Eis "O Furioso" que danou os brasileiros.

Arrogância era, e continua sendo, com ele mesmo. No entanto, é indigno do cargo eletivo que ocupa.

já tivemos um arrogante, petulante, desembestado, oligarca doente e exibicionista: Fernando Collor de Melo. Este monstro foi eleito “porque era bonitinho, uma gracinha” segundo a mulherada desmiolada do passado. hoje, as que ainda vivem, são barangas batidas pelos chicotes dos “bonitinhos, mas ordinários” de todas as eleições passadas. Decepcionadas, frustradas, talvez nem mais se lembrem da irresponsabilidade que praticaram quando elegeram um patife assassino, riquinho e racista para nossa Presidência. Motivo? Ele era bonitinho, uma gracinha!” Pior que isto, o sujeito demitiu centenas de empregados públicos sem grande importância para a quadrilha endinheirada intitulando-os de “marajás do serviço público”. Os coitados nem ganhavam salário acima de R$ 3.000,00 (três mil reais). Nosso Poder Executivo, na mão deste doido varrido, virou palco para suas estripolias de rico irresponsável e desrespeitoso. Fazia das avenidas de Brasília pista de corrida para suas motos potentes e tinha aulas de karatê com um mestre japonês, tudo pago com o nosso dinheiro. Furioso, acho que nasceu assim, desembestado, promoveu o assassinato de seu secretário e uma coitada enrolada com os dois e jamais foi preso por isto. Tem, pelo menos, dois processos de peso contra ele no fracassado e imoral STF atualmente capitaneado por um ex-advogado do PCC, que, encorajado pelo arqui-inimigo da Justiça, Gilmar Mendes, também deu de voar alto em seus delírios de bandidão para implantar a impunidade que o Capitão Brasil tenta, corajosamente, combater.

Larápio e entreguista até hoje não superado, ele acabou com tudo o que os Militares NÃO GOLPISTAS de 1964 fizeram para retirar nosso país das garras das grandes empresas norte-americanas e européias.

Também já tivemos um endinheirado, elitista, ladrão, entreguista e que até hoje ainda nos insulta dando “pitacos” no Governo legitimamente escolhido pelas ruas brasileiras, para decepção e alarme dos covis de larápios chamados Partidos Políticos. Infelizmente, esse mau brasileiro, a quem se atribui a criação do Real, como Ministro da Fazenda, era um hábil réptil político e sabia colear entre as intrigas até alcançar seu objetivo e, quiçá, o objetivo das grandes empresas internacionais que cobiçavam o manancial de ouro que sempre foram as Telecomunicações. Quando, finalmente, chegou aonde queria, ou seja, pôs os fundilhos na Cadeira Quente do Poder Executivo, varreu de nosso país todas as conquistas conseguidas pelos Militares (não golpistas, com assegura a Globurra) privatarizando tudo e embolsando a dinheirama que isto lhe rendeu. Nenhum um centavo foi aplicado na Saúde Pública, nem na Educação, nem na Infra-Estrutura, nem em nada que realmente justificasse a venda de nossos bens mais valiosos e conquistados com duros embates dos militares de 64 (não golpistas, é sempre bom frisar isto para contradizer e contrariar os êmulos da Globurra). E pasmem: ninguém, até hoje, ousou questionar o destino do dinheiro da traição ao nosso País. O larápio continua nadando em ouro às custas da privataria tucana que levou a efeito em nosso território nacional. E cabe perguntar: quosque tanden?

E aí nos veio a desgraça-mor, insuperável em patifaria, ignorância, estupidez, salafrariedade, grosseria classe média-baixa e burrão idiotizado pelo falecido tirano Fidel Castro, que o Diabo o tenha para sempre.

