"Não, eu não gosto do Edinho".

“Não, eu não gosto do Edinho”.

Não gosto do Edinho. Aliás, este diminutivo cai como uma luva para ele, já que no nosso Brasil, todos os “inhos” políticos são, de saída, potencialmente criminosos de colarinho branco. Exemplo maior? Lulinha paz e amor. E quando um destes criminosos é cego, subserviente e entreguista de meu país a uma ideologia burra, escravagista e divisionária, aí mesmo é que eu sou visceralmente contra ele. E Edinho é isto por completo. Por isto, não gosto dele.

É democrático. Que fazer? Eu posso não gostar de alguém e posso dizê-lo abertamente, tanto quanto posso gostar de alguém e também dizê-lo sem nenhum constrangimento legal, ou não. Para me contradizer ou me questionar o homem de quem não gosto deve retificar seu artigo e, em vez de tecer loas ao desmando governamental do PT no nosso PODER, o que de saída já é vergonhoso, devia fazer um “mea culpa” pública sobre as mentiras, as falcatruas, as roubalheiras e a institucionalização da corrupção em todos os níveis do NOSSO Poder Público. Devia confessar que a estratégia de “dividir para governar” levada a efeito pelos êmulos do partido a que pertence feriu fundo a Alma de nossa Nação. É culpa eterna do PT ter jogado brasileiros contra brasileiros, numa divisão estúpida, imoral e traidora de nossa Unidade Nacional. 

O artigo de Edinho, publicado na FOLHA DE SÃO PAULO do dia 20/03/2016, está cheio de afirmativas que são apenas o glacê do bolo podre que o PT fez em nossa Política e isto não tem valor. Mais