abarca tudo e nada, absolutamente NADA pode existir fora dele nem maior que ele. Então, os Univeros Paralelos estão contidos dentro do Universo em que nós temos existência e consciência ou nosso Universo é que se encontra dentro de outro onde seus seres é que têm consciência de nós? Mas um Universo CONTÉM TUDO E NÃO É CONTIDO EM NADA. Como se explica este fenômeno real e objetivo? Ou será que TODOS OS UNIVERSOS estão contidos dentro de algo tão grandioso que é impossível para um ser humano sequer imaginá-lo? Este outro gigantesco e incomensurável Universo é a entidade que supomos existir eternamente e à qual chamamos DEUS?

Pense.

AFINAL, QUEM É DEUS?

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Do que eu rio? Nem queira saber…

A pior coisa para a humanidade brasileira da atualidade é se fazer esta pergunta, pois a quase totalidade de nosso povo está na UTI do Conhecimento devido a uma doença terrível: a Evanvirose Dizimófilus Gulosus, da qual já falei em post anterior. Quando vivíamos sob a infecção de outra doença terrível, a Papaose Franciscanículum diabólicus, da qual também já falei aqui, ainda tínhamos a liberdade de pensar, pois a infecção desta doença era leve e, diante da atual, inocente. Mas o vírus desta infecção evoluiu na medida em que o desenvolvimento intelectual de meu povo foi piorando a olhos vistos, enquanto no mundo todo a humanidade evoluía para um estado mórbido de adoração tecnológica absurda.

Com o advento de uma epidemia de ignorância jamais vista no mundo, a praga chamada PT, o povo de meu país desceu desembestadamente a ladeira da burrice crônica. Seus cérebros diminuíram de volume e minha gente passou a sofrer de preguicite aguda para pensar por si mesma. Assim como já sofria da terrível praga do “quero tudo de graça e sem trabalho”, agora também sofre da dependência total a espertalhões que, com o “livrinho preto” (para usar uma frase dita entre risos pelo Caboco de Umbanda chamado Itaquarussu) lhes toma o suado dinheirinho em nome de uma coisa absurda: o dízimo. Sei de pessoas pobres que, ainda assim, venderam tudo o que tinham para pagar o dízimo ao seu pastor. Mesmo sendo um homem vivido, meu queixo caiu. Houve coitados que venderam a pobre casa que a muito custo tinham construído para poder continuarem alimentando os aviões luxuosíssimos de seus “pastores”. Esses coitados parece que tinham sido hipnotizados e agiam como robôs. Para eles o dinheiro doado ao “pastor” compraria uma vaga no Paraíso no final dos tempos… Nunca, jamais vi tamanha absurdidade. Mas era o efeito do virus Evanvirose Dizimófilus Gulosus, que quando derruba uma pessoa esta dificilmente dele se livra.

Tais “pastores” já haviam sido previsto pelo verdadeiro Cristo, há três mil anos passados. Mesmo assim, os brasileiros, principalmente os das classes média e média-baixa, ignoraram o aviso e se entregaram de corpo e alma à exploração de suas vidas por estes líderes criminosos. Para mim, eles vendem a carcaça do Cristo Morto em troca do tal dízimo obrigatório… “Muitos virão e farão milagres em meu nome, mas no Dia do Juízo, quando a mim gritarem ‘Senhor, Senhor, eu salvei vidas e almas em Vosso Nome’ eu lhes responderei: Afastai-vos de mim que não vos reconheço”. Nos livrinhos pretos dos que se dizem Cristãos Não Católicos e se denominam Evangélicos, esta passagem foi deturpada e reescrita e reinterpretada para dar mais “poder” aos que haverão de ser repudiados pelo Verdadeiro Senhor. Mas não estou condenando a estas pessoas, é necessário dizê-lo agora, pois elas são Deus em Ação (?). Estou apenas falando sobre um fato que está claríssimo aos que ainda têm “olhos de ver e ouvidos de ouvir”.

