“ACHO QUE A VIDA É UMA COISA MUITO IMPORTANTE”

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Não. A vida não é uma coisa. A vida é o maior e mais maravilhoso presente do Criador a todos nós, humanos ou não. A vida é a essência de todas as coisas, mas ela não é uma coisa. Nós, sim, somos coisas assim como tudo o que nos rodeia. Somos coisas que se denominam “humanos”. Somos coisas da vida. Começamos aqui, na Terra, como mais uma coisa entre as tantas que aqui estão. Não somos nem melhores nem superiores a quaisquer outras coisas. Somos coisas diferenciadas das outras, assim como as outras são diferenciadas de nós e entre si. Mas todas as coisas têm um único objetivo: Evoluir. Deixar de ser coisa e ser algo mais. Uma consciência cósmica, talvez. Um ser cósmico, também. Mas o que se pode supor é que começamos como coisas, mas não terminaremos coisas. Obrigatoriamente, necessariamente e determinadamente teremos de ter um fim bem diferenciado de coisas.

Escrevi as linha acima em 30 de junho de 2009. Naqueles idos eu acreditava que seria lido por alguém, algures, pois se costuma dizer que a internet é o espaço em que nada permanece desconhecido nem oculto. QUE MENTIRA DANADA. Descobri exatamente o contrário: na internet o que é bom permanece no anonimato e no desconhecimento. A “muvuca” gira em torno do vazio, do nada, do desespero individual, da solidão em grupo, da incapacidade de expressão, da burrice coletiva… enfim, é o lugar dos “pobres de espírito” e ricos de ignorância.Se alguém tem algo que deseja que não seja lido e se este algo é BOM, então, escreva na internet. É o melhor lugar para se esconder o que é BOM. Mas cuidado. Se o que você tem é RUIM, então, não coloque na internet. Vai se espalhar como sarampo.

O texto ficou incompleto. Eu o escrevi em resposta a uma “deusa da mídia” entrevistada por uma das mantenedoras das tais deusas no ar. Não me recordo mais seu nome, mas não importa. Ela não passa de mais uma alguém no mar de alguéns por este mundo-a-fora. Um alguém que vive “uma coisa” muito importante. Vou publicá-lo apenas por diletantismo. Afinal, o blog é meu e tenho a liberdade de colocar o que eu desejar nele. Ao menos, tempos depois, ao ler o que me pareceu importante em determinado momento de meu viver já se me afigura sem importância nenhuma e eu tenho o prazer de deletar. Como aconteceu com os posts que coloquei sobre o José Sarney. Ele não é importante em nada. Mas eu lhe tinha dado destaque no meu blog. Que besteira! Mandei tudo para a lixeira e já foi tarde.

PECADO. O QUE É ISTO?

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Este é um tema de tremenda importância para todo e qualquer ser que se defina CRISTÃO. O que é mesmo pecado? Como definir este substantivo? Segundo a Igreja Católica, Apostólica, Romana e de acordo com o pensamento de Gregório, Papa católico, os principais pecados, aos quais chamou de “capitais”, no século VI, quando instituiu os sete pecados capitais os quais são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo. São eles:

1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.”

Ficaram de fora a Usura e a Ganância, que, no meu entender, deveriam ter entrado nesta lista até mesmo com maior razão do que a Gula no sentido de ingerir alimento além do necessário. Hoje se sabe que pessoas gulosas são, em verdade, doentes e, não, pecadoras. Mais

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