DESAPOSENTADORIA QUEBRARIA O BRASIL EM DOIS ANOS. MAS E AS CASAS LEGISLATIVAS? ELAS NÃO?

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O que é isto, meu Deus? Que desfile é este que foi fotografado por alguém? Vampiros? Não,. São os Togados que deviam impor a Justiça sobre a letra morta das Leis brasileiras. Mas não o fazem.

O que é isto, meu Deus? Que desfile é este que foi fotografado por alguém? Vampiros? Não. São os Togados que deviam impor a Justiça sobre a letra morta das Leis brasileiras. Mas não o fazem.

Está em todos os jornais. Está em todos os noticiários. Os velhos que conseguiram a tão falada desaposentadoria (ou desaposentação, como falam os paulistas), não somente perderam o direito adquirido em luta para se safar da prensa FHC, que os empurra direto para a mendicância e a morte em total abandono pela Seguridade Social, como perigam ter de devolver o pouco que chegaram a ganhar em dois anos ou um pouco menos. O STF, aqui de par com a grita dos que mais prejudicam o Brasil, os Políticos acoitados nas Casas Legislativas Federais, vai obrigá-los à devolução do que lhes foi dado inicialmente de modo legal, agora tomado de modo sem-vergonha e desumanamente.

E os desavergonhados que se assenhorearam de nosso Poder não fazem o sacrifício de nenhum centavo que imoralmente se deram às nossas custas. Cabe ao povo, e somente ao povo, velho, idoso, adulto, jovem ou adolescente, pagar pelos desmandos e pelas roubalheiras deles e de seus partidos políticos Cadê a cassação do imoral Cartão Corporativo? Ninguém fala, nem mesmo sussurra, sobre isto. Cadê a cassação dos privilégios indecentes que se deram, como os famigerados auxílio moradia, auxílio combustível, auxílio paletó etc…?  Mais

TODOS OS VERMELHOS ATACAM O JUIZ MORO DEVIDO À PUBLICAÇÃO DAS CONVERSAS ENTRE LULA E DILMA.

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Este também é sujo. Não escapa ninguém. Ou quase...

Este também é sujo. Não escapa ninguém. Ou quase…

A gritaria se centra no “crime” de Sérgio Moro. Ele teria posto a público a conversa sem-vergonha entre a Presidenta Petista e seu padrinho larápio, oferecendo a ele, em urgência urgentíssima, um salvo-conduto contra a ordem de prisão iminente. A traidora ABIN vinha monitorando o Juiz do Brasil e avisou à indecorosa Presidenta da República que ele estava a ponto de expedir o mandado de prisão que faria a alegria de todos nós. Então, passando por cima de qualquer decoro imaginável, a Presidenta mais imoral do mundo não teve pejo de mandar um “salvo-conduto” consubstanciado na imoral nomeação do “homem mais desonesto deste mundo e do outro” para o super-cargo de Ministraço, com direito a trabalhar logo acima da cabeça da infeliz Presidenta. Dali, do bunker fechado contra a Justiça, o “homem mais desoneste deste mundo e do outro” atuaria com toda a força contra Moro e o Brasil. Mais

QUANDO É QUE VAMOS COMPREENDER QUE TEMOS DE MATAR A VELHA POLÍTICA?

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Os de colarinho branco não nos matam, assim, às claras. Eles preferem agir nas sombras, deixando que o silêncio dos serviços mal-prestados façam isto.

Os de colarinho branco não nos matam, assim, às claras. Eles preferem agir nas sombras, deixando que o silêncio dos serviços mal-prestados façam isto.

Os ladrões de colarinho branco estão mudando de tática rapidamente. Quando a Lava-a-Jato não se mostrou fácil de ser calada; quando o juiz Moro não se mostrou temeroso das represálias físicas; quando o povo se levantou em grita contra os descontroles levados a efeito, talvez até planejadamente, já que os desgovernos petralhas se esmeraram (e continuam se esmerando) para nos colocar ombro a ombro com a Venezuela de Chavez e a Argentina da Kristina; quando, enfim, eles conseguiram fazer que o país retrocedesse quase totalmente às condições que vigiam no fatídico ano de 1964, os ladrões de colarinho branco se viram em apuros. Mas tinham uma porta de saída há muito tempo já estruturada e nunca percebida pela plebe ignara (os brasileiros). Trata-se das Organizações Sociais e dos Institutos dos Partidos Políticos. Por esta porta oculta ao conhecimento público já corria um filete de dinheiro de nosso erário (o dinheiro das Emendas Parlamentares), na forma de 10% das verbas destinadas aos Estados e Municípios. De todas estas Emendas Parlamentares todos os políticos, dos Senadores aos vereadores, levavam seu quinhão imoral e assassino. Se a Emenda Parlamentar fosse, digamos, de 10 milhões de reais destinadas, por exemplo, aos municípios do Estado do Rio Grande do Norte, 10% ficavam de saída com os senadores; 10% do restante, com os Deputados Federais; 10% do restante com os Governadores; 10% do restante com os Deputados Estaduais; 10% do restante, com os Prefeitos; 10% do restante com os Vereadores. O que sobrasse, que era quase nada, seria, então, empregado nos mais diversos interesses particulares dos políticos (como pagar funções gratificadas a seus apadrinhados dependurados nas vagas públicas). Mais

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