E eis-me de volta ao mistério de todos os Tempos: Deus. Ele existe? Onde se encontra? Como Ele é? Realmente, toda as Maravilhas Cósmicas e terrestres são Sua Obra? Ele é Perfeito? Por que? A pergunta é válida visto que do que é Perfeito não pode nascer a Imperfeição… Ou será que pode? No entanto, o que se vê no mundo dos Homens (e dos doentes sexuais) é IMPERFEIÇÃO EM TUDO. E aqui cabe a pergunta: Como o Perfeito deu nascimento à IMPERFEIÇÃO? Como o Gozoso Supremo gerou o Demônio e lhe deu domínio sobre sua Criação na Terra? E o que é este termo: gozoso?

Eu não se se alguém já notou que os líderes católicos são mórbidos. Adoram adorar um cadáver dependurado numa cruz.

Bom, para começar, vamos compreender este tal de gozoso. Vejam o que se pode encontrar no Papai Google e na Wikipédia a respeito do instrumento mais importante para os infectatos pelo Papaose: O Rosário é tradicionalmente dividido em três partes iguais, com cinquenta contas cada parte e que, por corresponderem à terça parte, foram chamadas de Terço. Cada terço compreende um conjunto especial de cinco mistérios: os Mistérios Gozosos, os Mistérios Dolorosos ou os Mistérios Gloriosos. O Papa João Paulo II, por meio da carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, de 16 de outubro de 2002, sugeriu uma nova série de mistérios, os chamados Mistérios Luminosos. Essa nova série de mistérios disponíveis para contemplação não alterou o formato do Rosário, que continua sendo de 150 Ave Marias, ou três Terços de 50 Ave Marias com os 3 mistérios: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos”.

Na Igreja de São Benedito, em Teresina, havia uma estátua muito semelhante a esta acima. Os fiéis católicos, no dia escolhido para adoração ao Senhor Morto, vinham beijar seus pés.

Bom, nos tempos em que eu fui obrigado a ser católico, sempre detestei aquele cadáver do Cristo Crucificado. Nunca, mesmo sendo um pirralho de 14 anos, nunca aceitei aquilo e no ritual do “beija-pés”, que não sei se ainda é praticado pelos tolos cristãos católicos, uma estátua simbolizando Jesus morto, todo ensanguentado e com expressão de grande dor, era disponibilizada nas igrejas para que os fiéis, em intermináveis filas, viessem beijar-lhe os pés de barro. Nossa, como eu detestava aquilo! Eu não beijava aqueles pés de barro nem a chicote. Em vez disto, colocava minha mão sobre os pés de barro e beijava nela. Repugnava-me beijar onde centenas de bocas já haviam beijado. Era nojento. Ao menos no meu modo de ver aquele ritual ridículo.

Mas voltando ao nosso feijão com arroz, como se pode ver no excerto acima o Rosário nasceu de pessoas infectadas com o vírus Papaose Franciscanículum diabólicus. Agora, notem que na foto do Papa João Paulo II, há o símbolo máximo dos cristãos católicos: um cadáver esquálido dependurado numa cruz. Por que os cristãos católicos não adotaram uma representação d’Ele glorioso, envolto numa luz brilhante, braços erguidos como a chamar o povo para O ouvir? Por que nos templos dos que se dizem cristãos católicos só se exalta a dor e o sofrimento? Simplesmente porque, antigamente, os infectados pelo Papaose Franciscanículum diabólicus se serviam daquele símbolo para acusar os judeus de deicidas. Mórbidos e perversos, aqueles cristãos católicos mantinham a acusação em seus templos, todos sorumbáticos, tumulares e esquisitos. Não é à-toa que o povo hebreu durante muitos anos detestou o cristianismo acusatório dos infectados pelo Papaose Franciscanículum diabólicus. O tempo passou, o Papa pediu perdão aos hebreus por tê-los repudiado e acusado de deicida etc, etc, etc…, mas o símbolo acusatório continuou firme. Por que?

É isso aí! Coloquem tudo no altar dos sacrifícios, seus idiotas! Burros! Jumentos! Continuem assim que eu preciso manter minha vidinha de luxo e… Deixa pra lá!

