JOGO DO TARÔ DO EGITO – “CLIENTE”: JAIR BOLSONARO

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Poucos leram o artigo anterior. Quem leu não comentou. Mas eu compreendo. No meu país já não mais se lê nada além do twitter. Entretanto, sou persistente e esperançoso sempre. E minha esperança é que o Capitão Jair Bolsonaro consiga realmente sacudir tão profundamente os alicerces do Maldito Castelo de Bandidos e Comunistas Criminosos que desejam tomar nossa Pátria para eles que, mesmo quando não em seu período de Governo, essa monstruosidade venha a ruir nas próximas décadas. E que caia de modo definitivo, sem recuperação. Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha e a Foice que ceifa a liberdade e a Marreta que massacra o povo aonde bate, jamais consiga nem mesmo ser levantada do chão para nos massacrar. Que o Arcanjo Protetor do Brasil jamais curve seus joelhos diante da força criminosa que contra o seu protegido se levanta. Há uma pessoa que me assegura que sempre lê meus posts. No entanto, NUNCA leio nenhum comentário seu em qualquer deles. Uma lástima.

Mas vamos continuar sobre o Jogo que fiz e no qual perguntei sobre Jair Messias Bolsonaro, o Capitão reformado do nosso Exército e Deputado Federal por um longo tempo. Coragem para enfrentar o perigo ele adquiriu no Exército. Conhecimento da podridão da “polititica” que desde Ulisses Guimarães vem deteriorando nossas esperanças de um dia virmos a ser realmente o Maior País do Mundo: o Mais Belo, o Mais Rico em águas, florestas, praias e povo e o mais admirado por todas as Nações…, ele tem de sobra. Mas a caterva de traidores do Brasil que terá de enfrentar… Se seguir dentro da falaciosíssima DEMOCRACIA que serve de guarda-chuva para todo patife de colarinho branco metido a comunista, vai nos decepcionar como ninguém jamais o fez. Melhor seria jamais ter iniciado esta jornada, da qual não mais tem como voltar.   Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – CXXXI: DIRIMINDO DÚVIDAS

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Yehoshua sempre ensinava aos seus apóstolos ocultamente coisas que só milênios depois os homens comuns descobririam.

Depois do último encontro secreto com seus apóstolos, Yehoshua tirou dois dias para ficar com sua esposa. Subiram o altiplano onde se situava a cidade onde nascera a Mãe do Filho do Homem, Séforis, e passearam por suas ruas como qualquer casal comum. Gabriel cuidava de fazer que o povo não reconhecesse o Mestre a fim de lhe permitir momentos de sossego, visto que tão logo era notado uma multidão de desesperado se formava como um cortejo macabro a lhe seguir com choros e súplicas, muitas até absurdas. Na manhã do segundo dia, Míriam preparou uma cesta para um piquenique e os dois foram acampar às margens de um riozinho de águas límpidas e frias, que corria calmamente sob a sombra da mata entre dois morros. Ali, comeram, riram, banharam-se e se amaram ardentemente.

Era noitinha quando, finalmente, o casal retornou à morada do amigo de Yehoshua. Jantaram na companhia de todos e o Mestre chamou seus apóstolos para com eles se reunir. Sua família foi junto, mãe, esposa, irmãs e irmãos. Yehoshua cantou e sua voz era maviosa e bela. Todos o acompanharam no cântico que, surpreendendo a todos, não era voltado para a adoração de Yaveh, como geralmente eram as músicas cantadas pelos hebreus não pecadores.  Yehoshua cantava a Natureza, os rios, as matas, os animais e o mar. Ele improvisava a letra tanto quanto a música e repetia o canto a pedido, pois todos queriam aprendê-lo. Mais

OROZIMBO E O FIM DO BRASIL

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Meu amigo me deixou preocupado.

Meu amigo me deixou preocupado.

Eu estava às voltas com a secura do ar. Nesta época do ano, quando, no passado, o clima do Centro-Oeste brasileiro era super agradável, o ar atualmente fica quase sem água. O calor, então, é estranho. O ar está quente e seco. Não há umidade suficiente e nossa pele, nossos olhos, nossas fossas nasais, tudo arde como se estivesse sendo assado em fogo brando. A cabeça dói uma dor constante, latejante e que perturba o sentido de equilíbrio. Ao menos nos velhos, como eu. Para aliviar a secura, de duas em duas horas molho os  121 m2 de meu “jardim” diante da varanda de casa. Pois bem, estava eu fazendo isto, já às 6:30 h, quando, para minha surpresa, Orozimbo me surge no portão. Abri-o e ele entrou lépido. Como sempre não perguntou o que eu fazia. Era olhar e ver, portanto, meu velho não desperdiçava palavras. Simplesmente me deu um tapa doloroso no ombro esquerdo e foi-se sentar em seu toco, entregando-se ao seu costume de sempre: colocar fumo dentro do pito. Continuei molhando o gramado, a jaqueira ainda em crescimento (tem mais ou menos 1,75 m de altura e 9 meses de idade), o limoeiro (mesma altura e mesma idade), a laranjeira (um metro mais ou menos e mesma idade que as duas outras) e o preguiçoso pé de jabuticaba (cinco anos e mais ou menos 80 cm de altura). Junto deles, um pé de mirra, um arbusto que está espalhando galhos para todos os lados. Quando acabei meu trabalho, entrei e peguei o café preto e sem açúcar para Orozimbo. Então, sentei-me a seu lado e esperei que falasse. E ele falou. Mais

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