A ILHA DE PARGOS – VOL. II – CAP. I – NO CHALÉ – Conclusão

Deixe um comentário

CAP. I – No Chalé (Conclusão)

           

Os fenômenos estranhos se sucediam e ninguém os sabia explicar. Por que? Ainda há coisas sobre a Terra que o homem desconhece.

Os fenômenos estranhos se sucediam e ninguém os sabia explicar. Por que? Ainda há coisas sobre a Terra que o homem desconhece.

— Chegou a hora — Andréa ouviu a voz do pescador e saiu do torpor e da divagação em que se encontrava. Na cozinha reinava um silêncio tumular e lá de fora só se ouvia o barulho surdo das ondas quebrando na praia.

— Senhor?

— Chegou a hora, Andréa. Deite-se com as pernas em direção do rosto de Ivaldo, por favor. Tome a posição da mulher que vai ter uma criança. Não se preocupe com as cólicas que vai sentir.

 Andréa obedeceu. Deitou-se, fletiu os joelhos e abriu as pernas como faria se estivesse numa mesa ginecológica. Mal fez isto e sentiu forte cólica, tão forte que soltou um grito de surpresa e dor. Mais

A ILHA DE PARGOS – VOL. II – CAP. I – NO CHALÉ (continuação)

Deixe um comentário

VOL II – CAP. I – No chalé (conclusão)

Os fenômenos estranhos se sucediam e ninguém os sabia explicar. Por que? Ainda há coisas sobre a Terra que o homem desconhece.

Os fenômenos estranhos se sucediam e ninguém os sabia explicar. Por que? Ainda há coisas sobre a Terra que o homem desconhece.

Após o sopro do pescador, o corpo de Ivaldo perdeu a rigidez. Seu pênis começou a perder a ereção e a sair de dentro de Andréa.

O que está acontecendo, senhor?” — perguntou a mulher, preocupada com o que sentia dentro de si.

— O elemental físico de Ivaldo necessita de descanso, Andréa. É muito intensa a carga energética que você lhe passa. Além disto, está quase na hora de eles retornarem. Você vai descer daí, vai vestir sua roupa e, depois, vestimos o policial. Vamos colocá-lo naquela cadeira preguiçosa ali, no canto da cozinha e de frente para o janelão.

Andréa não questionou a ordem. Embora frustrada, obedeceu.

— Agora, ajude-me a colocar esta mesa diante do policial.

— Sim, senhor. Mais

O MISTÉRIO DE PARGOS – VOL II – CAP. I (continuação)

Deixe um comentário

 CAP. I – Na Ilha

Afinal, o iate estava em qual realidade? E o chalé? E as pessoas?

Afinal, o iate estava em qual realidade? E o chalé? E as pessoas?

Argos e César subiam a trilha cuidadosamente. Passaram pelo enorme jacaré e a barriga branca do animal brilhou quando a luz das lanternas focalizou-a.

— Este é outro mistério — disse Argos, parando e voltando a lanterna para o rosto de César. Alguém matou o bicharoco quando ele estava certo de que ia-me jantar. Mas fugiu sem responder ao meu chamado. Por que?

— Eu não faço a mínima idéia, senhor — mentiu César olhando firme em direção à luz. — Nem sabia que ia encontrar o animal morto. Pelo menos a gente pode ter certeza de que deste aqui não temos mais o que temer.

— É… tem razão. Só espero que ele não tenha irmãos… Mais

O MISTÉRIO DE PARGOS – VOL. II – CAP.I

Deixe um comentário

Na Rocha

 

Lapas típicas da misteriosa Ilha de Pargos.

Lapas típicas da misteriosa Ilha de Pargos.

Ludmila chegou ao tronco do coqueiro e viu que Ivaldo tinha razão. Ali não somente tinha uma plataforma, como parecia bem grande. Encontrou a pantufa que lhe caíra do pé e que havia pensado ter afundado na escuridão para um abismo de quase mil metros. Alegria e confusão lhe tomaram a mente. Como é que ali em baixo a luz da lua era tão clara que podia quase ver uma agulha na areia e lá de cima não conseguira ver nada?

— Ivaldo! — gritou jubilosa. — Você estava certo! Aqui tem muita areia. Pode-me ver?

— Não! Acho que a rocha negra absorve a luz da lua. Agora, posso descer?