Quem já se debruçou sobre o cristianismo católico viu, como eu, que esta modalidade de cristianismo se fundamenta no cultivo e na exploração de duas terríveis reações emocionais: Medo e Culpa. Aliás, os líderes dos cristãos não católicos mantiveram esta filosofia demoníaca, pois compreenderam rapidamente que pelo Medo (Temor a Deus) e pela Culpa (faça o que eu fizer, se não alimentar meu pastor com meu dízimo, estou condenado ao terrível Inferno) eles podiam e podem dominar ferreamente as mentes de pessoas fracas, ou preguiçosas ou culposas e isto é um manancial de riquezas captada tostão a tostão ou de milhão em milhão. Já vi, às gargalhadas, um certo pastor famoso entre os evangélicos, ordenando que suas “ovelhas” colocassem sobre o “altar dos sacrifícios”, pasmem, as chaves de seus automóveis, cheques com polpudas quantias, alianças de ouro etc… Tudo para que o Deus que ele finge adorar abençoe o desgraçado idiota. Que safadeza! Quanta esperteza perversa! E tudo em nome do único verdadeiramente Homem Impoluto. Que crime hediondo! Mas o pior foi que muitos imbecilizados obedeceram àquela ordem safada e criminosa!

Se você conseguiu chegar até aqui (se é “cristão” eu duvido), tem um estímulo para começar a questionar a tal Religião Cristã (católica ou não). E se você chegou até aqui babando na gravata de tanto ódio a mim, então você está terrivelmente doente do vírus Evanvirose Dizimófilus Gulosus e para você não há salvação. Vai morrer sem ter chegado nem perto do Verdadeiro Cristo ou “Senhor Jesus”, como morrem todos os doente deste vírus, coitados.

Mas para os que não se deixaram emburrecer e não aceitam os insultos ignominiosos dos católicos ao Cristo Verdadeiro, aviso que vou continuar porque a pergunta que fiz encabeçar este libelo ainda não teve minha resposta, a que julgo ser a mais acertada. Sim, sim, sou mesmo petulante, arrogante, metido a besta, filho do capeta, condenado, desgraçado, amaldiçoado etc, etc, etc… Mas é o que sou. E daí? Ah, e por favor, os “cristãos encabrestados pelo vírus Evanvirose Dizimófilus Gulosus” não babem em cima de seus computadores ou de seus smatfones ou seja qual seja a parafernália de que se utilizam para bisbilhotar o Espaço Cibernético. Afinal o Livre Arbítrio não é propriedade de ninguém e eu posso expressar minha opinião tanto quanto qualquer outro.

Aos que sobraram, a gente se vê no próximo post. Até lá um abraço.

OU FICAR A PÁTRIA LIVRE, OU MATAR PELO BRASIL!

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Esse negócio de morrer pelo Brasil nunca foi minha bandeira, nem mesmo quando estava no Serviço Militar. De que serve ao país um patriota morto? https://youtu.be/W-GCpz4I0CM

Não se espantem. Eu sempre fui contra determinados slogans.

