TRANSFORMER2

Este monstro de ficção, na verdade, retrata bem as mega-empresas atuais.

Vamos continuar papeando sobre Partido Político, antes de eu lhe indicar um Partido verdadeiramente brasileiro, honesto, justo e sem bandidos de colarinho branco mandando em nossas vidas; sem o maldito toma-lá-dá-cá nem compra de votos de cabresto em troca de contrato de trabalho escravagista pela CLT. Mas antes vamos dar uma volta muito grande, tá bom? Um papo descontraído. Pegue sua cerveja, sente-se confortavelmente e leia. Não é um assunto chato. Na atualidade brasileira, e se você é totalmente leigo no assunto, isto é vital. Então, vamos lá!

A afirmativa do título é uma questão cabalística. A propósito, CABALA é um sistema filosófico-religioso judaico de origem medieval (séc. XII-XIII), mas que integra elementos que remontam ao início da era cristã [Compreende preceitos práticos, especulações de natureza mística, esotérica e taumatúrgica; afirma que o universo é uma emanação divina, tendo grande importância a interpretação e deciframento dos textos bíblicos (Antigo Testamento). Ou seja: no tempo de Jesus – Yehoshua, os judeus já conheciam, estudavam e praticavam a Cabala]. Mas como eu dizia, a afirmativa do título é uma questão cabalística, ou seja, de dificílima localização direta, assertiva, na nossa História. No entanto, considerando o período pré-1964, e a partir de 1900, a corrupção já existia firme no terreno onde nunca deveria ter penetrado. E a razão disto, você sabe? Simples: como o nome mesmo diz, ali é o PODER. Não interessa se é Público. Para as grandes empresas, público é um vocábulo muito relativo, visto que elas se consideram públicas no que toca ao seu relacionamento com os consumidores, mas privadas no que diz respeito a seus Lucros e suas… maracutaias. Se acha que não, pergunte ao Joesley Batista. Então, o sentido deste vocábulo é relativíssimo! Do ponto de vista empresarial (e não me refiro ao comércio familiar, o do botequim da esquina ou da lojinha de bugigangas, mas àquele das mega-empresas dos mega-investidores), o Poder verdadeiro se resume em ter muito, mas muito dinheiro! Aqui, sim, está o Poder para esses monstros que, se não controlados com mão-de-ferro, transformam-se em “transformers” perigosíssimos. O Poder Público tem uma arma que pode frear a ganância do Poder Empresarial. E o que deseja o Poder Empresarial? LUCRAR. Lucrar ao máximo com um mínimo de gastos possível. Pronto! Aqui está a fórmula que pôs a roda da corrupção a girar… Mais