Mas a nossa desgraça não estava terminada, não. Nós não aprendemos nada com os traidores recém-passados. Num acesso de burrice sem tamanho elegemos para nossa Presidência um metalúrgico endoidecido por Fidel Castro e seus ideais deliróides dos tempos de Hitler ou antes. Certo que nós o fizemos porque estávamos revoltados com o que os citados acima nos tinham feito, sempre amparados pelos malditos Covis de Criminosos, os Partidos Políticos. Mas exageramos na dose de nossa revolta. Fizemos a asneira sem tamanho de colocar na nossa “Cadeira Quente” um idiotizado que se pensava comunista ou socialista ou anarquista ou seja lá que diabo seja. Além de beberrão inveterado, grosseirão, palavroento, desrespeitoso e traidor safado de nossa gente, o desgraçado embelezou países de tiraniquinhos vis mandando rios de dinheiro para eles, enquanto nossa Pátria ficava à deriva, à míngua, com seu povo morrendo às centenas nas portas dos Hospitais sucateados. Nunca nosso País foi tão roubado quanto nos desgovernos do desgraçado metalúrgico burro e beberrão. E nunca, antes, o Crime Organizado Pé-de-Chinelo e Colarinho Branco vicejou com tamanha força em nosso território nacional. A roubalheira foi tamanha que quase fomos à falência irrecuperável. Até hoje, e creio que pelos próximos trinta anos, a desgramatização do nosso idioma foi tão incentivada no desgoverno do cachacinha idiotizado que dificilmente nós voltaremos a falar de novo o belíssimo idioma português do Brasil. Mas nós não aprendemos a lição. Somos burros desde o berço, graças mesmo à fartura com que a Natureza nos premiou. Se fôssemos um paiséco europeu, que não produz nada e importa tudo, talvez também fôssemos voltados para o estudo, a tecnologia e um apego mais forte à Justiça e à Lei. Mas somos ricos em tudo e por isto também nos tornamos ricos em irresponsabilidade. E deu no que deu.

Mas os desmandos e as cavalices do metalúrgico não foram suficientes para os brasileiros. Ao sair da Cadeira Quente o espertalhão indicou para sua substituta uma coisa esquisita. Ex-assaltante de bancos, idiotizada também pela lenga-lenga do tiraniquinho cubano, a doida foi eleita A Aloprada do Planalto. E deu de aloprar pra valer. O que fez de idiotice é de estarrecer até mesmo a um idiota verdadeiro. E, pasmem, a doida ficou um mandato e meio jogando aquilo no ventilador para feder pelo mundo todo. E fedeu, gente. Como fedeu! Mas seu Vice, outro patife de marca e empedernido oligarca que sonhava ser o maior de todos eles e de todas as gangues que nos assaltaram desde Malufe em São Paulo, deu um jeitinho muito ajeitado de derrubar a doidona do PT. E a bichona foi pro espaço. O sujeito, um cara bem apessoado e que conseguiu casar (?) com uma dona bonitona de espantar, tomou conta do nosso Poder. E aí foi aquela água!

Tomei conta e mandei tudo pro inferno!

O nome dele é Michel. Não, não, escute bem, não é Bichel, não. É Michel, mesmo. Parece palavrão, mas não é. Esse crápula sonhava garantir para si uma aposentadoria semanal de, pasmem, R$ 500.000,00. Isto mesmo. Ele queria uma aposentadoria vitalícia de R$ 500.000,00 por semana até o último suspiro. Mas deu azar, pois em seu governo todo polititica queria o seu. E sempre acima do milhão porque polititica que se preza não deixa por menos. Perguntem ao mineirinho com cara de chorão. Falo daquele que está aos tapas com Dona Justa até hoje. Vem ganhando cada round e com isto tem-se livrado de ir fazer companhia ao metalúrgico ladrão, mas sabe muito bem que esta sua liberdade não é plena e está sempre ameaçada com o Sol Quadrado, o que com certeza já lhe deu alguma úlcera estomacal de tanta ansiedade. Mas deixemos pra lá! Afinal, disse o Rei dos Reis, “Os maus por si se destroem.” E o mineirinho é mau pra danar, pode acreditar. E por isto mesmo, se danou e se destruiu. Ou foi destruído, visto que no jogo bruto da Polititica amizade não existe. Se for preciso incinerar a própria mãe um bom polititica faz isto com um brinde de vinho importado e premiado internacionalmente. Afinal de contas, um bom polititica não vai perder para os togados nem a pau!