Nunca vivi num país livre. Sempre meu Brasil esteve sob as garras dos que se dizem “comunistas” ou “socialistas” ou qualquer coisa desta natureza. No início – aliás um início longo demais, eu não dava a mínima para a Política. E o que eu via entre os homens que elegíamos para nos Governar só me dava vontade de atirar neles. Eu lhes tinha nojo. Um dia prestei concurso público para o Estado e fui aprovado para o Serviço Público Estadual no Rio de Janeiro, lá pelos idos de 1964 e admitido ao serviço público em 1965 (juntamente com a admissão para o Serviço Público Federal no Ministério da Fazenda, pois as duas chefes que eu tinha não queriam de modo algum abrir mão de meus serviços). Afinal, acostumado com o serviço particular, eu não adotava a preguiça secular dos servidores públicos. Entrava no trabalho para valer e em poucos dias pus em dia serviços que estavam atrasados por mais de cinco anos em ambos os locais: no Ministério da Fazenda e no Palácio Guanabara. Minha atividade chamou a atenção de Negrão de Lima, o Governador na ocasião. Ele me chamou ao seu gabinete para me elogiar e me incumbir de fazer um levantamento das compras realizadas pelo Governo do Estado desde os anos de 1960. Não prestou. Descobri que os Deputados tinham roubado uma dinheirama e levado para casa inclusive os móveis novos que haviam sido adquiridos em licitações fraudulentas. No lugar deles, deixaram os que usavam em suas residências, nem tão velhos nem tão gastos, mas inadequados para os padrões que tinham sido licitados. Tratei de entrar em ação e pus a Polícia para agir. Isto levantou o maior cacarejo dos Deputados criminosos, todos em pânico com os escândalos que eu estava prestes a levar para a Imprensa, pois o Chefe de Polícia foi o primeiro a me trair e entregar aos Deputados ladrões a relação que eu tinha levantado dos nomes deles e dos objetos roubados. Negrão de Lima esperava tudo de mim, menos que um rapazola “mal saído do quartel” ousasse tanto. Resultado: fui transferido do Palácio Guanabara para a Secretaria Sem Pasta. Ali não havia quase nada que fazer e, por isto, Dona Alba, minha adorada chefe na Secretaria, entrou em contato com minha chefe no Ministério da Fazenda (seu nome eu não consigo me lembrar, mas ela era tão camarada quanto Dona Alba) e com ela combinou que eu trabalharia no Ministério na parte da manhã e na Secretaria Sem Pasta, estadual, no período da tarde. E eu fiquei cometendo crime, pois não é permitido que se acumule dois empregos públicos. Mas quê fazer? Entregar minhas adoradas chefes é o que eu não faria nem a cacete.

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Meu segundo contato com político se deu através de dona Alba. Era tempo de eleições e os candidatos a vereadores e deputados estavam como galinha depois de pôr ovos: cacarejando que só. Entre estes estava o Deputado José Bonifácio de Andrada, parente do outro lá do passado, segundo dizia. Este sujeito eu não conhecia. Ele me foi apresentado por Dona Alba que me pediu que eu fosse seu cabo eleitoral. Disse-me que ter um padrinho Deputado seria excelente para minha carreira no Estado e o Deputado José Bonifácio era a indicação perfeita para mim. No início eu me recusei terminantemente a me envolver com aquela muvuca dos diabos. Mas as duas chefes tanto insistiram em que eu aceitasse a incumbência; e o tal Candidato tanto me bajulou que terminei cedendo. Dona Alba tinha dito ao sujeito que eu era o único capaz de viabilizar sua reeleição, pois ele estava mais sujo que pau de galinheiro entre o eleitorado carioca. De cabo eleitoral logo passei a ser o idealizador do planejamento das ações do candidato. Até seus discursos eu escrevi. Tive muito trabalho porque não entendia nada do metié, mas logo fui aprendendo e me tornei um ás. Subi vários morros do Rio e entrei em contato com vários lideres comunitários, vendendo o candidato José Bonifácio como aquele Deputado que lutaria pelos direitos dos menos validos. E fui tão eloqüente nos discursos que escrevi para ele falar nas favelas que os favelados quase em peso votaram no sujeito. Depois da eleição eu fui cobrar do Deputado suas promessas, visto que os morros também me ligavam pedindo ação. E foi quando ouvi, estarrecido, este comentário do patife: “Quê? Cumprir promessa de campanha para favelado? Ficou doido? Pobre só serve para me eleger a fim de que eu encha meu bolso. E quando os bolsos de uma calça estão cheios, eu compro outra calça!” Naquele dia ele não levou a maior surra de sua vida porque um monte de seguranças de seguraram. Mas ouviu o diabo de mim. E Dona Alba cortou um dobrado para me convencer de que não sabia que o safado era safado.

Por estas e outras é que não concordo com esse verso do Hino da Independência. Não concordo e nunca concordei. Matar os safados, sim. Morrer por suas mãos, jamais!