— Eu não sei. E se não tiver saída? Acho que deve esperar mais um pouco enquanto eu ando por aqui e vejo se tem uma descida para o sopé deste rochedo.

— Eu espero. Mas não vá desaparecer de novo, sim?

— Para onde? Mais

O MISTÉRIO DE PARGOS – VOL. II – CAP.I

Deixe um comentário

No Ritual (continuação…)

Há quem ainda duvide da existência de Mundos Paralelos ou de Realidades paranormais. é bom mudar de idéia...

Há quem ainda duvide da existência de Mundos Paralelos ou de Realidades paranormais. é bom mudar de idéia…

Damastor ficou olhando as mulheres de negro pronto para entrar em ação. Agora, desconfiava de qualquer coisa que se movesse à sua volta. Tinha consciência de que muito pouco poderia fazer para se defender se houvesse um ataque, pois teria de soltar a cobra e ela sumiria dentro de Milena. A pistola estava caída no tablado perto dos pés de uma das moças e ele temia que qualquer delas pegasse a arma. Elas não saberiam servir-se da pistola e tanto poderiam ferir-se como acertar nele ou em Milena. Pensava rápido no que poderia fazer, quando uma das moças falou.

            — Tome… é sal.

            Damastor olhou para a moça com estranheza. Para  que lhe serviria sal naquela hora? Mais

O MISTÉRIO DE PARGOS – VOL. II – CAP.I – NO CHALÉ

Deixe um comentário

VOLUME II – CAPÍTULO I – No Chalé

Todos na ilha e no iate de luxo, estavam envolvidos em uma aventura extra-dimensional.

Todos na ilha e no iate de luxo, estavam envolvidos em uma aventura extra-dimensional.

O pescador terminou a invocação e fixou os olhos nos olhos de Ivaldo. Ele estava cianótico e não apresentava qualquer sinal de respiração ou de vida. Parecia ser feito de cinza azulada.

            — Não podemos deixar que morra para esta realidade e fique preso na quarta dimensão — disse o pescador para Andréa, que tudo ouvia, via e compreendia, mas que já não estranhava nada. Tudo lhe parecia absolutamente natural. O pescador mandou que Andréa ficasse de frente para ele. Então, ajoelhou-se diante dela e colocou as mãos de modo a formar um triângulo com os dedos indicadores e polegares de ambas as mãos, com o vértice para cima. Colocou este triângulo sobre o púbis de Andréa e murmurou uma invocação em páli. Era uma espécie de canto cadenciado e a mulher foi sentindo inicialmente uma estranha sensação de formigamento sobre o canal vaginal e no períneo. Então, o homem tocou um ponto no ventre de Andréa, dois dedos abaixo do umbigo, fazendo uma pressão quase imperceptível.  O formigamento começou a mudar para excitação e os mamilos de Andréa contraíram-se, seus pelos arrepiaram-se e ela sentiu que estava úmida. Seu coração acelerou e sua boca ficou seca. Mais

O MISTÉRIO DE PARGOS – VOL. II – CAP.I – DESPERTANDO

Deixe um comentário

VOLUME II – CAP. I – 3ª PARTE – Na ilha

Aventuras fantásticas para os desorientados amigos.

Aventuras fantásticas para os desorientados amigos.

Enquanto as duas amigas lutavam pela vida nas entranhas da terra, o comandante do iate também enfrentava uma situação desesperadora. Sabia que o jacaré estava ali, bem abaixo dele, talvez esperando para dar o bote se o galho de árvore não lhe aguentasse o peso. Mas tinha de tentar a passagem de qualquer modo. Ficar ali esperando o dia clarear seria como condenar outros à morte certa. Firmou-se bem para fazer a travessia de uma árvore para outra e começou a transferir o peso do corpo do galho onde se encontrava para o outro, da árvore seguinte. A curvatura foi muito acentuada e o comandante quase cai. Mais uma vez sua agilidade  o salvou. Quando, finalmente se aprumou no galho onde estava, o suor pingava-lhe em bicas. ” Estou muito baixo. Quase senti o chão nos pés. O jacaré não deve ser um animal de reflexos rápidos, senão eu teria sido atacado. Acho que ele ataca por impulso.”  Argos firmou-se no galho da árvore e ficou quieto, escutando, mas não conseguia ouvir nada. Apenas alguns grilos algures. Mais

Older Entries