Estou numa postura de quem olha o mundo através de uma janela no alto de uma montanha: distante, azedo pelo que vê e descrente dos que ainda pensam que há alguém que possa dar rumo Ético, Moral e Verdadeiro a essa raça de víboras, para usar a expressão de Yehoshua. E não me refiro somente ao meu País, o Brasil, não. O Mundo humano todo está PODRE. Podre por dentro e por fora. Não há mais humanos sobre a face deste planetinha miserável. Há uma raça de animais bípedes que a partir de alguma Era Mesosóica ou antes, destemperou o que viria a ser um cérebro privilegiado e o resultado é o que está aí, como uma chaga fétida e repulsiva. Nós dependemos da água para sobreviver. Nosso corpo é 75% de água. No entanto, vejam na foto acima o que fazemos com ela. Isto é ser humano?

A fera bípede acima é conhecido através do apelido Gegê do Mangue. Uma filhote de Satanás que, mesmo preso, ainda comanda (ou comandava, não sei se permanece aqui entre os que se supõem vivos ou se já desceu pras profundas para encarar seu Pai Chifrudo) uma das inúmeras facções de assassinos e desesperados que foram criados por outros filhos do Demônio chamados pomposamente de Excelências, os Políticos (poltiticas para mim). Cara de Lua Cheia, expressão de coitadinho, boca de bebê. No entanto, um assassino cruel e desalmado. Criação de uma mulher, a que o pariu? NÃO! Ele é fruto da Má Política que nós, idiotizados puxa-sacos de indivíduos que bajulamos covardemente, cultivamos durante mais de cinco séculos.

Acima está um punhado dos monstros a que fiz referência no parágrafo anterior. E aposto que mais de 70% dos meus conterrâneos se cruzarem com eles nas ruas de nossas cidades vão curvar-se respeitosamente e bajuladoramente para os desgraçados. E eles prosseguirão convictos de que valem alguma coisa. De quem é a culpa?

E o que tem haver isto tudo com a Lei Mário da Lapa? Tudo! Veja, o homem de nossos dias perdeu todo valor. Seus filhos só são registrados com o nome e sobrenome da mãe. O nome do pai é dispensável e seu sobrenome pode existir no nome de sua cria se a mãe assim desejar. Bom, em pessoas como eu, os sobrenomes de pai e mãe bem podiam ser dispensados que não me teriam feito nenhuma falta. Mas eu me acostumei aos dois, em que pese serem sobrenomes de famílias tradicionalmente intriguentas, briguentas, rudes etc, etc, etc… Por detrás de um sobrenome há sempre uma história, uma tradição. Mas a tradição masculina, com a decisão tomada pelos políticos da laia dos que mostrei acima, vai desaparecendo. Sua prole terminará a se acostumar com a história tradicional da família de sua mãe e a não dar a mínima para a tradição de seu genitor. Os machos da nossa espécie sempre se julgaram no direito de descer o braço ou enfiar a faca em sua parceira de desventuras quando bem entendessem. Mas depois que eles foram desvalorizados legalmente, as mulheres se acharam no direito de abusarem de sua condição de feminilidade. São frágeis de corpo e de músculos, mas têm uma força danada na língua e um poder invencível na capacidade de seduzir, humilhar e irritar. Então, com os machos coartados pela Lei Maria da Penha, elas usam e abusam da língua para ferir, magoar, irritar e exasperar o macho infeliz que esteja a seu lado. O desgraçado chega rapidinho ao ponto de intolerência e revolta. E aí, esquecendo a tal Lei Maria da Penha descem o cacete na dondoca liberada. E é quando alguns exageram na dose e a irritante vai pro beleléu, pra azar do infeliz acicatado por anos pela língua ferina da defunta. E é aqui que entra a Lei Mário da Lapa. Ela defenderia o direito do macho brasileiro de vez que outra desancar a danada a seu lado ou, até mesmo, dar-lhe uma furadinha com uma faca afiada (para evitar dores desnecessárias). Se a talzinha morresse por ser alérgica ao aço, isto a Lei Mário da Lapa definiria e o coitadinho do machinho machucadinho por pares de chifres parrudos (que só existem no imaginário retrógrado de alguns incompetentes sexuais) se livraria da cana com uma advertência para ter mais cuidado com o uso do instrumento perfurante. Algum trabalho de prestação de serviço – que ele nunca obedeceria – e pronto! A justiça ao macho brasileiro estaria restabelecida.

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