No entanto, lastimavelmente, é o que vem acontecendo. As estatísticas de mortes às portas de hospitais municipais, estaduais e federais são estarrecedoras. As mortes nas estradas mal sinalizadas, esburacadas, com curvas nada bem formadas são de espantar. A Polícia Rodoviária é impotente e, por desídia governamental, é ineficiente. Não por culpa dos brasileiros que prestaram concurso para aquela corporação e deram um duro danado em treinamento para se aprimorarem no exercício de seu dever. Mas sim por culpa de polititicas que só pensam em se dar bem e meter a mão nos dinheiros públicos.Atualmente mesmo podemos ver, boquiabertos, que os que se dizem do Centrão fazem o que podem para atrapalhar a Reforma da Previdência, mesmo sabendo que vão lançar milhares de famílias no desespero, pois os idosos da atualidade são os sustentáculos das famílias de seus filhos, pois para eles não há empregos disponíveis num país falido. E estes patifes engravatados são de que ideologia? Advinhem se forem capazes!

No momento eu sou plenamente a favor da pena de morte para traidores do Brasil. E junto com eles seus advogados, como é o caso do grupo de gananciosos que, por dinheiro, vendem a alma ao diabo em pessoa: o Lula.

Não, positivamente eu não concordo em morrer pelo Brasil. Mas concordo plenamente em MATAR PELO BRASIL. Tem gente pedindo pelo Amor de Deus que alguém o mate. Então, por que não os atender e nos fazer esta caridade?

A QUAL PODER PERTENCE A ADMINISTRAÇÃO DE NOSSO DINHEIRO PÚBLICO?

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Gente, escrever sobre este tema é complexo, muito complexo. Como não sou advogado, recorri ao Papai Google e levei um baita susto ao verificar que este terreno é um labirinto quase sem saída. Rasteiramente o leigo se pergunta: quem administra o Dinheiro Público: O Legislativo ou o Executivo?

A pergunta é válida visto que hoje o Legislativo se arroga todo o direito sobre nossa Riqueza Monetária Comunitária Nacional (chique, né?). O Presidente Jair Bolsonaro não dispõe mais do direito de administrar o Erário Público. Este direito foi seqüestrado pelo Poder Legislativo com base em interpretações para mim “cavernosas” do que consta nas letras da Constituição de 1988, vigente até hoje. Então eu me perguntei: A quem cabe a gerência do Erário Público: ao Poder Executivo, que tem o dever de cumprir com a prestação de serviços públicos para todos os brasileiros (Saúde, Transporte, Infra-estrurura, Segurança Pública etc…) ou ao Poder Legislativo cujo dever primordial é Legislar e fiscalizar as decisões do Poder Executivo no que toca à divisão da riqueza nacional de modo eqüânime para todos os Estados?

Aí eu fui consultar nossa Constituição e foi quando me enrolei todo. Nunca li nada absolutamente tão enrolada quanto essa Constituição pela qual nossos destinos são manipulados pelos que se dedicam dia e noite a ela, não para entendê-la, mas para burlá-la em benefício próprio (v.g. STF e sua comilança acintosa à Nação Brasileira). Baixei a Constituição comentada pelos Ministros do S.T.F. Gente, p.q.p.! Aí é quando a coisa se torna um emaranhado de pensamentos deliróides, fundamentados nas mais absurdas decisões tomadas até por alemães dos tempos do pós-guerra. Só para que vocês tenham uma idéia, leiam uma tirada de um dos ministros que ainda pontificam lá no Olimpo da Justiça Brasileira:

Ele sempre fala enrolado e buscando mostrar aos seus congêneris uma sapiência olímpica, o que complica sobremodo a compreensão pelo povo do que quer dizer antes de dar seu voto. Ele é Celso de Melo, Ministro do S.T.F.

[ADI 4.424, voto do rel. min. Marco Aurélio, j. 9-2-2012, P, DJE de 1º-8-2014.] • A cláusula da reserva do possível – que não pode ser invocada, pelo Poder Público, com o propósito de fraudar, de frustrar e de inviabilizar a implementação de políticas públicas definidas na própria Constituição – encontra insuperável limitação na garantia constitucional do mínimo existencial, que representa, no contexto de nosso ordenamento positivo, emanação direta do postulado da essencial dignidade da pessoa humana. (…) A noção de “mínimo existencial”, que resulta, por implicitude, de determinados preceitos constitucionais (CF, art. 1º, III, e art. 3º, III), compreende um complexo de prerrogativas cuja concretização revela-se capaz de garantir condições adequadas de existência digna, em ordem a assegurar, à pessoa, acesso efetivo ao direito geral de liberdade e, também, a prestações positivas originárias do Estado, viabilizadoras da plena fruição de direitos sociais básicos, tais como o direito à educação, o direito à proteção sumário 19 Art. 1º, III integral da criança e do adolescente, o direito à saúde, o direito à assistência social, o direito à moradia, o direito à alimentação e o direito à segurança. Declaração Universal dos Direitos da Pessoa Humana, de 1948 (Artigo XXV).

