VAMOS FALAR DA PSICOLOGIA DE CASAL (HOMEM-MULHER) IV

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ORISBVAL BRITO 1

No deserto que é a comunicação entre pessoas, eu pergunto: estou ajudando em alguma coisa a alguém?

Quando coloco no FACEBOOK e pago em dólar estadunidense para que o post seja divulgado, o Face acusa que mais de três mil e trezentas e vinte e oito pessoas leram o post no intervalo de cinco dias. Uma ninharia, visto que quando pago para divulgar críticas acerbas contra a polititicagem nacional, chego a atingir a cifra de quatorze mil, trezentas e quarenta e duas pessoas em dois dias. E haja comentários!  Muitos, chulos. Outros, sem coerência vernacular. Mas, enfim, comentários. Para escrever um artigo como este, tive de estudar cinco anos de Psicologia e praticar por 17 anos a Psicoterapia de Adulto, de Casal e de Grupo Familiar de segunda a segunda. Não foi pouca coisa. No entanto, é frustrante quando verifico o gráfico do WORDPRESS e vejo que ali se acusa a mísera quantidade de cento e dezessete visitantes e cento e oitenta e três visualizações e nenhum comentário, em qualquer dia da semana. Às vezes me sinto pregando no deserto…  Mais

VAMOS FALAR DE PSICOLOGIA DE CASAL (HOMEM-MULHER) – III

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Bom, a gente vem comentando e ensinando alguns “senões” que interferem poderosamente no relacionamento homem-mulher e afetam o equilíbrio “amoroso” dos pares do casal. Hoje, vamos desencantar um pouco os que nos lerem. Vamos definir o que é “Amor” entre homem e mulher, e o que é “Desejo” entre os dois. Em primeiro lugar devemos saber que apenas 0,05% da humanidade talvez pratique verdadeiramente o Amor. Amor é doação incondicional de si, sem cobrança de contra-partida. Na relação homem-mulher desta atualidade conturbada em que vivemos, nenhum casal pratica verdadeiramente o ato de Amor. O homem dá na medida em que sua mulher lhe “paga” com alguma coisa. Se ele lhe dá atenção, cobra-lhe que permaneça sempre bonita, sorridente, suave, compreensiva etc… como era no tempo de namoro. Se a mulher dá ao homem seu corpo e seus carinhos, cobra dele que lhe proporcione passeios, boa moradia, bom-humor, compreensão incondicional, estar sempre à disposição e participatividade nas lides dilemáticas do viver quotidiano com o mínimo possível de trabalho extra etc… Em síntese, o casal estrutura sua vida marital no sistema “toma-lá-dá-cá”.    Este sistema não é apanágio apenas dos políticos, como se tende a acreditar. Ele é a base das relações humanas nesta atualidade mecadológica. Ninguém dá nada de graça, o que já de saída vai contra a prática do Amor. Este não pede nada. Doa tudo de si. 

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2018 – O DIVISOR DAS ÁGUAS POLÍTICAS. OU NÃO?

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michel-temer

 Essa figura abjeta é o tirano que nos vende ao estrangeiro obediente a uma ideologia politica repulsiva.

Estamos em ano eleitoral. Mas não é mais um ano eleitoral. É um ano altamente significativo, um verdadeiro divisor de águas na Política Nacional Brasileira. Desde 2016 que o barco da Oligarquia começou a fazer água. Agora, adernado pela metade, ele não mais consegue navegar e todos os criminosos de colarinho branco, desde o vereador até o Presidente da República, lutam desesperadamente para reverter o irreversível quadro político que se delineia para as próximas décadas em nosso país. É a Lei da Vida. Quem está com a vantagem quer continuar com ela ad infinitum, mesmo que esta vantagem arruíne a vida de milhões de pessoas. Quem não a tem e está “por baixo”, luta furiosamente para reverter a situação. Deste “moto perpétuo” ninguém escapa, seja indivíduo, seja Nação.

Entre 11 e 16 deste mês de março de 2018, o IBOP fez uma pesquisa sobre o Otimismo e o Pessimismo do brasileiro com a Política atual. Eis o que o Instituto afirma que apurou: 44% da população do Brasil está pessimista e a causa deste estado de ânimo é a Corrupção. Eu estou neste percentual, embora o IBOP jamais, nestes meus quase 80 anos de vida, quer no Rio de Janeiro, quer no Centro-Oeste, jamais, repito, apareceu à minha porta com seus investigadores para apurar minha opinião no que quer que fosse. Mais

RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXXIV: SEGUNDA LIÇÃO DE HUMILDADE, DO SENHOR.