Bom, mas voltando ao Michel, ele foi defenestrado pela intriga polititica que fervilhava com a gula desenfreada pelo nosso Dinheiro Público. Para polititica, o termo “público” signiica “que não tem dono, logo, é meu”. E o mineirinho se preparava, lampeiro, para também entrar na bufunfa pública que, sem dono declarado, podia ser tomado por um engravatado de colarinho branco. Até agora ele está às voltas com Dona Justa e saltando de banda e pulando de lado toda vez que um rafeiro da P.F. fareja seus fundilhos. Dizem que ele reza desesperado a São Fudêncio pedindo proteção dele contra a Polícia Federal. Mas o bobão se esquece que São Fudêncio também se ferrou e, agora, está abufelado e babando na gravata (ele nunca mais deixou de usá-la par impor sua condição de “ex-” que lhe garante prerrogativas insultuosas e imorais até mesmo para chineses do Politburo comunista amarelo).

Agora, depois de dezenas de passeatas e milhares de panelas amassadas pelo povo revoltado (as coitadas morreram sem saber a razão de terem levado tanto pau nos fundilhos), eis que o povo brasileiro escolheu um candidato milico (o sonho dos bons era que a milicada voltasse a tomar nosso Poder para colocar ordem no galinheiro, onde, agora, perus de fora também estavam querendo mamar gordo). Bom, a milicada retornou, mas devagarinho, como quem não quer nada querendo. E hoje, o Capitão Brasil é malhado mais do que Judas e os Generais estão sob fogo cerrado. O Brasil não foi à guerra, mas a guerra contra nossos militares veio para o Brasil. Nunca, antes, o alto comando de nossas FF.AA. foi tão atacado. E aconteceu algo inusitado. A Mentira, a mãe de todos os vícios, tornou-se a líder absoluta de noticiosos “rapidinhos” que invadem nossos celulares. O meu, por exemplo, a cada minuto dá o alarma de que mais uma mentira foi lançada ao ar. E, claro, todas visam direta ou indiretalmente, desacreditar o Capitão Brasil. Mas o milicão rude e sem papas na língua ainda se mantém de pé firme e forte.

O que ele deseja? Como pretende extrair o câncer que Lula&Dilma plantaram bem firme em nossa terra, instituindo o maldito Foro de São Paulo, onde todos os imprestáveis da América do Sul tiveram autorização para entrar em nossa terra e abufelar-nos sem consideração nenhuma por nosso patriotismo? O Capitão sempre surpreende. Agora mesmo, há uma queda de braço entre os Governadores Petralhas Nordestinos e ele. Os canalhas, principalmente os malocados no Maranhão, terra dos oligarcas imbatíveis da família Sarney, estão se coçando que nem cão com sarna. É que o Capitão, sem papas na língua, mandou umas pra cima dos sujeitos e eles se sentiram melindrados. Aliás, como bons vermelhões, eles se melindram quando alguém ousa questioná-los a partir do Poder Executivo Central. E como o jogo está nos verdes, os vermelhos rebolam como podem para esconder os podres (e fazer isto no Maranhão é obra para Atlas) que vinham fazendo à vontade, sem serem incomodados por verdes intrometidos. O Feudo Sarney ainda está de pé, gente. Quem pensar o contrário é porque está mais por fora que umbigo de vedete ou por quem ainda acredita que o Luladrão é inocente.

Abafa! Abafa, senão a casa cai! Vai por mim que eu sei o que digo!

Nestes dias, nestes últimos dias, a pergunta que não quer calar e dá o que fazer aos mentirosos de plantão é: Bolsonaro está mesmo deixando correr frouxo o desmatamento na Amazônia? A pergunta é crucial para os EUA e os países europeus, pois eles estão sentindo agora o que nós, brasileiros, vamos sentir quando não houver mais remédios e finalmente descobrirmos de uma vez só que “São Soubesse” é santo que só chega depois do milagre feito.

O que já foi impensável agora é uma apavorante realidade: a Amazônia Brasileira já possui área de 64.000 km de deserto. Fruto da ação predatória criminosa dos madeireiros e dos faiscadores diversos.