Bom, aí eu me perguntei o que significa a tal Reserva do Possível? E voltei ao Papai Google. Danou-se!!! Num artigo longuíssimo, do qual tirei o exerto abaixo, eu me perdi todo. Leiam:

No Brasil, portanto [a reserva do possível], passou a ser fática, ou seja, possibilidade de adjudicação de direitos prestacionais se houver disponibilidade financeira, que pode compreender a existência de dinheiro somente na caixa do Tesouro, ainda que destinado a outras dotações orçamentárias! Como o dinheiro público é inesgotável, pois o Estado sempre pode extrair mais recursos da sociedade, segue-se que há permanentemente a possibilidade fática de garantia de direitos, inclusive na via do sequestro da renda pública! Em outras palavras, faticamente é impossível a tal reserva do possível fática![12]

Sensível a este desvirtuamento, Fernando Borges Mânica sustenta que a autêntica teoria da reserva do possível, a qual não se refere direta e unicamente à existência de recursos materiais suficientes para a concretização do direito social, mas à razoabilidade da pretensão deduzida com vistas a sua efetivação, acabou, no Brasil, tornando-se a teoria da reserva do financeiramente possível, na medida em que se considerou como limite absoluto à efetivação de direitos fundamentais sociais (i) a suficiência de recursos públicos e (ii) a previsão orçamentária da respectiva despesa.[13]

Mas o que é este tal de “fático; fática”? Encontrei dois significados para esta palavra. 1) Linguística – diz-se do discurso usado para expressar ou criar uma atmosfera de boa vontade, sociabilidade ou compartilhamento de sentimentos. 2) Direito: o que é relativo a fato jurídico.

Aí eu decidi ir para o Portal do Congresso Nacional e tentei encontrar a resposta para minha pergunta. Danou-se! A lenga-lenga é interminável.

Entretanto, encontrei esta informação: “Sobre a função fiscalizadora, o art. 70 do texto constitucional estabelece a competência pela fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta. Para que possa exercer essa função, é auxiliado pelo Tribunal de Contas da União”

E aí eu me pergunto: será que essa função fiscalizadora dá ao Legislativo o Poder de Controlar o Erário Público a ponto de impedir que o Presidente do Executivo possa atender às demandas urgentes da Nação Brasileira para que possa se manter ao menos com a cabeça fora da lama do naufrágio a que o petralhismo nos jogou?

Se você, leitor, é advogado, me responda isto, pelo Amor de Deus!

BRASIL, PAÍS GRAVEMENTE DOENTE

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Nosso País precisa de socorro urgente. Descobriu-se que desde 1500 uma infecção terrível arrasou a sociedade portuguesa. Chamava-se Papaose, um estado mórbido crônico que levou Dom João VI a um estado de apatia e desânimo tal que ele se isolou de sua “semsorte” num castelo cercado do vírus terribilis chamado Papaose Franciscanículum diabólicus. Este vírus tirou a capacidade de viver do pobre Infante e, para seu azar, Napoleão Bonaparte deu a louca de querer invadir Portugal. Fragilizado pelas centenas de milhares de absurdos delírios causados pelos vírus, o pobre monarca fugiu para as terras recém-descobertas. E trouxe consigo muitos daqueles vírus terríbilis. Mas o vírus não se deu bem com os ares daqui e se restringiu a pouca ação.

No entanto, conhecedores de que as terras eram ricas e em se plantando nela tudo dava, chegou ao Brasil, no período colonial e com as tentativas francesas e holandesas de se firmarem no país, outro vírus muito pior. Imensamente pior devido a sua virulência mesma. E tão logo uma colônia deles aqui se instalou já se espalhava furiosa e irremediavelmente por todo o território do que viria a ser o nosso Brasil. Era conhecido como Evanvirose Emburrecere.