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Yehoshua o doutrinador

Nunca houve professor mais inflexível e, simultaneamente, mais companheiro que Ele. Teve de ser muito duro com aqueles que escolhera para seus Apóstolos, pois eles eram antes de tudo, hebreus. E um Apóstolo do Senhor não podia ter apego a pátrias e valores tolos.

Fazia três semanas que o Senhor estava sumido. Não aparecia nas praças, não aparecia em casa, não aparecia nos morros onde costumava pregar. Os rabis itinerantes estavam cheios de esperança de que logo viesse a notícia de que ele tinha sido assassinado por algum sicário chocado com suas pregações que sempre continham alguma coisa contra o Templo e seus rabinos. Os doze cumpriam rigorosamente o que o Senhor havia determinado, mas sempre ocorria discussão e má vontade quando se tratava de se escolher quem devia limpar a fossa da casa de Míriam de Nazaré, principalmente porque Ruth lhes dissera que o irmão havia deixado a ela a tarefa de fazer que a fossa fosse limpada a cada sete dias. Limpar uma fossa, mesmo que não estivesse cheia de excrementos, era repugnante. A pessoa devia retirar o excesso daquilo com baldes e ir despejar a carga num buraco cavado na mata. Depois de tirar o máximo de sujeira, a pessoa tinha de descer na fossa e raspar o fundo e as paredes, de modo a deixá-la mais livre da caca. Como se não bastasse, a limpeza de toda a casa, do quintal e da frente da moradia tinham de ser levada a efeito pelos homens do Senhor. Mais

TARÔ – AS CARTAS FALAM

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TARÔ - ARCANO 9 - O EREMITA

No Tarôt do Egito que eu possuo, eis o símbolo do Arcano 9.

Um acontecimento insólito com três indivíduos muito amigos levou um deles ao jogo de Tarô. O que narro é real, embora, por ética, não deva citar os nomes das pessoas envolvidas no drama. O acontecido é antigo, coisa de três anos ou mais um pouco. Mas a perda de sono e a lembrança daquele jogo me levaram a relatá-lo aqui, dia 31 de dezembro, final de ano, final de histórias.

Duas daquelas personagens têm os mesmos nomes, pelo que optei por designá-las por  T(1)  –  T(2) . Relato o caso apenas para que pessoas leigas possam vislumbrar o quanto o Tarô não é brincadeira. Os nomes dos que se viram envolvidos no acontecimento doloroso não serão mencionados porque os três envolvidos ainda vivem. Apenas três letras, então, os designarão: P- T(1)  –  T(2).

T(1) buscou ajuda no Tarô porque brigou seriamente com P, após um longo tempo sem que os dois se encontrassem. De gênio forte, T(1) se julgava traído pela interferência de seu amigo de modo que, para ele, tinha sido amargosa.  E de modo algum aceitava as explicações de P. Mais

MINHA REVOLTA -3

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PLANTA BAIXA DA CASA ONDE VIVI ATÉ OS 3 ANOS EM CAMPO MAIORAgora, voltemos ao livro que venho escrevendo na Luz Ódica durante esta encarnação. Já no meu nascimento começou a complicação. Meus avós maternos não me aceitavam. Meus avós paternos, sim. Então, fiquei com estes e com meu pai e minha mãe na grande casa que vovô possuía na vila de Campo Maior. Era uma casa feita ainda por escravos, com chão de grandes lajes quadradas, telhado com telhas ainda do tempo em que elas eram feitas nas coxas dos escravos. O casarão tinha a forma da letra Z. Entrava-se nele por uma porta de madeira de Massaranduba dando de cara com a porta que abria para o ateliê de costura de papai. Percorria-se um longo corredor que tinha, no lado esquerdo, a parede do ateliê de costura de meu pai. Ele tinha aprendido a profissão de alfaiate, uma das mais destacadas na época. Em seu ateliê havia 9 máquinas Singer com nove costureiros sob seu comando. Eles eram responsáveis pela feitura dos ternos das principais personalidades políticas da região, bem como dos “coronés” que pagavam caro por um terno de linho branco. O corredor era largo, coisa de dois metros, e media, em comprimento, exatamente a profundidade da parede esquerda do ateliê de meu pai, algo em torno de doze metros. Mais

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