É claro que se tenta jogar tudo à conta da amizade colorida entre Jair Bolsonaro e os latifundiários do Agronegócio. Afirmam as más línguas que o desmatamento vai aumentar e a desertificação vai ficar incontrolável porque o Capitão anda de namoro com a turma da gulodice nacional do agronegócio. Mas isto é um exagero, pois até mesmo os gulosos por terra sabem que o desmatamento só vai redundar em prejuízos irreversíveis para eles mesmos. Esta turma é gananciosa, mas não é burra. Se fosse, não seriam donos de fazendas com terras a perder de vista, tudo muito bem gerenciado e explorado. Na verdade, na verdade mesmo, quando se pensava que o Planeta era imbatível, os europeus e norte-americanos incentivavam a rapina madeireira para adquirirem a madeira extraída da Amazônia Brasileira a fim de construírem suas cidades de casas de madeira, poisa madeira sempre foi o melhor isolante térmico contra os invernos de rachar que eles sofriam e ainda sofrem por lá. Mas não só de floresta se sustenta o equilíbrio entre frio e calor no nosso planetinha ínfimo. A atmosfera, atacada dia e noite pelas usinas térmicas que queimam milhares de toneladas de carvão e lançam uma quantidade absurda de poluentes no ar, está doente. E sua doença passa, agora, para uma fase de não-recuperação, ou seja: estamos caminhando a passos largos para ver e viver a profecia de Nostradamus que diz que no final dos tempos “os homens usarão sandálias de algodão para fugirem às mulheres” e que se verá “ pessoas desesperadas de sede, chupando ferro em brasa em busca de uma mínima gota d’água e não a encontrarão”. É alarmante, mas estamos caminhando a passos largos para realizar esta predição macabra.

Além das usinas térmicas a carvão, há os veículos motorizados que queimam combustível fóssil e lançam de seus escapamentos milhões de toneladas de poluentes no ar, danificando irreparavelmente a camada de ozônio que um dia, num passado não muito distante, nos protegia e à própria Terra, das agruras do calor escaldante do Sol.

Aautomóveis e motocicletas poluem mais do que qualquer outro instrumento inventado pelo bípede que se diz humano.

E como se não bastasse, o bípede que se diz humano suja qualquer lugar por onde passa. Nada escapa à sua sanha feroz de pura má-educação social e cívica.

Acima a foto apavorante da poluição em uma das grandes cidades humanas. E isto não é responsabilidade do Criador, mas sim de Sua Criatura: o homem.

Tal como nas cidades em todo o mundo, também assim nos campos. Na Califórnia os incêndios florestais são terríveis. Dão uma amostra do que é o inferno imaginado pelos cristãos. Nosso clima endoidou literalmente e a mim parece que não temos mais como reverter esta catástrofe mundial. E creio que o desespero dos endinheirados e empresários milionários em se esforçarem para povoar a Lua (um planeta morto há éons e éons no passado) e Marte (outro planeta morto, mas mais jovem do que aquele do qual só restou a Lua a se desfazer lentamente em pó) é porque eles sabem muito bem que já mataram a Terra. Ela está condenada e todos os que não têm dinheiro para fugirem para restos mortos de plantes que já foram vivos em passado distante estão também condenados à extinção com o que já foi o mais belo e promissor planeta do Sistema Solar. A Terra vai esturricar, não adiantando os beatos correrem para seus templos de pedra a gritar por Deus, Jesus, Jeovah, Olorum etc, etc, etc… O fim já começou e não há como ser revertido. Então… Relaxa e goza, se puder.

Incêndios recentes na Califórnia. Eles são incontroláveis e arrazam tudo.

Para que você fique de cabelos em pé, finalizo com o apavorante incêndio recente no Estado da Califórnia, nos EUA. Eles têm-se tornado mais e mais freqüentes e mais e mais incontroláveis e gigantescos. É o prelúdio do fim que, como já foi profetizado, será pelo fogo…

Mas fiquemos tranqüilos, o fim do mundo em fogo, fumaça e desespero não será por responsabilidade de Jair Bolsonaro, mesmo que os descerebrados e emburrecidos vermelhos brasileiros gritem a todo pulmão que é, sim. No que tange ao Brasil, a extinção de sua população pela sede e pelo calor é responsabilidade dos brasileiros, de todos eles, não de um único. Disto, Jair Bolsonaro pode ir pro outro lado aliviado. E a população do Brasil, em sua quase totalidade, pode ir pro Inferno desesperada porque a resposabilidade pela destruição do mais belo país que Deus criou é totalmente dela. Da sua má-educação cívica; do seu egoísmo que a faz julgar que os outros sempre são culpados pelos erros coletivos, não o indivíduo que acusa. E nós, brasileiros, somos mestres em apontar o dedo acusador para o os outros. Se nós fizéssemos isto para a imagem que nos olha de dentro do espelho estaríamos sendo mais justos… Mas Justiça é o que não temos entre nós, não é mesmo?