Consta que o Evanvirose Emburrecere é muito antigo, talvez cinco mil anos antes do advento do Cristo entre os Hebreus. Suspeitava-se, e agora se tem absoluta certeza, de que este virus terribilis espalhou-se pelo mundo a partir do que os hebreus tinham como seus livros sagrados. Manipulados por mãos nem sempre bem lavadas, os papiros onde se continham os ensinamentos deísticos hebraicos, em si mesmos extremamente violentos, espalhou-se como uma praga pandêmica e o resultado foi que o nosso Brasil caiu por terra quando ele chegou aqui embutido no fraco Papaose Franciscaniculum Diabolicus trazido por Dom João VI, o Cagão. Séculos se foram e o vírus terribilis transmutou-se entre nós em uma terrível Pandemia conhecida como Evanvirose Dizimófilus Gulosus.

Atualmente há duas fontes imbatíveis de contaminação intencional da pandemia Evanvirose Dizimófilus Gulosus. No bípede abaixo se hospeda uma infestação imbatível desta doença terrível, demoníaca em suas raízes mesmas.

 

Quando em crise, este ser bípede se transmuda. Fica furioso, imperativo, deliróide. Julga-se até capaz de colocar Deus como seu empregado. É terrível!

No início, o infectado se contentava em esbravejar e invectivar contra os que não se rendiam às suas palavras desvairadas e deliróides. Mas com o advento do PT no Desgoverno do Brasil e o descontrole de tudo na Sociedade por força da estupidez do petismo, fez que os altamente infectados se soltassem e avançassem pelo País todo, atacando ricos e pobres, homens e mulheres, sapatões e sapatinhas, coturnões e cortunicos e vai por aí. Só há um remédio capaz de acalmar por pouco tempo um pobre hospedeiro da pandemia. Vejam na foto qual é este remédio:

Quando o infectado se torna violento, amaçador e descontrolado por causa da crise de Evanvirose Dizimófilus Gulosus, uma chuva de dim-dim, fruto de doações de Apavoradus Ignorantus Deicicravus faz que o pobre descontrolado se julgue o homem mais feliz do mundo.

Atualmente a coisa está preta para nosso país. Os mais infectados, os mais doentes de Evanvirose Dizimófilus Gulosus descobriram que o local mais entupido de alimento para o vírus terribilis Evanvirose Dizimófilus Gulosus está justamente nas nossas Casas Legislativas. Os polititicas que viemos elegendo irresponsavelmente para nos representar são ladrões de alta periculosidade e eles transformaram nossos Legislativos em fabulosas Cavernas de Ali Babá. Nosso país finalmente, graças a Lula, Dilma e José Dirceu, terminou por despertar. Não todos de uma vez. Foi preciso que uma boa parcela decisse bater panelas, à noite, nas janelas de seus apartamentos para conseguir despertar os que estavam em maior letargia por causa do vírus Preguicitice Eternus, uma virose endêmica desta terra brasilis, pois desde quando os portuguêses aqui chegaram que ele foi detectado nos silvícolas tupis.

Azambuja, o brasileiro padrão.

Torecedor fanático e irresponsável idiota, eis o brasileiro padrão dos tempos petralha.

Preguicitice Eternus faz que seu hospedeiro se torne um peso morto para quem estiver por perto. Assim, toda a nação infectada tem seus cidadãos desesperados para encontrar um “bico” que lhes dê as mínimas condições de satisfação. Por exemplo: ir aos estádios torcer furiosamente por seus times de futebol e extravazar a frustração de seu time ter perdido uma partida através da quebradeira e da baderna idiota; ir às praias e paquerar preguiçosamente as dondocas semi-peladas que desfilam pelas areias; comer um churrasquinho regado com uma branquinha sempre que entender que o dia está bom para uma comemoração qualquer… Enfim, essas coisas que não levam o País a lugar nenhum, mas faz um bem danado ao virus Preguicitice Eternus. Ora, querendo ou não, os brasileiros têm de trabalhar para conseguir o dinheiro para estes prazeres simplórios (diversão e coito). Mas o vírus endêmico das terras brasilis torna o brasileiro terrivelmente avesso ao palavrão trabalho. Quando se vê na condição de empregado de “gente rica” (porque deu um duro danado para chegar lá em cima), passa a sofrer de resistência mórbida à produtividade. Pessoas assim preferem invadir prédios públicos ou não, abandonados nas cidades e, também, andar idiotamente agitando bandeiras vermelhas com o fatídico Martelo e Foice dos ultrapassados comunistas antiquados do que produzir para gente odiada, os “ricos”. À noite se contetam com pão-com-mortadela e um barraco às marges das rodovias para, no dia seguinte, tornar a retomar o eterno desfile imbecil de invasores desorganizados de propriedades alheias. E é aquela agonia para o patrão. O Preguicite Eternus piorou sensivelmente depois do advento do PTralhismo. Hoje, o Brasil está às voltas com esta praga, pois na luta por um bico onde possa ganhar bem e não fazer nada, os infectados descobriram o Emprego Público. Não por sua culpa, visto que são preguiçosos na base, mas por total irresponsabilidade dos eleitos MANDATÁRIOS, os quais detestavam trabalhar em prol da Nação.

Os MANDATÁRIOS só tinham (e ainda têm) um ponto fraco: o período eleitoral. Mas esta fraqueza logo encontrou um remédio muito forte: empreguismo; apadrinhamento; conchavos políticos e o toma-lá-dá-cá.

Deputado Justo Veríssimo

Eis o símbolo do Polititica. Como o falecido Justo Veríssimo, nossos polititicas querem mais é que o pobre se exploda. Mas isto chegou a um ponto em que, malgrado eles, são obrigados a se contorcerem como cobra em areia quente para conseguir salvar o Titanic Brasil sem perderem um único centavo das mordomias que se deram, se dão e se darão sempre.

Sabedores de que os brasileiros, principalmente os de classe “média-baixa” e “baixa-baixa rés do chão”, são acima de tudo doentes irrecuperáveis do Preguicite Eternus, os Polititicas logo encontraram o escudo capaz de defendê-los do perigo mortal que é a perda de mandato eleitoral. Seu nome? Filhotismo. E os petralhas quase tornaram isto algo totalmente irrecuperável. Mas fizeram tantas asneiras e foram com uma gana tão demoníaca ao Pote de Ouro chamado Erário Público que afundaram nosso país. Hoje, fazendo água e com seus motores quase parando, o Brasil é um Titanic já meio-naufragado. O Hércules chamado Capitão Jair Bolsonaro, em que pese sofrer do Evanvirose Emburrecere, luta bravamente para sustar o naufrágio total deste país que já foi a esperança do futuro. Vez por outra o Capitão tem umas crises incompreensíveis, como a de liberar armas à granel para um povo que, preguiçoso, nem por isto deixa de ser fudamentalmente agressivo e violento, graças mesmo à pandemia de que sofre desde 1950 e que já é cronicamente incurável: a Emburriciticus Crassus Arrazadurus. Ou, então, voltar-se contra as cadeirinhas que protegem as crianças de morrerem quando seus pais se virem envolvidos num acidente de carro com eles involuntariamente ali presentes. Algumas vezes o Capitão fraqueja e cede às pressões criminosas de gananciosos nacionais e toma decisões que são repudiadas por todas as outras nações, como é o caso de liberar geral o emprego de pesticidas condenados mundialmente, para uso pelos produtores do agronegócio, envenenando totalmente nossa alimentação. Aliás, já há um país revoltado com isto e que proibiu a compra de produtos do agronegócio brasileiro. Se a moda pega o Capitão vai ter aquela dor de cabeça.

Talvez a Psicologia explique estas crises como uma reação à frustração de ter um filho atolado na lama que ele jurou combater… Vá entender!

Como o leitor pôde ver, nosso país está mesmo na UTI. Como retirá-lo dali? Será que o Capitão vai conseguir realizar este milagre? Quem viver, verá. Mas descobrir os vírus de que sofremos em nossas raízes mesmas não significa que já tenhamos encontrado o antídoto para eles. Isto vai dar um trabalho digno de um Hércules… Ou de um Atlas. Você escolhe.

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